sábado, 4 de junho de 2011

Pastoral dá Criança

Este é um e-mail de (Pastoral da Criança) enviado por jorge (maedoperpetuosocorro@gmail.com). Talvez você ache este link interessante: http://www.pastoraldacrianca.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1061:dia-18-de-junho-vacinacao-contra-sarampo-em-8-estados&catid=49:outras-noticias&Itemid=77

Fwd: [hagiografia] 4 de Junho - Santa Clotilde, Viúva (+ França, 545)

4 de Junho - Santa Clotilde, Viúva (+ França, 545)

Para conhecer a história completa:
http://www.lepanto.com.br/dados/HagClotild.html

Esposa de Clóvis, rei dos Francos, graças a suas orações e a seu zelo apostólico conseguiu a conversão do marido e de todo o reino.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

Fwd: Noticiário da Rádio Vaticano de 04/06/2011

SANTA SÉ E CROÁCIA: TREZE SÉCULOS DE COMUNHÃO

◊   Zagreb, 04 jun (RV) - Bento XVI deixou essa manhã o Vaticano rumo à Croácia. A 19ª viagem apostólica do papa (13ª na Europa) se resume em dois dias em Zagreb, onde se terá amanhã a Jornada Nacional das Famílias Croatas, motivo principal da visita papal.
Ao chegar ao aeroporto da capital, o papa foi acolhido por autoridades religiosas, políticas e civis, além de centenas de fiéis, dentre os quais uma família vestida em trajes típicos que lhe ofereceu flores. Após as formalidades, Bento XVI se dirigiu a todos saudando e agradecendo pela presença e o carinho.
Foram recordados os treze séculos de relacionamento sólido e leal entre Santa Sé e Croácia, mesmo em momentos difíceis e dolorosos para ambos. O papa disse que os valores espirituais e morais sempre plasmaram, ao longo dos séculos, a vida diária e a identidade pessoal e nacional croata.
Hoje, vinte anos depois da proclamação da independência e às vésperas da plena integração da Croácia na União Europeia, a história passada e recente pode ser motivo de reflexão para os outros povos do Continente para conservar e reanimar o patrimônio de valores humanos e cristãos e valorizar plenamente esta riqueza espiritual e cultural.
Terminando seu discurso, Bento XVI agradeceu antecipadamente todos os colaboraram na preparação e organização da visita e invocou sobre a nação e seus habitantes a intercessão e a ajuda do Beato Aloísio Stepinac, pastor amado e venerado por aquele povo.
A Jornada Nacional das Famílias Croatas terá três momentos, começando no final dessa tarde, quando os jovens se reúnem em vigília. Domingo, haverá a missa para as famílias e o papa irá ao túmulo do Beato Stepinac para uma oração.
Neste sábado, o programa oficial de Bento XVI na Croácia inclui também encontros com o presidente croata, Ivo Josipovic, e com representantes religiosos, do corpo diplomático e elementos ligados à sociedade civil, religião, cultura, política e ciências.
A RV estará seguindo de perto os eventos principais, transmitindo a programação de Bento XVI ao vivo com comentários em português.

Em entrevista à RV, o arcebispo de Zagreb, Cardeal Josip Bozanić, adiantou que na expectativa da visita de Bento XVI, a Igreja predispôs um caminho de preparação tanto no âmbito diocesano como nacional.

Cada diocese elaborou programas que envolveram, principalmente, jovens e famílias. Os jovens se prepararam com várias atividades, com encontros de oração e de adoração, e o aguardam com muito entusiasmo. Para as famílias, foram elaboradas catequeses especiais, realizadas em grupos paroquiais. Desde que se anunciou a visita pastoral, os párocos acompanham toda a preparação com uma oração intensa e com uma profunda gratidão. Tudo gira ao redor do lema do encontro com o Santo Padre na Croácia: "Juntos em Cristo".
País muito católico e duramente atingido pela crise econômica, a Croácia está se preparando para se converter no 28º membro da União Européia.
A Croácia tem cerca de 4,5 milhões de habitantes, dos quais 90% são católicas. Há 1.598 paróquias e 17 circunscrições eclesiásticas (divisões territoriais e administrativas da Igreja, as dioceses e arquidioceses).
(CM)

missa dos homens

. Iformativo:
Dois anos de Missa dos homens.  
  
    A paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está cheia de motivos para comemorar neste ano de 2011, dentre várias conquistas que tem acumulado.   Nesta quinta feira 2 de junho, em uma celebração belíssima, foi comemorado dois anos de realizações ininterruptas da “Missa dos homens”, uma iniciativa de alguns dos membros da comunidade paroquial com total apoio do Padre Adilson Ribeiro dos Santos.   Esta celebração especial surgiu da necessidade de se ampliar a participação masculina nas missas, que sempre era de maioria feminina, pois suas próprias famílias sentiam falta da presença de seus pais e esposos nas celebrações.   Bem como, muitas das vezes os horários de trabalho também dificultam a participação dos homens, tendo em vista que hoje em dia muitos trabalham até mesmo nos domingos e feriados.

     A igreja estava quase completa de homens de varias régios de nossa forania e mesmo de outras foranias e Dioceses.  Marcaram presença homens de boa vontade de toda a comunidade paroquial; da Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Santa Cruz; da comunidade São Francisco de Assis no Canto do Rio, pertencente a Diocese de Itaguaí; do bairro de Paciência e de Campo Grande.   Muitos vieram pela primeira vez como também grande parte dos que estavam presentes participam desde a primeira missa.
     Após uma bela e rica Missa, onde o padre Adilson fez uma homilia maravilhosa e que culminou com a adoração e a benção com o Santíssimo Sacramento, todos se dirigiram ao salão paroquial e se confraternizaram com refrigerantes e um delicioso bolo de chocolate.

     Todos ficaram muito felizes pela data comemorada e estão animados a continuar nesta caminhada de Fé, o que toda a Igreja agradece e principalmente as famílias destes homens corajosos.
     A Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro agradece a presença de todos e deseja na Pessoa do padre Adilson que todas as famílias sejam abençoadas e guardadas de todo o mal por São José do Perpétuo Socorro.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Fwd: [hagiografia] 3 de Junho - São Carlos Lwanga e 21 Companheiros, Mártires (+ Uganda, 1886)

3 de Junho - São Carlos Lwanga e 21 Companheiros, Mártires (+ Uganda, 1886)

Sete anos após a chegada dos primeiros missionários católicos a Uganda, teve início a perserguição religiosa. Cerca de cem católicos foram mortos por sua fidelidade à Fé. Dessas mortes, 22 foram documentadas de modo suficiente para, após rigoroso exame, a Igreja reconhecer que tinham sido verdadeiros martírios. Os 22 Mártires de Uganda foram canonizados em 1964. O principal deles, São Carlos Lwanga, que era pagem do régulo pagão Mwanga, foi queimado vivo porque não quis deixar de ser católico. Outros sofreram diversos gêneros de suplícios.

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

Fwd: Boletim Diário da CNBB, 2 de junho de 2011

 Brasília, 2 de junho de 2011 – Nº 2564 
       
REFLEXÃO       
QUINTA-FEIRA - Jo 16, 16-20
Um pouco de tempo e os discípulos não verão mais Jesus, porque o mistério da cruz está próximo, e com ele, a morte e a separação. E mais um pouco e me vereis de novo, ou seja, todos os que acreditam farão a experiência do Ressuscitado, viverão sempre na sua presença, de modo que a tristeza da separação dará aos que têm fé lugar a uma alegria que jamais poderá ser tirada. Porém, por causa dos que não acreditam e por causa também dos nossos pecados, deveremos passar por diversas tribulações, mas, por piores que sejam, elas não podem vencer quem crê verdadeiramente.
Jornalistas, radialistas, comunicadores vão se juntar a comunidade da Ascensão do Senhor, no Centro Administrativo da Bahia para celebrar o Dia Mundial das Comunicações Sociais, na arquidiocese de Salvador (BA). A programação começa com uma missa presidida pelo padre Manoel Filho, coordenador arquidiocesano de comunicação. Na sequência haverá um café da manhã.
Em outras comunidades da arquidiocese, o dia das comunicações também será celebrado. Na paróquia Nossa Senhora da Luz, no bairro da Pituba, haverá um Encontro de Comunicação reunindo paroquianos e fieis de comunidades. À tarde do dia 4 será um momento para os membros das pastorais e movimentos refletirem a carta do papa para os comunicadores e participarem de oficinas de comunicação. Os participantes poderão escolher entre quatro opções de temas: fotografia, redes sociais, texto jornalístico e novas regras ortográficas. O evento é coordenado pela Pastoral de Comunicação paroquial e todos os agentes de comunicação estarão envolvidos na atividade.
Já na Paróquia São Gonçalo do Retiro, a maior da arquidiocese de Salvador, no dia 5, os agentes de comunicação farão celebrações nas comunidades. As missas usarão elementos da comunicação e serão ocasiões para louvar as conquistas da Pascom na arquidiocese. A realidade local de cada grupo é que definirá os horários das missas.
O Dia Mundial das Comunicações Sociais sempre é celebrado na festa da Ascensão do Senhor, quando a Igreja lembra a missão deixada por Jesus para os cristãos: "Ide pelo mundo e evangelizai". Anualmente, para esta ocasião, o papa escreve uma carta refletindo o valor e os desdobramentos da comunicação no mundo contemporâneo e na Igreja. Para 2011, o tema proposto pelo papa foi "Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital".
Diocese de Barra do Piraí/Volta Redonda
A diocese de Barra do Piraí Volta Redonda celebra o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais, com missa presidida pelo bispo diocesano, dom João Maria Messi, na igreja Matriz de São Benedito, em Barra do Piraí (RJ), sob animação da Pastoral da Comunicação Diocesana e Pastoral Litúrgica Diocesana (PASCOM), que elaboraram Roteiro Inculturado específico da realidade da comunicação na diocese, enviado para todas as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da diocese, a fim de celebrar em comunhão com a Solenidade da Ascensão do Senhor.  

Notícias do site Zenit e da RAdio Vaticano

Espanha: Dom Pérez condena "infracultura da morte"
Frente à iminente abertura do primeiro centro de abortos em Navarra

PAMPLONA, quinta-feira, 2 de junho de 2011 (ZENIT.org) - O arcebispo de Pamplona-Tudela, Dom Francisco Pérez, convidou a condenar a "infracultura da morte", frente à abertura do primeiro centro de abortos em Navarra, prevista para depois deste verão boreal na localidade de Ansoáin.

Questionado sobre a atuação adequada dos cristãos diante da primeira solicitude de abertura de uma clínica privada de abortos na comunidade, o prelado apelou a "conscientizar as pessoas de que o aborto procurado é, em sua própria natureza, um crime" e de que aqueles que o realizam e colaboram com ele "nunca terão paz".

Também convidou, em declarações à agência SIC, a pedir "ao Senhor da Vida que fortaleça as mulheres que tenham intenção de abortar e não cometam o terrível crime do aborto", assim como apoiar a cultura da vida.

Abaixo-assinado

Segundo o pequeno grupo juvenil "Alerta Navarra", que, no prazo de um mês, recolheu 7.845 assinaturas contra a abertura deste centro, o Departamento de Saúde do governo de Navarra concedeu a autorização administrativa ao ginecologista José Miguel Gurrea Bilbao para instalar a clínica em sua empresa, Cannaregio, S. L.

Agora só falta a autorização da prefeitura de Ansoáin; em 24 de junho termina o prazo para apresentar alegações e "Alerta Navarra" continua coletando assinaturas em seu blog, http://alertanavarra.wordpress.com, tentando impedir o que considera um "gigantesco latrocínio".

Até agora, o governo de Navarra subvenciona os abortos das mulheres dessa comunidade autônoma transferindo-as a outras províncias.

Desvio intelectual

O arcebispo Pérez afirmou que "nunca e por nenhum conceito ou motivo se pode admitir o aborto voluntário".

Destacou que "as leis que vão contra a vida são inumanas" e que "ninguém tem direito de cometer um crime e menos ainda o aborto, que consiste em matar uma pessoa indefesa".

Reconheceu que a estendida ideia de que "para ser progressista é preciso ser abortista" mostra que "já não existe somente a corrupção moral, com as leis que vão contra a cultura da vida, mas também malversação intelectual".

Referiu-se ao Magistério da Igreja sobre esta questão, recordando que, tanto o Concílio Vaticano II como o Catecismo da Igreja Católica afirmam que a vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção.

E acrescentou que "o Catecismo nos recorda que a cooperação formal (de todos os que colaboram) em um aborto constitui uma falta grave".

"A Igreja sanciona com pena canônica de excomunhão este delito contra a vida humana", recordou.

E destacou que, com isso, a Igreja manifesta "a gravidade do crime cometido, o dano irreparável causado ao inocente a quem se dá morte, aos seus pais e a toda a sociedade".

Finalmente, indicou que a Igreja oferece apoio e companhia de profissionais que podem ajudar as gestantes em situação de risco a seguir adiante com sua gravidez e apoiá-las em tudo aquilo de que precisam.

Em concreto, recordou que em Pamplona existe o centro COSPLAN e concluiu que o ser humano é "mero administrador" da vida, "mas não possuidor dela".

 

URUGUAI, BRASIL E ARGENTINA: DROGAS E FRONTEIRA EM DEBATE

◊   Rivera, 02 jun (RV) – Encerra-se hoje, em Rivera, cidade uruguaia que faz fronteira com Brasil, o 26º Encontro das dioceses de fronteira. O tema deste ano foi a problemática das drogas nas divisas entre Uruguai, Brasil e Argentina. O evento foi organizado pela diocese de Tacuarembó.
Da missa de abertura participaram também autoridades locais e membros da Comissão Nacional para as Drogas. Presentes nos trabalhos ainda cinco bispos e delegações da Argentina, Brasil e Uruguai.

Tendo em conta a realidade do MERCOSUL (Mercado Comum do Sul, constituído por Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai) e a permeabilidade dos lugares de fronteira, os participantes debateram as questões geográficas das divisas desses três países. É sabido que essas regiões são mais suscetíveis ao tráfico e, por tanto, o compromisso assumido foi o de resolver os problemas mais urgentes que tangem a questão.

Esses encontros tiveram início em dezembro de 1991, na cidade de Bela Union, no Uruguai, por iniciativa de dois sacerdotes, Pe. Francisco Barbosa e Pe. Augusto, este vigário pastoral da diocese de Uruguaiana (Brasil).

Rivera faz fronteira com a vizinha Santana do Livramento, no extremo sul do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, e constitui uma conurbação binacional, denominada Fronteira da Paz. (ED)

Missa dos homens

Dois anos de Missa dos homens 


A paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está cheia de motivos para comemorar neste ano de 2011, dentre várias conquistas que tem acumulado.   Nesta quinta feira 2 de junho, em uma celebração belíssima, foi comemorado dois anos de realizações ininterruptas da “Missa dos homens”, uma iniciativa de alguns dos membros da comunidade paroquial com total apoio do Padre Adilson Ribeiro dos Santos.   

Veja o restante da matéria e as fotos da Missa na página da Matriz e os vídeos nos links do you tube no final desta página. 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Fwd: [hagiografia] 2 de junho - São Marcelino e São Pedro, Mártires (+ Roma, 303)

2 de junho - São Marcelino e São Pedro, Mártires (+ Roma, 303)


São Marcelino era sacerdote, e São Pedro havia recebido a ordem menor do exorcistado. Durante a perseguição de Diocleciano foram ambos decapitados e tiveram a honra de ter seus nomes inscritos no Cânon tradicional da Santa Missa.

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

Fwd: Boletim Diário da CNBB, 1 de junho de 2011

Brasília, 1 de junho de 2011 – Nº 2563 
       
REFLEXÃO       
QUARTA-FEIRA - Jo 16, 12-15

O Espírito Santo nos é enviado não apenas como o Consolador. Ele é também o Espírito da Verdade, que nos ensinará toda a verdade. A promessa da presença do Espírito Santo no meio de nós é a garantia da fidelidade da Igreja na busca da compreensão das verdades reveladas nas Sagradas Escrituras. É o Espírito Santo quem abre o coração e a mente de todos os fiéis para que possam compreender melhor as coisas do alto e assim possibilita a todos a melhor vivência da vontade do Pai. É pela ação do Espírito Santo que podemos reconhecer Jesus e glorificar o seu santo Nome.      
       

Diocese de Nova Iguaçu promove curso de formação da Pascom visando o 7º Muticom

"Comunicação, Mobilidade e Relações Humanas", foi o tema do 1° Mutirão de Comunicação da diocese de Nova Iguaçu (RJ).  A equipe da Pastoral de Comunicação conseguiu levar ao Centro de Formação cerca de 150 agentes de 10 Regionais da CNBB. Durante os dias 28 e 29 de maio foram realizadas quatro Conferências e seis oficinas.

"Comunicação, Mobilidade e Redes Sociais" foi a 1ª Conferência proferida pelos professores Miguel Pereira e Sérgio Bonato, ambos da coordenação de comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

A professora Tereza Renou, do Seminário Paulo VI e da Faculdade Estácio de Sá falou sobre "Comunicação hoje, aspectos teológicos e sociais". Ela empolgou a platéia com o tema Comunicação Interpessoal e grupal, desafios e novos caminhos. Encerrando as conferências a Psicóloga da Associação dos Psicólogos Católicos, da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ), Ana Patrícia, orientou o público na Psicologia da Comunicação nas Redes Sociais.

As oficinas abordaram temas como: a pastoral da comunicação, produção de texto para jornais e sites, a influência dos meios de comunicação de massa, comunicação na catequese, comunicação na liturgia e oratória.

Fechando a programação, o bispo diocesano, dom Luciano Bergamin, presidiu uma missa, juntamente com o assessor da Pascom, padre Edmilson da Silva.

Dom Luciano agradeceu e elogiou todo o empenho da equipe que organizou e trabalhou com dedicação e empenho no Mutirão. Ele enfatizou que o 1° Mutirão de Comunicação da diocese não deveria acabar ali, e sim ter uma continuidade na formação de multiplicadores de agentes para fermentar a Pastoral da Comunicação, incentivando todos a participarem do 7° Mutirão Nacional e Comunicação, que acontecerá em julho na PUC-Rio.     


Fwd: [ZP110601] O mundo visto de Roma

Rádio Vaticano

MILITARES SERÃO PROCESSADOS POR MASSACRE DE JESUÍTAS

◊   Madri, 1º mai (RV) – O Tribunal Nacional da Espanha decidiu ontem processar os 20 militares salvadorenhos apontados como responsáveis pela morte de seis sacerdotes jesuítas em El Salvador em 1989. O episódio, um dos mais marcantes dos 12 anos da sangrenta guerra civil no país, ficou conhecido como "o massacre da Uca".

O juiz Eloy Velasco ordenou a busca e prisão internacional para 19 dos acusados. Um deles já está preso pelos crimes de assassinato terrorista (crime de Estado) e crime contra a humanidade no caso dos sacerdotes, cinco deles espanhóis e um salvadorenho.

O crime cometido contra os sacerdotes, um deles reitor da famosa Universidade Centro-Americana (UCA), é um dos mais emblemáticos do conflito armado em El Salvador, que viu o grupo de guerrilha de esquerda Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) enfrentar o Exército Salvadorenho.

Os sacerdotes Ignacio Ellacuría, Armando López, Ignacio Martín Baró, Juan Ramón Moreno, Segundo Montes e Joaquín López y López, este último de El Savador, foram acusados pelo governo direitista da época de proteger os guerrilheiros da FMLN.

A responsabilidade deste caso foi colocada sobre o coronel Guillermo Benavides, que foi preso com outro coronel em 1992, Yusshy Mendoza. Ainda assim, os dois foram libertados pouco mais de um ano depois, beneficiados por uma lei de anistia.

Junto com os sacerdotes foram assassinadas duas mulheres que faziam trabalhos domésticos na residência dos jesuítas.

A ação na Espanha foi perpetrada em 2009 pela Associação Pró-Direitos Humanos da Espanha e pelo Centro de Justiça e Responsabilidade em nome de Alicia Martín Baró, carmelita e irmã de um dos sacerdotes.

Para o diretor da radio Ysuca, Carlos Ayala Ramírez, a punição dos culpados é importante para que El Salvador encontre a paz e a justiça. "O espírito que anima esta iniciativa não é voltar ao passado mais ou menos imediato com sede de vingança, senão com sede de justiça que não exclui o perdão" - opinou.

Em coletiva de imprensa, o reitor da UCA, Pe. Andreu Oliva, insistiu que os autores intelectuais sejam encontrados e disse que os jesuítas estariam dispostos a perdoá-los, caso reconheçam sua culpa.
(CM)

ZENIT - O mundo visto de Roma - Serviço diario - 1 de junho de 2011

Interceder é "querer o querer de Deus", diz Papa
Apresenta Moisés como prefiguração da intercessão de Cristo na cruz

ROMA, quarta-feira, 1º de junho de 2011 (ZENIT.org) – Orar é amar o que Deus ama. E quem intercede, "desejando o desejo de Deus, entra sempre mais profundamente no conhecimento do Senhor e da sua misericórdia e se torna capaz de um amor que chega até o dom total de si mesmo".

Esta foi a meditação que o Papa compartilhou na audiência geral de hoje, acerca da oração, desta vez falando sobre a passagem do Livro do Êxodo em que o povo de Israel trai o Deus que o livrou do Egito, construindo um bezerro de ouro para adorar.

Com a ameaça do castigo, explicou o Papa, Deus leva Moisés a interceder pelos israelitas, para poder perdoá-lo e, assim, levar a cumprimento a obra de salvação e manifestar sua verdadeira realidade aos homens.

"A oração de intercessão torna operativa, dessa maneira, a misericórdia divina, que encontra sua voz na súplica de quem reza e se torna presente através dele onde há necessidade de salvação."

A salvação de Deus envolve misericórdia, afirmou o Papa, mas "sempre denuncia a verdade do pecado, do mal que existe, para que, assim, o pecador, reconhecendo e rejeitando o próprio mal, possa se deixar perdoar e transformar por Deus".

A intercessão de Moisés "não desculpa o pecado do seu povo, não enumera supostos méritos nem do povo nem seus, mas apela à gratuidade de Deus: um Deus livre, totalmente amor, que não cessa de buscar quem se afasta, que permanece sempre fiel a si mesmo e que oferece ao pecador a possibilidade de voltar a Ele e converter-se, com o perdão, em justo e capaz de ser fiel".

Em resumo, Moisés pede a Deus "que se mostre mais forte que o pecado e que a morte e, com sua oração, provoca esta revelação divina".

Doação de si mesmo

Em referência à expressão que Moisés utiliza para interceder pelo povo - "Mas agora perdoa-lhes o pecado; senão, risca-me do livro que escreveste" -, o Santo Padre explicou que nela "os Padres da Igreja viram uma prefiguração de Cristo, que, no alto da cruz, realmente está diante de Deus, não só como amigo, mas como Filho".

Jesus, na cruz, não só se oferece – "risca-me" -, mas, "com seu coração atravessado, faz-se 'riscar'"; "sua intercessão não é só solidariedade, mas se identifica conosco; Ele nos carrega em seu corpo. E assim, toda a existência do homem e do Filho é o grito ao coração de Deus, é perdão, mas um perdão que transforma e renova".

Por isso, o Pontífice convidou os presentes a acreditarem que "Cristo está diante do rosto de Deus e reza por mim. Sua oração na cruz é contemporânea a todos os homens, contemporânea a mim: Ele reza por mim, sofreu e sofre por mim, identificou-se comigo, tomando nosso corpo e a alma humana".

"Do alto cume da cruz, Ele não trouxe novas leis, tábuas de pedra, mas trouxe a si mesmo, seu corpo e seu sangue, como nova aliança. Assim, torna-nos consanguíneos a Ele, um corpo com Ele, identificados com Ele."

Jesus nos convida "a entrar nessa identificação, a estar unidos a Ele em nosso desejo de ser um corpo, um espírito com Ele. Oremos ao Senhor para que esta identificação nos transforme, nos renove, porque o perdão é renovação e transformação".

EN: Noticiário da Rádio Vaticano 31-05-2011

31-05-2011 - Igreja no Brasil

PAPA: "CRIATIVIDADE E CONSCIÊNCIA NO USO DA INTERNET"
◊   Cidade do Vaticano, 31 mai (RV) - Com o tema 'Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital', celebra-se domingo, 5 de junho, o 45.º Dia Mundial das Comunicações Sociais.
Todas as dioceses do Brasil receberam da Conferência Episcopal um livreto com a Mensagem de Bento XVI para a data; uma reflexão do presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação Social da Conferência dos Bispos, Dom Orani João Tempesta; e uma reflexão da jornalista e doutora em comunicação social, a paulina Irmã Joana Puntel, sobre o tema; além de algumas sugestões para a celebração e a animação do DMC.
Para a assessora do Setor de Comunicação Social da CNBB, Irmã Elide Fogolari, "a Igreja precisa fazer da comunicação um meio para que a boa nova de Jesus Cristo chegue a todas as pessoas. O Papa Paulo VI já dizia que se nós não conseguimos compreender a comunicação, fica difícil chegar a todas as pessoas; e vamos nos sentir culpados se a Igreja não usar dos meios de comunicação para a evangelização".
Em sua mensagem, o papa convida os cristãos a estarem presentes "com criatividade consciente e responsável" na Internet e nas redes sociais, afirmando que estas se tornaram "parte integrante da vida humana".
"Tal como a revolução industrial produziu uma mudança profunda na sociedade através das novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, também hoje a profunda transformação operada no campo das comunicações guia o fluxo de grandes mudanças culturais e sociais" - assinala Bento XVI.
O Dia Mundial das Comunicações Sociais é a única celebração do gênero decidida pelo Concílio Vaticano II (Decreto "Inter Mirifica", de 1963), e é celebrado na maioria dos países no domingo que antecede a solenidade de Pentecostes.

DOM EDUARDO E OS DESAFIOS DOS JOVENS BRASILEIROS
◊   Cidade do Vaticano, 31 mai (RV) - OCardeal Arcebispo de São Paulo Dom Odilio Pedro Scherer enviou nesta última semana através do site da arquidiocese uma mensagem aos jovens que se preparam para participar, em agosto próximo, da Jornada Mundial da Juventude em Madri (JMJ).
Dom Odilo destacou que as JMJ são verdadeiras manifestações de fé que servem para promover a mensagem cristã no mundo. Sublinhou ainda que o texto de S. Paulo escolhido pelo Papa Bento XVI para servir de tema a esta jornada é um desafio, pois exorta todos os jovens a "ficarem firmes no que se aprendeu do Evangelho".
O cardeal vai mais longe ao dizer que este tema "Enraizados e edificados em Cristo, Firmes na fé" é um compromisso de que a fé dos jovens deve ser forte para que não sejam levados "por qualquer vento de doutrina, como folhas levadas pelo vento, planta sem raiz, casa construída sobre a areia...".
Neste verão cerca de 10 mil jovens de todo o Brasil preparam-se para ir a Madri para celebrar esta grande festa de fé que é a JMJ.
Mas sobre os nossos jovens brasileiros e os grandes desafios que ele devem superar todos os dias, nós conversamos com Dom Eduardo Pinheiro da Silva, que é bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB. Inicialmente Dom Eduardo nos falou do drama da violência que atinge a juventude brasileira. (SP)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Fwd: [hagiografia] 1 de Junho - São Justino, Mártir (+ Roma, 167)

1 de Junho - São Justino, Mártir (+ Roma, 167)

Nascido na Palestina, de família pagã, fez estudos filosóficos profundos e adquiriu grande cultura. O amor à verdade levou-o, pouco a pouco, a rejeitar os sistemas filosóficos pagãos e a converter-se ao Cristianismo. Foi, no seu século, o mais ilustre defensor da verdade católica contra os preconceitos pagãos. Embora leigo, é considerado o primeiro dos Padres da Igreja, logo depois dos primitivos Padres Apostólicos. Em Roma, dedicou-se ao apostolado, especialmente nos meios cultos, nos quais se movimentava com desembaraço. Escreveu muitas obras, mas somente três chegaram até nós. Sofreu o martírio por decapitação, depois de ter sido açoitado.

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

Fwd: Boletim Diário da CNBB, 31 de maio de 2011

 Brasília, 31 de maio de 2011 – Nº 2562 
       
REFLEXÃO       
SEGUNDA-FEIRA - Lc 1, 39-56

O encontro de Maria com Isabel nos mostra um pouco do que deve ser um encontro de verdadeiro amor entre duas pessoas. Por um lado, vemos Maria, que vai ao encontro de Isabel assim que sabe da sua situação, vai para servir, fazer com que seu amor se transforme em gesto concreto. Quando encontra Isabel, a saúda, pois valoriza aquele momento de encontro e também a pessoa com quem se encontra. Por outro lado, vemos Isabel que, ao ver sua prima, exalta imediatamente todos os seus valores como mãe do seu Senhor, assim como as suas virtudes. E este encontro termina com um cântico de exaltação ao amor de Deus.      
 


Igreja no mundo

Príncipes espanhóis apoiam Jornada Mundial da Juventude
Audiência com cardeal Rouco Varela, benfeitores e organizadores
 
MADRI, terça-feira, 31 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Nesta segunda-feira, os príncipes de Astúrias, Felipe e Letizia, receberam os representantes da Fundación Madrid Vivo e os membros do Comitê Organizador da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
A Fundación Madrid Vivo é uma das fundações que estão colaborando para a JMJ seja uma realidade.
Os príncipes de Astúrias mostraram seu apoio e entusiasmo diante deste grande acontecimento, de importante projeção internacional e social. Além disso, manifestaram estar acompanhando de perto os preparativos da JMJ, que, segundo os organizadores, são uma ocasião única para a Espanha.
Na audiência, o cardeal de Madri e presidente do comitê organizador desta JMJ, Antonio María Rouco Varela, falou da “geração da esperança”, referindo-se aos muitos jovens que irão à JMJ procedentes do mundo inteiro, e descobrirão nela uma visão esperançadora e cheia de alegria da vida, na qual a “civilização do amor” não é uma utopia.
Os organizadores entregaram aos príncipes de Astúrias algumas camisetas da JMJ para suas filhas e um relojo da JMJ para cada um.
Não é a primeira vez que o príncipe Felipe mostra seu apoio à JMJ. Por ocasião da visita de Bento XVI a Santiago de Compostela, em novembro passado, o príncipe de Astúrias ressaltou diante do Papa a honra de celebrar a JMJ em Madri. Também no dia da beatificação de João Paulo II, ele se despediu do Papa com uma “Santo Padre, nós o esperamos em Madri!”.
Cerca de 400 mil jovens, de 182 países, já se inscreveram para a JMJ de Madri, de agosto.

Rádio Vaticano


terça-feira, 31 de maio de 2011

Pastoral da Criança

Este é um e-mail de (Pastoral da Criança) enviado por jorge (jdfotoarte@gmail.com). Talvez você ache este link interessante: http://www.pastoraldacrianca.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1060:acao-da-pastoral-da-crianca-contribui-para-melhoria-da-saude-infantil-reconhece-estudo&catid=46:nacionais&Itemid=38

Fwd: [hagiografia] 31 de Maio - Nossa Senhora da Visitação

31 de Maio - Nossa Senhora da Visitação

Neste dia a Igreja festeja a visita de Nossa Senhora (que já portava em seu seio puríssimo a Nosso Senhor Jesus Cristo) a sua prima Santa Isabel, que se achava grávida e da qual nasceria São João Batista, o Precursor.

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

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ZENIT - O mundo visto de Roma - Serviço diario - 30 de maio de 2011

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Papa pede um projeto de nova evangelização - "Ser cristão não é um traje que se veste de forma privada", afirma

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 30 de maio de 2011 (ZENIT.org) - Em uma sociedade como a de hoje, frequentemente marcada pela secularização, a Igreja tem o dever de oferecer aos homens e mulheres "um renovado anúncio de esperança".

Foi o que disse hoje o Papa Bento XVI, ao receber em audiência os participantes da Plenária do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização. Este organismo foi instituído no ano passado para dar "um princípio operativo" à necessidade de "oferecer uma resposta particular ao momento de crise da vida cristã".

"O termo 'nova evangelização' recorda a exigência de uma renovada modalidade de anúncio, sobretudo para aqueles que vivem em um contexto, como o atual, em que os desenvolvimentos da secularização têm deixado pesadas marcas também em países de tradição cristã", afirmou o Papa em seu discurso. 

"Sublinhar que neste momento da história a Igreja está chamada a realizar uma nova evangelização quer dizer intensificar a ação missionária para corresponder plenamente ao mandato do Senhor."

No atual contexto – reconheceu – "a crise que se vive leva consigo os traços da exclusão de Deus da vida das pessoas" e "de uma generalizada indiferença em relação à fé cristã, indo até a tentativa de marginalizá-la da vida pública".

"Assiste-se ao drama da fragmentação, que não consente em ter uma referência de união; ademais, verifica-se frequentemente o fenômeno de pessoas que desejam pertencer à Igreja, mas que são fortemente influenciadas por uma visão da vida que contrasta com a fé."

"Anunciar Jesus Cristo, único Salvador do mundo, parece ser hoje mais complexo que no passado; mas nosso dever é idêntico, como no alvorecer de nossa história", reconheceu o Papa. "A missão não mudou, assim como não devem mudar o entusiasmo e a valentia que impulsionaram os Apóstolos e os primeiros discípulos".

"O Espírito Santo que os alentou a abrir as portas do cenáculo, tornando-os Evangelizadores, é o mesmo Espírito que move hoje a Igreja em um renovado anúncio de esperança aos homens de nosso tempo".

A nova evangelização – indicou – "deverá encarregar-se de encontrar os caminhos para tornar mais eficaz o anúncio da salvação, sem o qual a existência pessoal permanece em sua contradição e privada do essencial".

"Também em quem permanece o laço com as raízes cristãs, mas vive a difícil relação com a modernidade, é importante fazer compreender que o ser cristão não é uma espécie de traje que se veste de forma privada ou em ocasiões particulares, mas algo vivo e integral, capaz de assumir tudo que há de bom na modernidade."

Neste contexto, o Papa pediu "um projeto que seja capaz de ajudar toda a Igreja e as diferentes Igrejas particulares em seu compromisso com a nova evangelização", em que "a urgência por um renovado anúncio se encarregue da formação, em particular das novas gerações", e "se conjugue com a proposta de sinais concretos para fazer evidente a resposta que a igreja pretende oferecer neste momento especial".

Dado que "o estilo de vida dos crentes precisa de uma genuína credibilidade, tanto mais convincente quanto mais é dramática a condição daqueles aos quais se dirigem", o Papa concluiu com palavras da exortação Evangelii nuntiandi, de Paulo VI: "Será pois, pelo seu comportamento, pela sua vida, que a Igreja há de, antes de mais nada, evangelizar este mundo; ou seja, pelo seu testemunho vivido com fidelidade ao Senhor Jesus, testemunho de pobreza, de desapego e de liberdade frente aos poderes deste mundo; numa palavra, testemunho de santidade".

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Noticias Católicas

 Rádio Vaticano - 30-05-2011

Papa e Santa Sé

·  PAPA: "EXEMPLO É A MELHOR EVANGELIZAÇÃO"

·  PAPA AOS BISPOS INDIANOS: A PALAVRA DE DEUS ESTÁ RENDENDO FRUTOS ESPIRITUAIS NA IGREJA DO PAÍS

Igreja na América Latina

·  IGREJA NA NICARÁGUA DENUNCIA CONFUSÃO DE VALORES

·  IGREJA EM EL SALVADOR PEDE REINTEGRAÇÃO DE HONDURAS À OEA

Igreja no Mundo

·  ÍNDIA: COMPROMISSO DO NOVO ARCEBISPO-MOR DOS SIRO-MALABARENSES EM FAVOR DA COMUNHÃO E DO DIÁLOGO

·  MOVIMENTO DOS "INDIGNADOS" IMPÕE DESAFIOS À IGREJA NA ESPANHA

·  CONSELHO MUNDIAL DAS ORGANIZAÇÕES FEMININAS CATÓLICAS REÚNE-SE EM ROMA

·  PUBLICAÇÃO DEFENDE LINGUAGEM COMUM ENTRE CIÊNCIA, FILOSOFIA E TEOLOGIA

·  ENVIADO ESPECIAL DO PAPA CONCLUI, NO SUL DA ITÁLIA, CELEBRAÇÃO DIOCESANA DO ANO PAULINO

·  IGREJAS EM JERUSALÉM REZARÃO PELA PAZ NA TERRA SANTA

Formação

·  NOVO TESTAMENTO: EPÍSTOLA AOS COLOSSENSES

Atualidades

·  UNIÃO EUROPEIA REÚNE LÍDERES RELIGIOSOS PARA DISCUTIR PRIMAVERA ÁRABE

·  CAMPANHA CONTRA O FUMO: 650 MIL MORTES POR ANO NA UE

Papa e Santa Sé

 

PAPA: "EXEMPLO É A MELHOR EVANGELIZAÇÃO"

◊   Cidade do Vaticano, 30 mai (RV) - Bento XVI começou esta semana de trabalho recebendo os participantes da Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização: um grupo de cardeais, bispos e sacerdotes membros do dicastério.
Este Conselho foi criado em junho do ano passado como resposta à crise da vida cristã que se verifica em muitos países de tradições antigas. Como presidente, o papa nomeou Dom Salvatore Fisichella, que na audiência desta manhã, ilustrou a Bento XVI os trabalhos da primeira Assembleia.

A Nova Evangelização e a transmissão da fé cristã serão o tema da XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, em outubro de 2012.

Para o papa, a atual crise traz consigo a exclusão de Deus da vida das pessoas, a indiferença generalizada em relação à fé e a tentativa de marginalizá-la da vida pública. Enquanto no passado a fé plasmou a cultura dos povos, hoje o drama da fragmentação dificulta o sentimento de pertença. Muitas vezes, as pessoas desejam fazer parte da Igreja, mas se deixam dominar por uma visão da vida contrastante com a fé.
Anunciar Jesus Cristo hoje é mais complicado do que no passado; em nossos dias, o anúncio precisa de novo vigor para convencer o homem contemporâneo, distraído e insensível. Nesta difícil relação com a modernidade, é bom esclarecer que ser cristão não é um hábito íntimo a ser praticado em ocasiões especiais, mas é algo vivo e totalizador.
Neste contexto, Bento XVI ressaltou a urgência de uma boa formação das novas gerações, através de um projeto que evidencie a presença da Igreja neste momento tão peculiar.
Ao encerrar seu discurso, o papa recomendou que "o estilo de vida dos cristãos seja crível e coerente com a condição de vida das pessoas às quais se dirigem" e recordou que é mediante a sua conduta que a Igreja pode evangelizar o mundo: com o exemplo de pobreza, despojo e liberdade diante dos poderes mundanos, ou seja, sendo modelo de santidade.

Fwd: [hagiografia] 30 de Maio - Santa Joana d'Arc, Virgem (+ Rouen, França, 1431)

30 de Maio - Santa Joana d'Arc, Virgem (+ Rouen, França, 1431)

A donzela suscitada por Deus para libertar a França dos ingleses, depois de vencer as resistências dos que não queriam reconhecer a sua missão, conseguiu obter vitórias espantosas sobre os invasores e obteve a coroação do rei Carlos VII em Reims. Sua obra parecia terminada, mas Deus ainda queria dela um sacrifício supremo. Traída e entregue aos ingleses, foi julgada iniquamente e queimada como feiticeira. Mais tarde a Igreja a reabilitou e reconheceu a heroicidade de suas virtudes. Foi beatificada em 1909, pelo Papa São Pio X, e canonizada por Bento XV em 1920.

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

Notícias do Vaticano

ZENIT - O mundo visto de Roma - Serviço diario - 29 de maio de 2011

Santa Sé

Deus chora na Terra

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Deus chora na Terra

A ancestral Igreja na Etiópia - Entrevista com o arcebispo de Addis Abeba
ROMA, domingo, 29 de maio de 2011 (ZENIT.org) - A Igreja na Etiópia remonta ao apóstolo Felipe, que, conforme os Atos dos Apóstolos, batizou um etíope. O país mantém até hoje a maioria cristã, embora apenas 1% do povo seja católico.
O arcebispo da capital Addis Abeba e presidente da Conferência Episcopal da Etiópia e da Eritreia, Berhneyesus Souraphiel, conversa com o programa de televisão Deus chora na Terra, da Catholic Radio and Television Network (CRTN), em colaboração com Ajuda à Igreja que Sofre.
- A Etiópia é mencionada 78 vezes na Bíblia e foi o segundo país a reconhecer oficialmente o cristianismo. A Igreja na Etiópia é uma das mais antigas do mundo. E hoje, como está a Igreja etíope?
Dom Souraphiel: A Igreja da Etiópia remonta aos tempos apostólicos, quando Felipe batizou o eunuco etíope. Ela é mencionada no capítulo oitavo dos Atos dos Apóstolos. Virou religião do estado oficialmente, no século IV. O primeiro bispo, São Frumêncio, foi ordenado por Santo Atanásio de Alexandria. Com esse primeiro bispo, que foi um sírio, a Etiópia se tornou oficialmente um país cristão. Foi o segundo país que declarou o cristianismo como religião do estado, depois da Armênia.
- E como é a vida dos fiéis de hoje?
Dom Souraphiel: É surpreendente dizer isso, mas o cristianismo é tão inculturado que não dá mais para separar a cultura e a religião na Etiópia. As pessoas vivem a religião, está no sangue, está na nossa história. Ela está na terra da Etiópia porque os monges, no século IX, construíram muitos mosteiros e traduziram muitos escritos espirituais de várias línguas para o etíope; então as pessoas compreenderam o cristianismo desde o início na sua própria língua.
- Os cristãos representam 60% da população, mas os católicos só 1%. Quais são as tradições cristãs que existem na Etiópia?
Dom Souraphiel: Os cristãos são a maioria na Etiópia. A Igreja ortodoxa tem cerca de 44%, os protestantes uns 18%, os católicos 1%. Ou seja, 62% da população é cristã. A Etiópia sempre perseverou como um país cristão, e isso é por proteção divina, como nós dizemos. Se você olhar, vários antigos países cristãos, do Egito até Marrocos, todo o norte da África, onde nós temos grandes santos como Agostinho, Tertuliano, Cipriano, eles não têm mais a maioria cristã. Como nós dizemos na Etiópia, aqui continua sendo um país de maioria cristã, graças à proteção de Deus e de Nossa Senhora.
- É interessante, porque o islã, desde o começo, procurou refúgio na Etiópia, por causa da perseguição, e a Etiópia foi o único país que acolheu os seguidores de Maomé...
Dom Souraphiel: Pois é. Quando o profeta Maomé foi perseguido em Meca e não sabia para onde mandar os seguidores dele, para salvá-los, o primeiro país que ele pensou foi a Etiópia. Ele falou para eles: “Vão para a Etiópia, lá tem um imperador cristão. Ele vai receber vocês e vocês ficam lá até as coisas melhorarem”. Eles vieram para cá e foram bem recebidos. Graças a esse acolhimento, está escrito no Hadith: “Não toqueis os etíopes. Não toqueis o país dos elefantes. Eles foram bons para conosco”. E é assim, tradicionalmente, historicamente, existe uma coexistência pacífica entre os muçulmanos e os cristãos aqui na Etiópia.
- Todo cristão na Etiópia, no batismo, recebe um mateb. O que é o mateb e o que ele significa?
Dom Souraphiel: O mateb é um cordão que se usa no pescoço. Ele é entregue no batismo, a pessoa usa sempre, é um sinal de quem é cristão. Não importa se é praticante, se vai à igreja; é cristão. E qualquer um que vê o mateb sabe que aquela pessoa é um cristão, que segue as normas cristãs, que cumpre os mandamentos da Igreja, como o jejum, etc. É um sinal externo de quem é cristão.
- É comum os etíopes tatuarem a cruz no pulso. É uma tradição só dos ortodoxos ou dos católicos também?
Dom Souraphiel: Dos ortodoxos, principalmente. Veja só, a cruz é um sinal de vitória para os cristãos, Cristo destruiu o pecado e a morte. Na Etiópia a cruz está em toda parte, em cima das igrejas, em cima das casas, nas tatuagens na testa ou na mão, na roupa das pessoas, nos escritos, manuscritos. Existem mais de duzentos desenhos da cruz etíope. Os sacerdotes seguram a cruz na mão para as pessoas beijarem e venerarem. Nós celebramos a Festa do Achado da Cruz, que nos lembra que a rainha Helena, a mãe de Constantino, achou três cruzes numa escavação em Jerusalém e descobriu a verdadeira cruz em que Jesus foi crucificado, através da cura de um doente. A cruz tem um papel enorme na Etiópia, e uma parte da cruz verdadeira está num dos mosteiros da Etiópia, o Gishen Mariam.
- A Etiópia também carrega muitas cruzes. É um dos países mais pobres do mundo. Quais são os desafios concretos hoje na Etiópia?
Dom Souraphiel: O maior desafio é a pobreza material. A população aumentou. A Etiópia tem cerca de 80 milhões de pessoas, e a seca e a fome, além dos conflitos, da guerra civil, viraram as grandes cruzes da Etiópia. A Etiópia passou muita fome durante muito tempo. O problema número um na Etiópia é a pobreza, como derrotar a pobreza. É isso que o governo está tentando fazer e o que a Igreja quer vencer.
- A Igreja oferece 90% dos serviços sociais na Etiópia. Como ela pode ser tão ativa, apesar de ser minoritária?
Dom Souraphiel: Você tem razão; a Igreja católica é uma minoria, cerca de 1%, e realiza a maior parte dos serviços sociais: centros de saúde, escolas e centros sociais. A Igreja começou buscando e perguntando: que necessidades tem a Etiópia? As necessidades estão, evidentemente, relacionadas com a pobreza. Por exemplo, se uma criança de menos de cinco anos não tem acesso a água potável, morrerá, porque a água potável pra ela é fundamental. Os que superam os cinco anos normalmente têm garantido viver até os 48 ou 50 anos – que é a expectativa de vida na Etiópia. A Igreja luta pela vida. As crianças precisam de educação. Temos mais de 200 escolas na Etiópia, sobretudo nas zonas rurais.
- O governo tem confiança no trabalho.
Dom Souraphiel: Sim, porque não há discriminação. Os serviços oferecidos pela Igreja estão abertos a todos – cristãos e muçulmanos.
- Foi concedido à Igreja um maior espaço devido aos serviços que presta ao país?
Dom Souraphiel: É um desafio para os católicos: ser testemunhas da doutrina social da Igreja, ser bons vizinhos, respeitar os demais, e fazer mais, porque as expectativas da Igreja são altas. Gostaria de agradecer ao apoio da Igreja universal. Trabalhamos junto à Igreja universal e junto a todos que estão com ela, como, por exemplo, Ajuda à Igreja que Sofre. Apoiam-nos em muitos projetos que temos, em todas as dioceses, e podemos fazer esse trabalho graças a nossos benfeitores na Europa e nos Estados Unidos.
- Que contribuição a Igreja na África pode dar à Igreja universal?
Dom Souraphiel: Eu diria que seus valores. A Igreja na África tem os valores familiares. A família é muito importante. Recordo o Santo Padre em Camarões. Nós o recebemos e nos alegramos de ver tantos africanos o acolhendo no estádio. O arcebispo de Yaoundé disse-lhe: “Sabe, santidade, na África, chamados os bispos de avôs, e o senhor é nosso bisavô”. O Papa estava feliz. Temos respeitos pelos pais, pelos nossos anciãos, por nossos antepassados e por todos que nos cercam. Todo ser humano tem um valor, que não se pode medir só por coisas materiais. A África pode contribuir com esse valor para o mundo.
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Esta entrevista foi realizada por Mark Riedemann para "Deus chora na terra", um programa rádio-televisivo semanal produzido por ‘Catholic Radio and Television Network', (CRTN), em colaboração com a organização católica Ajuda à Igreja que Sofre.
Mais informação em www.aisbrasil.org.br, www.fundacao-ais.pt.

Rádio Vaticano

Formação - SOMOS IGREJA E NÃO EMPRESA
◊   Maringa, 28 maio (RV) - "Estamos no mundo, mas não somos do mundo" (Jo 17,16). Diante desta afirmação de Jesus, não precisamos nos preocupar em competir no mercado, nem buscar ser os melhores ou maiores. Somos comunidade de pessoas que creem em um só caminho, que é Jesus. "Eu sou o caminho a verdade e a vida". (Jo14,6)
A comunidade deve ser cada vez mais uma comunidade de pessoas livres, profundamente marcadas por um relacionamento pessoal com Jesus. Nós não temos uma mercadoria para ser vendida e sim uma proposta de vida a ser vivida.
No seu livro "Luz do Mundo", o Papa Bento XVI, em uma conversa com o jornalista alemão, Peter Seewald, tratando dos mais variados assuntos, afirma: "Não somos um centro de produção, não somos uma empresa voltada para o lucro, somos Igreja. Somos uma comunidade de pessoas que vivem na fé. Nossa tarefa não é criar um produto ou conseguir êxito nas vendas. Nossa tarefa é viver exemplarmente a fé, anunciá-la, e mantermo-nos em uma relação profunda e, assim com o próprio Deus, não ser um grupo utilitarista, mas uma comunidade de pessoas livres que se doam, e que atravessam nações e culturas, o tempo e o espaço".
A única competição que vale a pena é aquela de quem é capaz de amar mais. Na dinâmica do amor, criar relacionamentos verdadeiros, estabelecer laços de unidade, buscar o que nos une e não o que nos divide, seja no âmbito interno, da comunidade, como externo. Assim seremos um testemunho que atrai pessoas sedentas de uma experiência de fé, desejosas de uma comunidade onde todos se querem bem e buscam colocar em prática os ensinamentos do evangelho. Esse é o desejo de Jesus: "Que todos sejam um, como Tu, Pai, estás em mim e eu em ti. E para que eles estejam em nós, afim de que o mundo acredite que tu me enviaste". ( Jo, 17,21)
Estamos no mundo da concorrência, da competição, da propaganda, do consumismo. Porém, nunca podemos entrar neste mesmo esquema, que escraviza, tirando a liberdade de ação e pensamento. Por isso a missão da Igreja Católica e das demais igrejas é ser um caminho concreto, um meio de levar a proposta do Evangelho de Jesus para o cotidiano.
Então fica difícil entender que o preconceito religioso possa ser algo inerente ao cristianismo, fazendo com que frequentadores de algumas denominações não aceitem esse ou aquele irmão porque ele é desta ou daquela igreja, como se fosse a igreja, a religião que garantissem a Salvação.
Fica difícil entender que seja do Evangelho a atitude de um cristão que se nega entrar na igreja do outro porque "lá não é de Deus".
Não entendo que faça parte do Evangelho afirmar que "aqui tem salvação e lá não", que "aqui há milagres e lá não", que "aquela igreja leva para o inferno e aqui não".
Não posso entender que seja do Evangelho de Nosso Senhor Jesus, orar para que "aquela igreja não vá pra frente". Quando e como o mundo vai acreditar no Senhor Jesus se os cristãos viverem competindo como se fossem empresas buscando clientes?
Tenho participado do Grupo de Diálogo Inter-religioso (GDI). Que experiência maravilhosa! Sentar juntos, orar juntos, dialogar sem preconceitos com o monge budista, com o xeique muçulmano, com os lideres da fé Bahá'í, com os líderes do candomblé e da umbanda, com os representantes do espiritismo, com representantes do Cristianismo, evangélicos e católicos.
Um testemunho vivo de que é possível viver sem concorrência, sem querer ser melhores ou maiores. Ali vale o amor entre pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus. O caminho a percorrer é longo. Não podemos permanecer nas diferenças e sim fazer a diferença neste mundo dividido, competitivo e empresarial.
Que neste caminho não nos falte a coragem de quebrar as máscaras criadas em nome do Evangelho, e deixar brilhar o verdadeiro rosto de quem descobriu o verdadeiro rosto amoroso de Deus, que amou por primeiro, que ama a todos, que ama sempre, sem olhar se este ou aquele é desta ou daquela igreja.

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá

domingo, 29 de maio de 2011

EN: [hagiografia] 28 de Maio - São Germano de Paris, Bispo e Confessor (+ 576)

28 de Maio - São Germano de Paris, Bispo e Confessor (+ 576)

Sua mãe, precursora de tantas mães hedonistas e desnaturadas de nossos dias, não desejava seu nascimento e quis abortá-lo, sem o conseguir. Ainda criança, uma tia quis envenená-lo, mas Deus mais uma vez o preservou. Educado por um parente que era ermitão, São Germano foi bispo de Paris e teve grande influência na Corte merovíngia.
Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

EN: [hagiografia] 29 de Maio - São Maximino de Trèves, Bispo e Confessor (+ França, 349)

29 de Maio - São Maximino de Trèves, Bispo e Confessor (+ França, 349)

Bispo de Trèves, destacou-se na luta contra os erros do arianismo. Teve a coragem de acolher Santo Atanásio, bispo de Alexandria, que por ser anti-ariano fora desterrado para Trèves pelo imperador.
http://www.lepanto.com.br

EN: Boletim Diário da CNBB, 27 de maio de 2011

Brasília, 27 de maio de 2011 – Nº 2561 
       
REFLEXÃO - SEXTA-FEIRA - Jo 15, 12-17
Jesus não quer que nós sejamos seus servos, mas seus amigos. O servo trabalha em função do seu salário e não tem nenhum compromisso com o seu senhor além do vínculo do trabalho. O amigo é comprometido com o outro, acredita nos seus valores e luta com ele na conquista de um ideal comum. Assim, quando Jesus nos chama de amigos, ele quer dizer que está compromissado conosco na construção do ideal do Reino de Deus e quer que todos nós também sejamos seus amigos, comprometidos com ele na construção da civilização do amor.

NOTÍCIAS       
Diocese de Campina Grande prepara Diretório Pastoral para os Sacramentos       
Pastoral Afro-brasileira lamenta morte de Abdias do Nascimento 
"Linhas de ação para o diaconado permanente" é o tema de discussão hoje no 2º CLADP
Crime no Pará: Comissão da CNBB divulga declaração     
Regional Sul 1 realiza Assembleia em Aparecida 
Diocese de Balsas é destaque na elaboração de projetos sociais no interior do Maranhão  www.cnbb.org.br www.cnbb.org.br/liturgia

EN: Noticiário da Rádio Vaticano 28/05/2011

28/05/2011 - Papa e Santa Sé
Igreja no Mundo - ECONOMIA DE COMUNHÃO CELEBRA SEUS 20 ANOS DE TRABALHOS POR UM MUNDO MAIS HUMANO
◊   Cidade do Vaticano, 28 maio (RV) - Os 20 anos da Economia de Comunhão, citada na Encíclica Caritas in Veritate de Bento XVI. (ED)

Formação - SOMOS IGREJA E NÃO EMPRESA
◊   Maringa, 28 maio (RV) - "Estamos no mundo, mas não somos do mundo" (Jo 17,16). Diante desta afirmação de Jesus, não precisamos nos preocupar em competir no mercado, nem buscar ser os melhores ou maiores. Somos comunidade de pessoas que creem em um só caminho, que é Jesus. "Eu sou o caminho a verdade e a vida". (Jo14,6)
A comunidade deve ser cada vez mais uma comunidade de pessoas livres, profundamente marcadas por um relacionamento pessoal com Jesus. Nós não temos uma mercadoria para ser vendida e sim uma proposta de vida a ser vivida.
No seu livro "Luz do Mundo", o Papa Bento XVI, em uma conversa com o jornalista alemão, Peter Seewald, tratando dos mais variados assuntos, afirma: "Não somos um centro de produção, não somos uma empresa voltada para o lucro, somos Igreja. Somos uma comunidade de pessoas que vivem na fé. Nossa tarefa não é criar um produto ou conseguir êxito nas vendas. Nossa tarefa é viver exemplarmente a fé, anunciá-la, e mantermo-nos em uma relação profunda e, assim com o próprio Deus, não ser um grupo utilitarista, mas uma comunidade de pessoas livres que se doam, e que atravessam nações e culturas, o tempo e o espaço".
A única competição que vale a pena é aquela de quem é capaz de amar mais. Na dinâmica do amor, criar relacionamentos verdadeiros, estabelecer laços de unidade, buscar o que nos une e não o que nos divide, seja no âmbito interno, da comunidade, como externo. Assim seremos um testemunho que atrai pessoas sedentas de uma experiência de fé, desejosas de uma comunidade onde todos se querem bem e buscam colocar em prática os ensinamentos do evangelho. Esse é o desejo de Jesus: "Que todos sejam um, como Tu, Pai, estás em mim e eu em ti. E para que eles estejam em nós, afim de que o mundo acredite que tu me enviaste". ( Jo, 17,21)
Estamos no mundo da concorrência, da competição, da propaganda, do consumismo. Porém, nunca podemos entrar neste mesmo esquema, que escraviza, tirando a liberdade de ação e pensamento. Por isso a missão da Igreja Católica e das demais igrejas é ser um caminho concreto, um meio de levar a proposta do Evangelho de Jesus para o cotidiano.
Então fica difícil entender que o preconceito religioso possa ser algo inerente ao cristianismo, fazendo com que frequentadores de algumas denominações não aceitem esse ou aquele irmão porque ele é desta ou daquela igreja, como se fosse a igreja, a religião que garantissem a Salvação.
Fica difícil entender que seja do Evangelho a atitude de um cristão que se nega entrar na igreja do outro porque "lá não é de Deus".
Não entendo que faça parte do Evangelho afirmar que "aqui tem salvação e lá não", que "aqui há milagres e lá não", que "aquela igreja leva para o inferno e aqui não".
Não posso entender que seja do Evangelho de Nosso Senhor Jesus, orar para que "aquela igreja não vá pra frente". Quando e como o mundo vai acreditar no Senhor Jesus se os cristãos viverem competindo como se fossem empresas buscando clientes?
Tenho participado do Grupo de Diálogo Inter-religioso (GDI). Que experiência maravilhosa! Sentar juntos, orar juntos, dialogar sem preconceitos com o monge budista, com o xeique muçulmano, com os lideres da fé Bahá'í, com os líderes do candomblé e da umbanda, com os representantes do espiritismo, com representantes do Cristianismo, evangélicos e católicos.
Um testemunho vivo de que é possível viver sem concorrência, sem querer ser melhores ou maiores. Ali vale o amor entre pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus. O caminho a percorrer é longo. Não podemos permanecer nas diferenças e sim fazer a diferença neste mundo dividido, competitivo e empresarial.
Que neste caminho não nos falte a coragem de quebrar as máscaras criadas em nome do Evangelho, e deixar brilhar o verdadeiro rosto de quem descobriu o verdadeiro rosto amoroso de Deus, que amou por primeiro, que ama a todos, que ama sempre, sem olhar se este ou aquele é desta ou daquela igreja.

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá