REFLEXÃO
Não podemos por na realidade material o sentido final da nossa vida e a causa da nossa felicidade, pois o mundo material é transitório e só encontra o seu verdadeiro sentido enquanto é relacionado com o definitivo, ou seja, o mundo espiritual, e contribui para que a pessoa encontre nos valores que não são transitórios a causa da sua vida e da sua felicidade. Assim, devemos ser capazes de submeter os valores transitórios aos valores definitivos, pois somente eles podem nos garantir a nossa plena realização.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
- Dom Paulo Sérgio Machado, Bispo de São Carlos - SP
Ordenação Presbiteral
- Dom Mário Marquez, OFMCap, Bispo de Joaçaba - SC
Ordenação Episcopal
- Dom Francisco Carlos da Silva, Bispo de Ituiutaba - MG
NOTÍCIAS
Assassinato de líder indígena em Mato Grosso do Sul revolta comunidade e Igreja
Um grupo com cerca de 40 pessoas armadas invadiu na manhã da última sexta-feira, dia 18, o acampamento de uma comunidade de índios Kaiowá-Guarani, em Amambaí, Mato Grosso do Sul, e matou o cacique Nísio Gomes, 59 anos. O ataque aconteceu por volta das 6:30h no acampamento conhecido como Tekoha Guaviry.
As informações são do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Segundo a entidade, a vítima, depois de morta, foi levada pelos pistoleiros, como já havia acontecido em outros massacres cometidos contra os Kaiowá-Guarani.
Ainda de acordo com o Cimi, a comunidade está em estado de choque. Devido ao nervosismo, ainda não se sabe se além de Nísio, outros indígenas foram mortos. Outros dois jovens e uma criança teriam sido sequestrados pelo grupo.
Após o ataque, cerca de dez indígenas permaneciam ainda no acampamento. Os demais, fugiram pela mata. Na comunidade, vivem cerca de 60 Kaiowá-Guarani.
Amambai fica no território da diocese de Dourados, e seu bispo, dom Redovino Rizzardo, emitiu uma nota na qual afirma se sentir "frustrado e revoltado" com o "bárbaro" ataque ao grupo indígena. Segundo dom Redovino, não é descartada a possibilidade de haver outras vítimas do ataque. "A ação dos criminosos foi respaldada por uma dezena de caminhonetes, fato que revela de onde e por quem foi perpetrado o crime", denunciou o bispo.
Leia abaixo o manifesto de dom Redovino Rizzardo:
Manifesto da Igreja Católica de Dourados sobre os crimes perpetrados contra os indígenas
É com sentimentos de frustração e de revolta que tomamos conhecimento de mais um bárbaro ataque perpetrado contra um grupo de índios Kaiowá-Guarani, em Amambai, território da Diocese de Dourados. De acordo com os órgãos de informação, o ataque foi perpetrado por 42 pistoleiros encapuzados e fortemente armados. Seu alvo principal foi o cacique Nísio Gomes, de 59 anos, que acabou executado a tiros.
Não se descarta a possibilidade de haver outras vítimas, já que os assassinos levaram dois jovens e uma criança junto com o corpo do cacique assassinado.
A ação dos criminosos foi respaldada por uma dezena de caminhonetes, fato que revela de onde e por quem foi perpetrado o crime.
Ao mesmo tempo em que lamenta profundamente o novo ataque perpetrado contra os povos indígenas, a Igreja Católica presente na Diocese de Dourados renova seu pedido às autoridades civis, judiciárias e militares para que, de uma vez por todas, recorram a todos os meios para pôr fim uma situação que a todos nos envergonha e oprime, e pede perdão às vítimas de tamanha injustiça e violência, cometida, provavelmente, por pessoas que se dizem cristãs...
Dourados, 18 de novembro de 2011
Dom Redovino Rizzardo, csBispo diocesano de Dourados
Semana de Formação Missionária começa discutindo pontos chaves das DGAE
Foi aberta na manhã desta terça-feira, 22, a Semana de Formação Missionária sobre a Missão Continental e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O encontro acontece no Centro Cultural Missionário (CCM) em Brasília e reúne 60 pessoas de todas as regiões do país.
"A Missão Profética da Igreja no Brasil". Este é o tema norteador do da Semana realizada pelo CCM em parceria com a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM). Para o secretário executivo do Conselho Missionário Nacional (Comina), padre José Altevir da Silva, pensar a Missão Profética da Igreja no Brasil significa conseguir visualizar a vida em sua totalidade.
"Em nossas atividades missionárias, em nosso processo de evangelização, não deve haver separação entre fé e vida, Bíblia e o sofrimento do povo; para isso, devemos recuperar a visão do encontro pessoal com Jesus Cristo, mas tendo em vista a pessoa do empobrecido", disse.
Sobre isso falou também o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, ao abrir o evento, após padre Altevir fazer um breve passeio pelas cinco urgências pastorais das DGAE. "Ao construir o documento, as cinco urgências foram sendo discutidas tendo como base o Ver, Julgar e Agir. No processo fomos observando que deveríamos construir a parte do Ver (a realidade) de forma que nos ajudasse a enxergar melhor levando em consideração os três documentos fundamentais que nos ajudaram a desenvolvê-lo: o Documento de Aparecida (DAp), a Verbum Domini, e as DGAE anteriores (2007-2011)", destacou dom Leonardo.
O secretário ainda falou da importância do documento, de sua aceitação nas bases da Igreja e da realidade interpelada pelas DGAE. "Os leigos estão entendendo o documento. Percebo isso pelos inúmeros e-mails que tenho recebido a respeito e, se os leigos estão entendendo é sinal que o documento está entusiasmando e isso é gratificante", afirmou. Dom Leonardo deu atenção especial, em sua exposição aos primeiros capítulos das DGAE. De modo especial ao capítulo I e II. "Nós estamos entrando num outro tempo. O fundo do mundo ocidental não poderia se conceber sem Deus e hoje é o que acontece. Não que Deus esteja desaparecido, mas Ele não é mais um elemento agregador que dá todo um sentido para o universo, de pessoas, de sociedade. E aí está o desafio missionário", afirmou comentando o capítulo II das DGAE, "Marcas de nosso tempo".
"É um encontro que congrega missionários de congregações, dioceses, regionais. Poder refletir as novas DGAE nessa ótica missionária é muito importante porque é o centro daquilo que nos pede o DAp; mais ainda porque teremos uma boa repercussão nas bases da Igreja após o encontro", afirmou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Braschi.
Para o secretário executivo do CCM, padre Estêvão Raschietti, o encontro é indispensável porque possibilita a discussão do documento. É o momento oportuno para o enriquecimento do texto das DGAE. "As Diretrizes jamais são um projeto pronto. É um plano sempre a ser definido com novos aportes. O texto não é o fim de tudo, mas o começo de uma nova reflexão", frisou. "Claro que essa reflexão integra novos pontos e enriquece a caminhada. Ao meu modo de ver, as DGAE são uma provocação contínua para um debate que, de alguma forma, tem que continuar nas linhas que o documento colocou à disposição. Caso contrário, se torna um catecismo. Não é um documento acabado que trata só de ser repassado. Ele deve gerar novas reflexões", completou.
Nesta tarde o evento continua sendo desenvolvido pela Comissão para a Ação Missionária da CNBB, com o tema "Missão Continental e as DGAE 2011-2015: para uma Igreja em estado permanente de missão".
Amanhã é a vez do teólogo da missão e assessor do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), padre Paulo Suess, desenvolver o tema "Missão Profética da Igreja ou Igreja missionária e profética? Discernimento a partir das DGAE". O encontro segue até sexta-feira, 25.
Cúpula Iberoamericana comemora o Ano Internacional dos Afrodescendentes
Os chefes de Estado da República Federativa do Brasil, da República de Cabo Verde, da República da Guiné, da República Oriental do Uruguai, o vice-presidente da República da Colômbia, a ministra da Cultura de Angola, o ministro da Cultura, da Alfabetização, do Artesanato e do Turismo da República do Benin, o ministro da Cultura da República de Cuba e a ministra da Cultura da República do Peru reuniram-se em Salvador (BA), no último dia 19 de novembro, para celebrar o Ano Internacional dos Afrodescendentes.
Convocada pelo Governo do Brasil, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), os objetivos centrais da Cúpula foram dar visibilidade às contribuições sociais, culturais, políticas e econômicas dos afrodescendentes para a América Latina e o Caribe para aumentar o conhecimento da situação vulnerável na qual a maioria desta população vive, e, recomendar estratégias nacionais, regionais e internacionais para promover a inclusão total dos afrodescendentes e superar o racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata.
Os chefes de Estado e Governo enfatizaram que a Cúpula assumiu relevância em particular, visto que a América Latina e o Caribe têm a maior população de afrodescendentes do mundo, estimada em 150 a 200 milhões de pessoas; Lembraram o 10º aniversário da Declaração e Programa de Ação da Conferência Mundial contra Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância correlata realizada em Durban, África do Sul, em 2001, que representa uma agenda antidiscriminação significativa em nome do desenvolvimento de estratégias nacionais e coordenaram as políticas internacionais e regionais para combater o racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata em todo o mundo.
Além disso, destacaram que a Declaração e Programa de Ação de Durban e a Declaração e Programa de Ação da Conferência Regional das Américas em Santiago, Chile, em dezembro de 2000, reconheceram expressamente o direito dos afrodescendentes à sua própria cultura e identidade, à participação igualitária na vida econômica e social, ao uso e conservação de recursos naturais em terras ancestralmente habitadas, à participação no desenvolvimento de sistemas e programas educativos e à livre prática de religiões africanas tradicionais. Os chefes de Estado irão propor a ONU uma declaração simbólica de que a cidade de Salvador (BA) seja considerada a capital iberoamericana dos afrodescendentes.
Ícones da JMJ chegam a Belo Horizonte e passam pela Pontifícia Universidade Católica
Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) chegaram a capital mineira. Em seu percurso por Belo Horizontes passaram pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MINAS) onde os jovens acolheram com muita alegria. O reitor da Universidade, dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, depois de uma apresentação feita pelos próprios jovens, animou a todos os presentes a formar um grande cordão abraçando a Cruz, sinal de fé.
"Peçamos por estes futuros profissionais que ocuparam os cargos de responsabilidade na nossa sociedade, para sermos testemunho da fé em Jesus Cristo morto e Ressuscitado e que agora abraçamos", disse dom Giovani Mol, que completou afirmando: "A cruz que passou por tantos países e que foi carregada por tantos jovens do mundo, agora acompanha a nossa juventude rumo à 2013", destacou.
Dom Giovani Mol aproveitou para anunciar aos presentes que a PUC-Minas acolherá o próximo Congresso Mundial de Universitários. "A cruz que já caminha no nosso país nos anima a percorrer este caminho que culminará no Rio, mas, nossas dioceses e nossa PUC acolherão o Congresso Mundial de Universitários, na Pré-Jornada".
Após o anuncio, uma carreata seguiu pelas ruas da capital mineira em direção da futura sede da nova Catedral, onde foi colocada a pedra fundamental. Em seguida a carreata seguiu para o Minerinho para a celebração da eucaristia presidida pelo arcebispo metropolitano, dom Walmor de Oliveira Azevedo, e os bispos auxiliares de Belo Horizonte.
"Nós jovens consideramos uma predileção de Deus a JMJ no Brasil. Evento que deve coroar a caminhada da cruz peregrina e o trabalho nas comunidades, colocando jovens no caminho da Igreja. E com vocês jovens, com um jeito jovem e com a colaboração da sociedade vivamos um momento de missão, que iniciou em São Paulo. Que possamos, passo a passo como Igreja, fixando o olhar em Jesus Cristo, chegar em julho de 2013, com uma Igreja viva em missão, por concretizar nossa opção preferencial pelos jovens, que queremos bem", disse dom Walmor.
Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé participa de entrevista coletiva
O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano, cardeal William Joseph Levada, conversou com jornalistas na manhã de ontem, segunda-feira, 21, em Belo Horizonte. O cardeal participa na capital mineira do Simpósio Nacional O Dom do Celibato, que ocorre até a próxima quarta-feira, 23, na PUC-Minas. Entre os principais pontos abordados, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé falou sobre a importância do celibato para o ministério sacerdotal.
Para o cardeal William Joseph Levada, o celibato é muitas vezes questionado por não ser uma condição natural. Citou o Livro do Gênesis ao argumentar que Deus criou o homem e a mulher para que vivessem juntos e se completassem. Mas, em seguida, lembrou do exemplo de Jesus Cristo, que dedicou sua vida à humanidade, para dizer que o sacerdote, ao viver o celibato, trilha "um caminho que permite maior dedicação ao ministério". "Jesus não se dedicou a uma família específica", disse o cardeal, enfatizando que o celibato é um verdadeiro dom de Deus.
Durante a entrevista, o cardeal William Levada definiu o celibato como "testemunho de dedicação ao povo e à Igreja, um caminho para o sacerdote seguir o exemplo de Jesus. O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé falou sobre os desafios que são colocados pela sociedade atual, marcada pela forte presença da internet. Para o cardeal, não só a Igreja, mas também todos os segmentos do mundo contemporâneo devem se preocupar com a manutenção de "valores inegociáveis", na vida digital.
O arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, que participou da entrevista coletiva, completou dizendo que o papa Bento XVI já havia apontado as redes sociais como um importante caminho para a evangelização, sobretudo dos mais jovens. Mas, ao mesmo tempo, o papa demonstrou preocupação com "as responsabilidades éticas na cultura digital". Dom Walmor lembrou que é um compromisso da Igreja trabalhar para levar "a força dos valores, o caminho da fé e o compromisso humanístico" também para o ambiente on-line.
O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé fica até quarta-feira, 23, em Belo Horizonte, quando termina o Simpósio Nacional, que conta também com a presença do Núncio Apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri.
Balanço do primeiro dia
O núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, que participa do Simpósio, fez um balanço do primeiro dia do encontro. Na oportunidade, o núncio falou sobre o celibato na vida sacerdotal.
Dom Lorenzo Baldisseri citou as palestras realizadas para lembrar que nos primeiros séculos depois de Cristo muitos sacerdotes já viviam o celibato. O núncio elogiou a apresentação do prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal William Joseph Levada. Segundo suas próprias palavras, foi "uma ampla apresentação teológica, cristológica, eclesiológica e escatológica" da vivência do celibato.
Para dom Lorenzo Baldisseri, viver o celibato na atualidade é um grande desafio, "pois a cultura atual não segue a direção de se preservar este dom". O núncio disse que a vida em castidade é "total entrega a Deus" e ensinou um importante caminho para fortalecer o celibato: "O padre deve ser um homem de oração, capaz de unir-se a Deus".
Organismos do Regional Sul 3 realizam última reunião de 2011
"Ide e fazei discípulos de todos os povos". Inspirados pelo lema lançado por Bento XVI para a Jornada Mundial da Juventude, os Organismos do Regional Sul 3 da CNBB (Rio Grande do Sul) estão reunidos entre hoje, 22, e amanhã, 23, na Casa de Retiros Vila Betânia, em Porto Alegre (RS).
O encontro tem como objetivo principal aprofundar as prioridades do Regional e dinamizá-las nas 18 dioceses que compõem o Regional, avaliar a caminhada deste ano e programar o calendário de atividades para 2012. O evento, que iniciou às 8:30h, conta com a participação da presidência do Regional e representantes das Províncias Eclesiásticas, os coordenadores diocesanos de pastoral, os coordenadores regionais de setores, presidentes e/ou coordenadores da Conferência Regional dos Religiosos do Brasil, dos Institutos Seculares, dos Leigos, Presbíteros e Diáconos.
Sob a coordenação do secretário executivo do Regional, padre Ademar Agostinho Sauthier, o momento de diálogo e avaliação tem como finalidade, sobretudo, articular questões relacionadas as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) e as prioridades do Rio Grande do Sul; Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013; animação bíblica da vida e da pastoral; e calendário de atividades para 2012. Além disso, estarão em pauta reflexões e encaminhamentos sobre a Romaria do Trabalhador; propostas de plano para o triênio (2011-2015); exposição itinerante de Arte Sacra e 5ª Semana Social Brasileira.
Nesta manhã, o foco do trabalho foi a partilha dos trabalhos desenvolvidos pelo Setor Regional de Evangelização da Juventude, que tem como coordenadora a irmã Zenilde Fontes. Em sua contribuição, irmã Zenilde destacou a importância dos momentos de escuta e visitação às dioceses e as diversas manifestações de fé das juventudes da Igreja do Rio Grande do Sul. Além disso, falou dos encaminhamentos posteriores, como a realização de pesquisa, criação de equipes de trabalho e aproximação com organizações que estudam e refletem juventude, como é o caso da ONG Trilha Cidadã e do Núcleo de Assessoria Juvenil Betânia.
Nesta tarde serão discutidos os encaminhamentos a respeito da Jornada Mundial da Juventude 2013, que será realizada no Brasil. Para introduzir a reflexão irmã Zenilde indicou elementos referentes à preparação para o recebimento da cruz e da imagem de Nossa Senhora, bem como das atividades para a pré e a pós-jornada.
Assessoria de Imprensa da CNBB
SE/Sul Quadra 801 Conjunto B
E-mail: imprensa@cnbb.org.br
Site: http://www.cnbb.org.br
Tel.: (61) 2103-8313
Fax: (61) 2103-8303