REFLEXÃO
Estamos vivendo em uma época que é marcada pela diferença vista não pelo critério da complementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia. Esta fato faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduzem para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.
COMEMORAÇÕES
Ordenação Presbiteral
- Dom Waldyr Calheiros Novaes, Bispo Emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda - RJ
- Dom Washington Cruz, CP, Arcebispo de Goiânia - GO
Ordenação Episcopal
- Dom Paulo Francisco Machado, Bispo de Uberlândia - MG
NOTÍCIAS
Comissão para Doutrina da Fé iniciará preparação do Subsídio Doutrinal
A Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fará uma reunião ordinária neste dia 30 de julho. O encontro será na residência do arcebispo de Brasília, e presidente da Comissão, dom Sérgio da Rocha de dom Sérgio da Rocha. O tema central da reunião será a elaboração do Subsídio Doutrinal cujo título previsto é "As razões da fé na ação evangelizadora".
Além da presença de dom Sérgio da Rocha, na ocasião, outros bispos também estarão presentes: o arcebispo de Salvador (BA), dom Murilo Sebastião Ramos Krieger; o bispo de Amparo (SP), dom Pedro Cipolini; o bispo Auxiliar do Rio de Janeiro (RJ), dom Paulo Cezar Costa. O assessor da comissão padre Antonio Luiz Catelan Ferreira, da Diocese de Umuarama (PR).
O objetivo da elaboração do Subsídio Doutrinal é contribuir para que os evangelizadores estejam em condições de apresentar a proposta de vida cristã e a doutrina eclesial de modo a responder adequadamente às principais dificuldades para crer e às objeções levantadas à fé no contexto atual. A preparação desse subsídio já estava prevista como contribuição específica da comissão, em vista do aprofundamento de um dos temas que mais se destacam nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora 2011-2015: o tema da fé.
No número 1 das Diretrizes se encontra a indicação de que se pretende nesse período favorecer uma volta "às fontes de fé". Ao concluir o capítulo II, que trata das "marcas de nosso tempo", afirma-se que "tempos de transformações tão radicais [...] são tempos propícios para volta às fontes e busca dos aspectos centrais da fé" (n. 24).
Novamente, ao introduzir as cinco urgências da Ação Evangelizadora, há a afirmação que elas "dizem respeito à busca e ao encontro de caminhos para a transmissão e sedimentação da fé, nesse período histórico de transformações profundas" (n. 28). Dessa maneira, a temática da fé une a análise da realidade atual às urgências pastorais e orienta a ação eclesial.
Por este motivo, a Comissão para a Doutrina da Fé propôs a elaboração de um subsídio em que se tratasse diretamente dessa questão. A celebração do Ano da Fé, convocado pelo papa Bento XVI, e a realização de uma Assembleia do Sínodo dos Bispos tendo por tema "A Nova Evangelização para a transmissão da fé", iluminaram e reforçaram a proposta da comissão, que escolheu dedicar seus esforços até o próximo ano à elaboração desse subsídio.
A previsão é de que ele possa ser publicado na Assembleia Geral da CNBB do próximo ano (2013).
Jovens participam de formação sobre a Jornada Mundial da Juventude
Com a proposta de formar multiplicadores em toda a Diocese, o Setor Juventude organizou uma formação sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no último final de semana, 21 e 22 de julho. A atividade envolveu 73 pessoas, entre participantes e organização do encontro, realizado no Seminário São João Maria Vianney, em Bom Princípio.
De acordo com o assessor da Juventude na Diocese, Pe. Blásio Henz, a proposta é que os que estiveram na formação repassem os conhecimentos e as informações adquiridas a seus grupos e paróquias, fomentando a participação da Diocese na Jornada Mundial da Juventude.
O evento contou com a presença de integrantes do Grupo Betânia, de Porto Alegre, que trabalha com a evangelização da juventude, e com a coordenação do setor no Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Durante a formação, foi repassado o projeto da Diocese para participação na JMJ e os eventos de preparação, como o Bote Fé, em 10 de novembro, em Santa Maria, e a acolhida da Cruz Peregrina do Ícone de Nossa Senhora na Diocese, dias 24 e 25 de novembro.
Prepação da diocese
Padre Blásio explica que a Diocese possui um comunicador, um articulador e um assessor que estão trabalhando na preparação da Jornada. Mas a ideia é que cada uma das cinco áreas pastorais também escolham agentes para fomentar a proposta da JMJ.
A Diocese de Montenegro deve receber mil peregrinos para a pré-jornada. Para a JMJ, que ocorrerá ano que vem no Rio de Janeiro, ainda não há previsão de quantas pessoas da Diocese irão. Mas o Setor Juventude está planejando como serão as inscrições e o deslocamento dos participantes, a fim de que todos formem um grande grupo.
As inscrições para a Jornada estavam previstas para abrir no início deste mês, o que não aconteceu. Ainda não há uma nova estimativa. Quem quiser saber mais sobre a JMJ pode entrar em contato com Vitória, que está todas as quartas-feiras, das 13h30 às 17 horas, na paróquia de Brochier (51 3697-1163). Ou ainda pode acessar os sites Jovens Conectados (www.jovensconectados.org.br) e E ai, Tchê (www.eaitche.com.br).
Brasileiro eleito Superior-Geral dos Banabitas
No último dia 23 de julho, foi eleito em Nápoles, na Itália, durante o 136º Capitulo Geral da Ordem dos Clérigos Regulares de São Paulo (padres Barnabitas) o novo superior geral da congregação. Foi eleito o padre Francisco Chagas Maria Santos da Silva, natural da cidade de Irituia (PA). Aos 51 anos, o padre Francisco já é sacerdotes desde 1990. Entre outras atividades, já atuou como reitor da Basílica-Santuário Nossa Senhora de Nazaré, em Belém (PA). Desde 2006 atuava como Procurador Geral da Congregação em Roma junto à Santa Sé. É a primeira vez que um brasileiro é eleito superior geral dos barnabitas. A congregação está presente no Brasil desde 1903, nos estados do Pará, Ceará, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e no Distrito Federal. Fundada no século XVI por Santo Antônio Maria Zaccaria, a congregação tem como carisma a renovação do fervor cristão.
Ceris e Promocat alertam sobre golpe aplicado em diversas paróquias de todo país
O Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (CERIS), órgão vinculado à CNBB e responsável pelo Anuário Católico do Brasil, divulgou nota conjunta com a empresa Promocat Marketing Integrado sobre a cobrança indevida de serviços junto a paróquias de todo o país. A empresa, que é a única autorizada a realizar o Censo Anual da Igreja Católica do Brasil, esclarece que não está executando cobrança em cartório de nenhuma paróquia ou outra entidade da Igreja no Brasil. "Assim como ocorreu em outra ocasião, empresas não autorizadas que se passam por cartório de títulos e protestos, estão ligando para as paróquias, dioceses e casas religiosas que constam no Anuário Católico dizendo que as mesmas estão em débito com o CERIS por terem adquirido o Anuário, e que tais débitos se não pagos imediatamente, serão protestados. Esta ação criminosa trata-se de golpe aplicado por empresas e pessoas más intencionadas com o único objetivo de ludibriar as pessoas relacionadas no Anuário". A seguir, a íntegra da nota publicada pelas entidades. NOTA DO CERIS E DA PROMOCAT SOBRE COBRANÇA INDEVIDA DO ANUÁRIO CATÓLICO O CERIS Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais, órgão oficial da Igreja responsável pelo Anuário Católico do Brasil e a Promocat Marketing Integrado, única empresa autorizada pelo CERIS e pela CNBB para a realização do Censo Anual da Igreja Católica do Brasil e para a publicação do Anuário, vem esclarecer que não estão executando cobrança em cartório de nenhuma paróquia ou outra entidade da Igreja no Brasil.Assim como ocorreu em outra ocasião, empresas não autorizadas que se passam por cartório de títulos e protestos, estão ligando para as paróquias, dioceses e casas religiosas que constam no Anuário Católico dizendo que as mesmas estão em débito com o CERIS por terem adquirido o Anuário, e que tais débitos se não pagos imediatamente, serão protestados. Esta ação criminosa trata-se de golpe aplicado por empresas e pessoas más intencionadas com o único objetivo de ludibriar as pessoas relacionadas no Anuário. O CERIS e a Promocat esclarecem ainda que não cobram, em hipótese alguma, pela publicação dos dados oficiais da Igreja publicados no Anuário. Tal publicação é gratuita e tem como base o Censo Oficial da Igreja no Brasil. Somente a venda do livro impresso - "Anuário Católico" - é cobrado de quem o adquire. Nesse sentido, reafirmamos que selamos o compromisso de seriedade e o zelo para com o Censo da Igreja, além de confirmar que não existem protestos de nenhuma razão relacionados ao Anuário Católico do Brasil e não há empresas autorizadas a falar em nome do CERIS ou da Promocat. Aproveitamos para pedir que divulguem essa nota para evitar que pessoas de bem, caiam no golpe que estão tentando aplicar. Desse modo, quando alguém ligar em sua paróquia, comunidade ou diocese, imediatamente desligue o telefone, e entre em contato conosco. Na unidade da Igreja,CERIS / Promocatwww.ceris.org.brwww.promocat.com.brcadastro@promocat.com.br(11) 2099 6688
Pastoral da Mobilidade Humana participa de Seminário da Pastoral dos Migrantes
A Pastoral da Mobilidade Humana da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) juntamente com a Pastoral dos Migrantes da Arquidiocese de Fortaleza, apoiou a realização do seminário "Mobilidade Humana: Acolhida, Desafios e Garantia de Direitos Política de atendimento humanizado a imigrantes", sob a coordenação da irmã Eleia Scariot e equipe. O evento foi realizado nos dias 20 e 21 de julho de 2012, no Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja, em Fortaleza (CE), onde estiveram presentes mais de 50 pessoas.
Colaboraram com exposições e participaram dos debates: o Setor Pastoral da Mobilidade Humana da CNBB; representantes de órgãos do Estado do Ceará: Defensoria Pública da União, Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Escritório de Direitos Humanos Frei Tito; membros da Pastoral do Migrante e de outros setores pastorais e sociais da Arquidiocese; núcleo de estudantes internacionais; e, por fim, estudantes guineenses que, além de trazerem os temas atuais ao debate, contribuíram com uma bela apresentação cultural.
O seminário teve inicio com um momento de mística com a simbologia "sal e luz". Como referido, os participantes foram agraciados com um momento de interculturalidade: uma dança da Guiné-Bissau, apresentada pelos jovens estudantes do referido país.
Nos grupos de trabalho foram refletidas e trazidas à plenária as seguintes questões: Quais os maiores desafios enfrentados? Que respostas podemos elaborar para esses desafios? O que já está sendo feito e o que deve ser fortalecido? O que vamos priorizar? A partir destas foram traçadas algumas linhas norteadoras para a continuidade da ação em prol dos migrantes e refugiados no Estado do Ceará.
O tema central do seminário - Política de atendimento humanizado a imigrantes e refugiados - foi desenvolvido pela Ir. Rosita Milesi, membro do Setor Mobilidade Humana da CNBB e diretora do IMDH, um dos apoiadores do evento, que diante do cenário migratório de Fortaleza, que em sua fala e considerando as indicações dos participantes, fez algumas propostas, dentre elas:
- Fortalecer a união entre os estudantes internacionais e a Pastoral do Migrante, a fim de somar forças na solução das questões que angustiam os estudantes internacionais, sobretudo os de Guiné Bissau;
- Estimular os estudantes a participarem da reunião que em breve ocorrerá para esclarecer todos os pontos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que foi firmado com as Faculdades que transgrediram seus compromissos com os estudantes;
- Organizar um Grupo de Trabalho para estudar a questão dos estágios acadêmicos para os estudantes internacionais, uma vez que eles estão com grande dificuldade de manter-se e os estágios são a única forma de conseguirem obter alguma remuneração, sem prejudicar os estudos, nem transgredir a legislação, além de evitar a exploração do eventual trabalho informal;
- Fortalecer a vivência da fé e oferecer oportunidades de celebrar, de maneira inculturada, as práticas religiosas dos refugiados e imigrantes;
- Dar especial atenção à situação em que vivem os estudantes internacionais cujo número supera os 2 mil no Estado do Ceará;
- Proporcionar os devidos encaminhamentos, junto com outras entidades locais, referentes à necessária solução a ser dada pelas autoridades brasileiras aos estudantes, particularmente os guineenses, que foram prejudicados em seus planos de estudo, devido ao tratamento inadequado dispensado por Faculdades locais. Vários problemas estão pendentes e as entidades promotoras do evento se comprometeram, em reunião realizada no dia 20, no âmbito do Seminário, a trabalhar a busca de soluções.
Atendimento humanizado, afirma Ir. Rosita, supõe a compreensão de que os imigrantes e os refugiados são seres humanos cuja dignidade e direitos decorrem desta condição e não do lugar onde nasceram ou de qual fronteira atravessaram. São humanos, como todos os humanos.
Equipe prepara Seminário Nacional Missão e Juventude
Representantes de pastorais, organismos e movimentos juvenis se reuniu nesta terça-feira, 24 de julho, na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília (DF), com o objetivo de organizar o terceiro e último seminário para a juventude, em preparação à Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013. Depois de um encontro sobre comunicação e outro sobre bioética, agora o tema será a missionariedade. As Comissões Episcopais para a Juventude e Animação Missionária da CNBB, em parceria com as POM, preparam o Seminário "Missão e Juventude", que pretende ser um momento de preparação para a Semana Missionária que antecede a JMJ. A previsão é de que participem do seminário cerca de 300 jovens de todo o país, nos dias 28 a 30 de setembro em Brasília. "A ideia é já começar o processo da Pré-Jornada e inspirar a Semana Missionária que acontece antes da propriamente JMJ, com o objetivo de dar luz ao evento e criar mais expectativas", afirmou o jovem Marciel Cover, da Pastoral da Juventude Rural (PJR).Para Bruno Dantas, do movimento Segue-me de Natal (RN) a reunião teve o objetivo de "criar expectativas positivas para o Seminário Missão e Juventude que pretende ressaltar a missão do jovem como anunciador da Boa Nova e agente de transformação social". Já o Irmão João Petroski, de Nova Londrina (PR), afirmou que o seminário Missão e Juventude vem ao encontro de uma série de necessidades da juventude: "Familiares, sociais, que temos que enfrentar juntamente com uma formação espiritual sólida que nos leve a nos abrir às pessoas e a Deus e não nos fechar às nossas realidades", sublinhou.Para o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, padre Carlos Sávio, a reunião definiu toda a metodologia do Seminário. "Foi revista toda a parte metodológica, o conteúdo e os palestrantes. O tema missão foi escolhido porque achamos que temos o dever de despertar nos jovens o sentido missionário que foi configurado com o batismo, onde fomos chamados a serem discípulos-missionários. Nós queremos que os jovens sejam protagonistas de sua própria missão e que eles a façam com a ajuda da Igreja".
Elaboradores de Folhetos Litúrgicos se reúnem em Campos do Jordão
Desde o dia 24 até o dia 26 de julho está acontecendo, em Campos do Jordão (SP), o Encontro Anual dos Responsáveis por Folhetos Litúrgicos no Brasil Promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A proposta do encontro é proporcionar aos participantes a partilha de ideias, que contribuam com o aperfeiçoamento no serviço que os folhetos prestam à Igreja no Brasil.
O encontro, que acontece na Vila Dom Bosco, hotel e casa de encontros, conta com a presença dos assessores da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, padre José Carlos Sala e padre Hernaldo Pinto Farias. Além dos assessores, o evento reuniu representantes de folhetos litúrgicos de todo Brasil. Ao todo, estão presentes 15 pessoas, representantes de dez folhetos Litúrgicos.
Este ano, além da tradicional partilha da caminhada de cada um, haverá o estudo sobre a Oração Eucarística, sua teologia e critérios de escolha para as celebrações. Já no campo da música ritual, haverá o estudo sobre a importância do canto das partes fixas do Ordinário da Missa, trabalhando mais especificamente, o ato penitencial.
Segundo padre Hernaldo, o encontro é uma oportunidade para se avançar no serviço que os folhetos prestam à liturgia no Brasil, procurando aperfeiçoar este serviço e, enquanto CNBB e os responsáveis pelos folhetos, "trabalhar na mesma meta e seguir os mesmos passos, falando a mesma linguagem, aprofundando e buscando caminhos comuns", disse.
CBJP reúne representantes de Comissões de Justiça e Paz de todo país
Começou nesta quarta-feira, 25 de julho, e termina na próxima sexta-feira em Brasília (DF) o 13º Encontro da Rede Brasileira de Comissões de Justiça e Paz. A promoção é da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), organismo vinculado à CNBB, e reúne os representantes destas comissões e entidades afins de todo o país. "A ideia é que cada um retorne para o trabalho em suas comunidades, movimentos, dioceses e congregações, com ânimo renovado e mais articulados, já que aqui temos também a perspectiva de fortalecer a nossa integração em rede, trocando experiências", explica o secretário-executivo da CBJP, Pedro Gontijo.Na abertura do encontro, foi realizado um momento de resgate da mística sobre a tradição e o papel do leigo na Igreja, inspirado especialmente pela herança do Concílio Vaticano II, como explica Pedro. "Percebemos que a Igreja tem que ser fermento na massa, sal da terra, e a gente tem que olhar o mundo com um olhar mais positivo, na perspectiva da missão, da Igreja como Povo de Deus, que participa. Resgatar o Concílio é trazer toda esta vibração para a Igreja no mundo inteiro".Os participantes acompanham na tarde e noite desta quarta-feira uma análise da conjuntura social e eclesial, e realizam discussões em grupo. Na quinta-feira, será a vez de ouvir o comunicado das comissões sobre o trabalho realizado, a fim de montar um painel sobre as ações das Comissões pelo país."Nossas Comissões tem um histórico de luta contra a corrupção eleitoral, e vamos avaliar a nossa articulação neste momento", afirma Pedro, recordando a conquista da Lei da Ficha Limpa. "Este é o primeiro ano de uma efetiva aplicação desta lei, portanto um momento importante de avaliar tudo isso também na perspectiva das nossas comunidades". Na quinta-feira, haverá a discussão do tema da 5ª Semana Social Brasileira, organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz da CNBB. "A principal missão das nossas Comissões é promover a participação: nós, como Igreja, como leigos, devemos participar dos processos de acompanhamento, de gestão do Estado, do Legislativo e do Judiciário", recorda o secretário da CBJP.
Bispos do Tocantins divulgam nota sobre eleições municipais
Os cinco bispos das dioceses do estado do Tocantins publicaram, no último dia 15 de julho, uma nota com orientações sobre as eleições municipais deste ano. No documento, os bispos partem da constatação de que existe "uma profunda indignação do povo diante da falta de ética na política, especialmente, da corrupção que agrava a miséria de tantas pessoas". Entretanto, tomando o voto como "um dos mais importantes atos de cidadania para as transformações sociais nos municípios e no país", os bispos orientam os eleitores ao voto consciente. Já aos candidatos, afirmam que mais importante que as promessas feitas na campanha, está o compromisso com as causas e os anseios do povo. A seguir, publicamos a íntegra da nota, que traz critérios para eleitores e candidatos, a partir da realidade do estado do Tocantins. ELEIÇÕES 2012 - NOTA DOS BISPOS DO TOCANTINS "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus!" (Mt 22,21) Nós, Bispos da Igreja Católica, no Estado do Tocantins, dirigimo-nos às comunidades eclesiais, aos eleitores, aos candidatos a prefeitos e a vereadores, e a todas as pessoas de boa vontade, com o que segue:Estamos nos aproximando das eleições municipais, marcadas para o dia sete de outubro deste ano. Um tempo particularmente propício para a participação consciente e responsável de todos na vida política, seja como eleitor, seja como candidato, fazendo valer o slogan: "voto não tem preço, tem consequência!". A Igreja tem como missão, recebida de Jesus Cristo, iluminar a consciência das pessoas com a luz do Evangelho e dos valores do Reino de Deus, motivando-as ao exercício da plena cidadania. Neste sentido, o papa Bento XVI disse que "a política é mais do que uma simples técnica para a definição dos ordenamentos públicos: a sua origem e o seu objetivo estão precisamente na justiça, e esta é de natureza ética". E ainda mais: "a Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível. Mas também não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça" (Cf. Deus Caritas Est, 28).A política, enquanto serviço para a construção, a garantia e o aprimoramento da cidadania, deve ser praticada como busca sincera do bem-comum, de modo a promover os direitos dos cidadãos, a começar do âmbito municipal, e não segundo os interesses particulares de candidatos, de indivíduos ou de grupos.Constatamos uma profunda indignação do povo diante da falta de ética na política, especialmente, da corrupção que agrava a miséria de tantas pessoas. Em meio ao desinteresse de muitos pela política se faz necessário retomar e fortalecer o compromisso social dos cristãos, enquanto cidadãos, procurando conhecer os candidatos para votar bem nas eleições e depois, acompanhar e fiscalizar o desempenho dos eleitos, prefeitos e vereadores. O exercício do voto é um dos mais importantes atos de cidadania para as transformações sociais nos municípios e no país. O eleitor consciente, sujeito ativo de mudanças na construção de uma nova sociedade, vota com as mãos, o coração e a cabeça. E isso só é possível quando ele se sentir corresponsável pelo bem comum e se comprometer a dar a sua contribuição para concretizá-lo. No momento do voto, o eleitor não de põe seus direitos nas mãos do candidato, mas o nomeia como seu representante, não somente porque o escolhe para defender os valores, nos quais acredita, mas porque antes da eleição procura conhecer o seu programa de governo e depois o acompanha, tanto para dar o seu apoio como para cobrar o cumprimento das promessas de campanha. O bom candidato, independentemente do seu poder econômico, não é aquele que promete mais; é, ao contrário, aquele que é comprometido com as causas e os anseios do povo, sobretudo dos mais pobres; é aquele que não governa para os seus próprios interesses; é aquele que não vive trocando de partido, conforme sua conveniência, geralmente para o partido que está no poder."As eleições municipais, como as deste ano, tem características próprias em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia, lazer. Isso torna ainda mais importante a missão de votar bem, ficando claro para o eleitor que seu voto, embora seja gesto pessoal e intransferível, tem conseqüências para a vida do povo e para o futuro do País. As eleições são, portanto, momento propício para que se invista, coletivamente, na construção da cidadania, solidificando a cultura da participação e os valores que definem o perfil ideal dos candidatos. Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitos, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades" (cf. Mensagem da CNBB sobre as eleições municipais de 2012).No caso concreto do Estado do Tocantins, destacamos como critérios para a votação, os seguintes: o comportamento ético dos candidatos; a defesa da vida, da família, da educação e da saúde, de todos, principalmente dos pobres e das comunidades tradicionais: indígenas e quilombolas. As qualidades imprescindíveis de um bom candidato são a honestidade, a competência, a transparência e a vontade de servir ao bem comum, comprovadas por seu histórico de vida.Independentemente do perfil do candidato, a Igreja do Tocantins não emprestará sua voz, nem servirá de palanque eleitoral para nenhum candidato, pensando em ser beneficiada posteriormente e atendida nas suas solicitações. Seu compromisso primeiro é a favor da ética na política, a defesa da Lei da Ficha Limpa, contra a corrupção eleitoral, a compra de votos e o poder econômico de candidatos e partidos e a compra de votos.Afirmamos, igualmente, com base nos vários Documentos, que a missão da Igreja é evangelizadora e de natureza eminentemente pastoral. Por isso "ela não concorda com a militância político-partidária de membros do clero ou de religiosos" (CNBB, Doc. 22,5; Puebla 524), por duas razões principais: primeiro, porque "o vasto e complexo mundo da política, da realidade social e da economia é campo próprio dos leigos" (Evangelii Nuntiandi 70); segundo, porque "a missão do presbítero tem algo de específico, na sua configuração do Cristo Pastor, que não se coaduna com a partidarização política" (CNBB, Doc. 75, 41). Mais explicito ainda é o Código de Direito Canônico: "os clérigos sãoproibidos de assumir cargos públicos que implicam participação no exercício do poder civil" (CIC, c. 285 § 3° e c. 287 § 2°).Portanto, com base nestes textos pastorais e legislativos, membros do clero do Tocantins que se candidatarem a cargos eletivos, deixarão os seus ofícios eclesiásticos e estarão sujeitos, durante a campanha eleitoral e o exercício deeventual mandato, a restrições e a suspensão do uso de ordem. Aos outros padres recomendamos que não subam em palanques, nem façam campanhas e nem propagandas partidárias para candidatos a cargos eletivos.Apesar da Sagrada Ordenação nunca se tornar nula, quando algum padre é suspenso do uso de ordem, deve deixar de usar o título de "padre" ou "frei", seja durante a campanha eleitoral ou no exercício de cargo eletivo.Os leigos, membros de conselhos pastorais animadores de comunidade, ministros extraordinários, coordenadores de pastoral e de outras instâncias pastorais, ao se candidatarem a um mandato político, recomendamos o afastamento de suas funções durante o período eleitoral.Por fim, incentivamos o empenho de todos na aplicação da Lei 9.840, de combate à corrupção eleitoral, bem como da Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de quem já foi condenado, em primeira instância, por um colegiado, ou que tenha renunciado a seu mandato para escapar de punições.Deus abençoe e ilumine a todos, eleitores e candidatos, nas eleições municipais deste ano, para o bem do povo tocantinense e de todo o Brasil!Palmas - TO, 15 de julho de 2012. Dom Pedro Brito GuimarãesArcebispo de PalmasDom Rodolfo Luís WeberBispo Prelado de CristalândiaDom Giovane Pereira de MeloBispo de TocantinópolisDom Romualdo Matias KujawskiBispo de Porto NacionalDom Phillip Eduard Roger DickmansBispo de Miracema do Tocantins
Bispos do Tocantins divulgam nota sobre eleições municipais
Os cinco bispos das dioceses do estado do Tocantins publicaram, no último dia 15 de julho, uma nota com orientações sobre as eleições municipais deste ano. No documento, os bispos partem da constatação de que existe "uma profunda indignação do povo diante da falta de ética na política, especialmente, da corrupção que agrava a miséria de tantas pessoas".
Entretanto, tomando o voto como "um dos mais importantes atos de cidadania para as transformações sociais nos municípios e no país", os bispos orientam os eleitores ao voto consciente. Já aos candidatos, afirmam que mais importante que as promessas feitas na campanha, está o compromisso com as causas e os anseios do povo.A seguir, publicamos a íntegra da nota, que traz critérios para eleitores e candidatos, a partir da realidade do estado do Tocantins.
ELEIÇÕES 2012 - NOTA DOS BISPOS DO TOCANTINS"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus!" (Mt 22,21)
Nós, Bispos da Igreja Católica, no Estado do Tocantins, dirigimo-nos às comunidades eclesiais, aos eleitores, aos candidatos a prefeitos e a vereadores, e a todas as pessoas de boa vontade, com o que segue:
Estamos nos aproximando das eleições municipais, marcadas para o dia sete de outubro deste ano. Um tempo particularmente propício para a participação consciente e responsável de todos na vida política, seja como eleitor, seja como candidato, fazendo valer o slogan: "voto não tem preço, tem consequência!".
A Igreja tem como missão, recebida de Jesus Cristo, iluminar a consciência das pessoas com a luz do Evangelho e dos valores do Reino de Deus, motivando-as ao exercício da plena cidadania. Neste sentido, o papa Bento XVI disse que "a política é mais do que uma simples técnica para a definição dos ordenamentos públicos: a sua origem e o seu objetivo estão precisamente na justiça, e esta é de natureza ética". E ainda mais: "a Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível. Mas também não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça" (Cf. Deus Caritas Est, 28).
A política, enquanto serviço para a construção, a garantia e o aprimoramento da cidadania, deve ser praticada como busca sincera do bem-comum, de modo a promover os direitos dos cidadãos, a começar do âmbito municipal, e não segundo os interesses particulares de candidatos, de indivíduos ou de grupos.
Constatamos uma profunda indignação do povo diante da falta de ética na política, especialmente, da corrupção que agrava a miséria de tantas pessoas. Em meio ao desinteresse de muitos pela política se faz necessário retomar e fortalecer o compromisso social dos cristãos, enquanto cidadãos, procurando conhecer os candidatos para votar bem nas eleições e depois, acompanhar e fiscalizar o desempenho dos eleitos, prefeitos e vereadores.
O exercício do voto é um dos mais importantes atos de cidadania para as transformações sociais nos municípios e no país. O eleitor consciente, sujeito ativo de mudanças na construção de uma nova sociedade, vota com as mãos, o coração e a cabeça. E isso só é possível quando ele se sentir corresponsável pelo bem comum e se comprometer a dar a sua contribuição para concretizá-lo. No momento do voto, o eleitor não de põe seus direitos nas mãos do candidato, mas o nomeia como seu representante, não somente porque o escolhe para defender os valores, nos quais acredita, mas porque antes da eleição procura conhecer o seu programa de governo e depois o acompanha, tanto para dar o seu apoio como para cobrar o cumprimento das promessas de campanha.
O bom candidato, independentemente do seu poder econômico, não é aquele que promete mais; é, ao contrário, aquele que é comprometido com as causas e os anseios do povo, sobretudo dos mais pobres; é aquele que não governa para os seus próprios interesses; é aquele que não vive trocando de partido, conforme sua conveniência, geralmente para o partido que está no poder.
"As eleições municipais, como as deste ano, tem características próprias em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia, lazer. Isso torna ainda mais importante a missão de votar bem, ficando claro para o eleitor que seu voto, embora seja gesto pessoal e intransferível, tem conseqüências para a vida do povo e para o futuro do País.
As eleições são, portanto, momento propício para que se invista, coletivamente, na construção da cidadania, solidificando a cultura da participação e os valores que definem o perfil ideal dos candidatos. Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitos, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades" (cf. Mensagem da CNBB sobre as eleições municipais de 2012).
No caso concreto do Estado do Tocantins, destacamos como critérios para a votação, os seguintes: o comportamento ético dos candidatos; a defesa da vida, da família, da educação e da saúde, de todos, principalmente dos pobres e das comunidades tradicionais: indígenas e quilombolas. As qualidades imprescindíveis de um bom candidato são a honestidade, a competência, a transparência e a vontade de servir ao bem comum, comprovadas por seu histórico de vida.
Independentemente do perfil do candidato, a Igreja do Tocantins não emprestará sua voz, nem servirá de palanque eleitoral para nenhum candidato, pensando em ser beneficiada posteriormente e atendida nas suas solicitações. Seu compromisso primeiro é a favor da ética na política, a defesa da Lei da Ficha Limpa, contra a corrupção eleitoral, a compra de votos e o poder econômico de candidatos e partidos e a compra de votos.
Afirmamos, igualmente, com base nos vários Documentos, que a missão da Igreja é evangelizadora e de natureza eminentemente pastoral. Por isso "ela não concorda com a militância político-partidária de membros do clero ou de religiosos" (CNBB, Doc. 22,5; Puebla 524), por duas razões principais: primeiro, porque "o vasto e complexo mundo da política, da realidade social e da economia é campo próprio dos leigos" (Evangelii Nuntiandi 70); segundo, porque "a missão do presbítero tem algo de específico, na sua configuração do Cristo Pastor, que não se coaduna com a partidarização política" (CNBB, Doc. 75, 41). Mais explicito ainda é o Código de Direito Canônico: "os clérigos sãoproibidos de assumir cargos públicos que implicam participação no exercício do poder civil" (CIC, c. 285 § 3° e c. 287 § 2°).
Portanto, com base nestes textos pastorais e legislativos, membros do clero do Tocantins que se candidatarem a cargos eletivos, deixarão os seus ofícios eclesiásticos e estarão sujeitos, durante a campanha eleitoral e o exercício de eventual mandato, a restrições e a suspensão do uso de ordem. Aos outros padres recomendamos que não subam em palanques, nem façam campanhas e nem propagandas partidárias para candidatos a cargos eletivos.
Apesar da Sagrada Ordenação nunca se tornar nula, quando algum padre é suspenso do uso de ordem, deve deixar de usar o título de "padre" ou "frei", seja durante a campanha eleitoral ou no exercício de cargo eletivo.
Os leigos, membros de conselhos pastorais animadores de comunidade, ministros extraordinários, coordenadores de pastoral e de outras instâncias pastorais, ao se candidatarem a um mandato político, recomendamos o afastamento de suas funções durante o período eleitoral.
Por fim, incentivamos o empenho de todos na aplicação da Lei 9.840, de combate à corrupção eleitoral, bem como da Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de quem já foi condenado, em primeira instância, por um colegiado, ou que tenha renunciado a seu mandato para escapar de punições.
Deus abençoe e ilumine a todos, eleitores e candidatos, nas eleições municipais deste ano, para o bem do povo tocantinense e de todo o Brasil!
Palmas - TO, 15 de julho de 2012.
Dom Pedro Brito GuimarãesArcebispo de Palmas
Dom Rodolfo Luís WeberBispo Prelado de Cristalândia
Dom Giovane Pereira de MeloBispo de Tocantinópolis
Dom Romualdo Matias KujawskiBispo de Porto Nacional
Dom Phillip Eduard Roger DickmansBispo de Miracema do Tocantins
Regional Sul 1 promove Assembleia da Catequese em Santa Fé (SP)
Entre os dias 20 a 22 de julho aconteceu a XXVI Assembleia da Comissão de Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 1 com o tema: "Caminho para o discipulado missionário", tendo como lema: "Fala Senhor na nossa voz". Durante o evento, o padre Paulo Cesar Gil, coordenador do Regional, apresentou uma reflexão sobre a mística para a caminhada catequética no Regional Sul 1, com base no livro dos Atos dos Apóstolos . O padre Marcelo Delcin, da Arquidiocese de São Paulo, conversou com os participantes sobre o Ano da Fé, que terá início no próximo mês de outubro, convocado pelo Papa Bento XVI. Em seguida, reunidos por sub-regional, os participantes elaboraram algumas propostas de ações concretas para serem realizadas nos mesmos e sugestões para o regional durante o Ano da Fé. No domingo, 22 de julho, uma celebração eucarística presidida por dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira e referencial da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética no Regional, marcou o início dos trabalhos. Em seguida a catequista-blogueira Imaculada Cintra, da diocese de Franca, apresentou informações sobre o projeto "Rede de Blogs" - desenvolvido pela CNBB, lançando aos presentes o desafio de que todas as dioceses de nosso regional possuam um blog ligado ao blog do Regional, que por sua vez está ligado ao da Comissão de Animação Bíblico-Catequética Nacional (CNBB). Os presentes receberam também maiores informações sobre o Congresso sobre os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e o Ano da Fé que será realizado em Curitiba (PR) de 7 a 9 de setembro próximo, e também sobre o Simpósio de Animação Bíblica da Pastoral Regional Sul I que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 do mesmo mês em São Paulo. O encerramento da XXVI Assembleia da Comissão de Animação Bíblico-Catequética se deu através de uma Celebração de Envio conduzida pela equipe da Diocese de Limeira, que presenteou a todos com uma cruz dourada.
Emoção marca encerramento do Ano Jubilar da Arquidiocese de Feira de Santana
Com a presença de grande multidão reunida desde as 15 horas deste domingo no largo junto à Estação de Transbordo, a Arquidiocese de Feira de Santana encerrou de forma solene a programação do seu Ano Jubilar.
A celebração eucarística contou com a presença de 11 bispos e mais de 60 sacerdotes. Um dos pontos altos da cerimônia e marcado de forte emoção foi a leitura da Bênção do Papa Bento XVI concedida ao povo fiel da Arquidiocese de Feira de Santana.
Sua Santidade convocou a todos a serem "sal da terra e luz do mundo" e a ser testemunhas vivas do Evangelho e protagonistas na construção de um mundo de paz, justiça e amor.
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