Boletim Diário da CNBB - 30/08/2012
REFLEXÃO
COMEMORAÇÕES
Nascimento
- Dom Pedro Fré, CSSR, Bispo Emérito de Barretos - SP
- Dom Rodolfo Luís Weber, Bispo Prelado de Cristalândia - TO
Ordenação Presbiteral
- Dom João Corso, SDB, Bispo Emérito de Campos - RJ
- Jornada Mundial da Juventude tem 4 mil inscritos em um dia
- Mais seis Presidentes avaliam suas Comissões
- CNBB emite nota em defesa dos direitos dos povos indígenas
- Coletiva de imprensa na CNBB marca encerramento do Consep
- CNBB e CRB enviam missionária para o Haiti
- Pastoral da Sobriedade promove o encontro "Todos na Prevenção ao tabagismo"
Jornada Mundial da Juventude tem 4 mil inscritos em um dia
Em um dia de inscrições, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) recebeu cerca de 4.400 interessados em participar do evento que acontece em julho de 2013 no Rio de Janeiro e terá a presença do papa Bento XVI. As reservas já podem ser efetuadas desde terça-feira, 28 de agosto, mas o anúncio do arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, foi feito nesta quarta-feira, o que aumentou o ritmo das inscrições. Os primeiros participantes são jovens de 28 países, divididos em 220 grupos, dos quais 112 são brasileiros. A Igreja espera atrair para o Brasil um total de 2 a 4 milhões de jovens do mundo todo.
Entre os estrangeiros, chineses e árabes já fazem parte da lista, que deve ser composta principalmente por latino-americanos. No primeiro dia, inscreveram-se grupos da Argentina, Equador, Colômbia, Chile, Venezuela, Paraguai e Uruguai. No Continente, somente os argentinos sediaram o encontro, há 25 anos. A JMJ espera receber em seu site a inscrição de 1 milhão de pessoas - e avisa só se responsabilizar pelos grupos que comprarem os pacotes de estadia por meio deste canal oficial. Há 21 modalidades disponíveis, com preços que variam de 106 a 608 reais. Países pobres, principalmente os da África, terão descontos.
Para não concentrar todos os católicos em um só espaço, os jovens serão divididos por idiomas e distribuídos pela cidade durante a semana da JMJ. Haverá 27 palcos para manifestações culturais perto de cada região que abrigará os peregrinos. Até outros municípios, como Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Niterói ajudarão nas acomodações. Integrantes da Igreja fazem vistorias em todas as escolas municipais, estaduais e federais da cidade para verificar a capacidade de alojamento. Outras alternativas de estadia serão casas de famílias, ginásios e igrejas.
O primeiro a se inscrever foi o Papa Bento XVI
O arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, garantiu: "Já vivemos o clima da JMJ". Para ele, a abertura das inscrições de peregrinos representa um "passo importante" para a realização do evento. "A Jornada é um investimento na juventude, construindo valores mais humanos e solidários para fazer a diferença na sociedade", afirmou. "E a Igreja é chamada a estar junto nesta construção".
O coordenador-geral da JMJ Rio2013, monsenhor Joel Amado, classificou a Jornada como um "evento maior do que se pode perceber". Ele explicou: "Há um grau de concentração de pessoas muito grande e vai deixar um conjunto de legados". Estes são, enumerou ele, humano, social e econômico. "O convívio cultural e inter-religioso, a união entre os voluntários são exemplos do legado humano", disse. "O social é um projeto de prevenção e recuperação de dependentes químicos. Economicamente, teremos geração de emprego, aumento na demanda do comércio e serviços da cidade", afirmou.
Mais seis Presidentes avaliam suas Comissões
Continuando o trabalho de reflexão sobre as Comissões Episcopais Pastorais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os Presidentes de seis Comissões explicaram a função de cada uma delas e projetaram as ações para o próximo quadriênio. Vale ressaltar que a CNBB têm 12 Comissões Episcopais Pastorais mais duas Comissões Especiais: para a Amazônia e para a Missão Continental.
Segundo o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, dom Eduardo Pinheiro, a Comissão nasceu no ano de 2011, na Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, depois que se percebeu a opção preferencial da Igreja do Brasil pela juventude. "A Igreja sempre esteve atenta à juventude, às novas gerações, e agora, depois deste tempo de amadurecimento decidiu ter uma Comissão específica ao contemplar uma gama de trabalhos que vêm sendo realizados em vista da juventude e com a juventude. A Comissão tem uma preocupação constante de garantir o trabalho de evangelização nas várias instâncias da Igreja no Brasil. De que forma? Com projetos, subsídios, encontros, assessorias. Essa preocupação tende valorizar ainda mais o protagonismo juvenil", ressaltou.
Dom Eduardo ainda lembrou que após a aprovação do Documento 85 da CNBB (Evangelização da Juventude - Desafios e perspectivas pastorais), que traz várias linhas de ação da Igreja para com a juventude, a Comissão se preocupa em fazer com que haja espaços de comunhão de diversidade. "Então temos várias situações em que nos reunimos com jovens que fazem parte das Pastorais da Juventude, dos Movimentos Eclesiais, das Novas Comunidades, jovens ligados às Congregações Religiosas que tem este carisma, como também outras Pastorais afins, como a da Educação, Catequética, Comunicação, Familiar, que também tem a preocupação junto aos jovens. Então este trabalho da unidade das várias expressões é uma preocupação, uma atenção e um objetivo da Comissão. O segundo objetivo, que já vem historicamente responsabilizado pela CNBB é o acompanhar e articular as quatro Pastorais da Juventude: Pastoral da Juventude, Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude Rural e Pastoral da Juventude do Meio Popular, e cada uma delas tem sua estrutura e uma sintonia mais intensa e específica com a CNBB".
Já o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação, dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, a sua Comissão tem como finalidade principal articular todas as iniciativas no campo da cultura e educação no Brasil para poder, através dessas duas ferramentas de mudança da sociedade, de melhoria da condição humana no mundo atual, fazer com que a Igreja marque a sua presença e dê a sua contribuição de fé. "Esta Comissão, portanto, desenvolve projetos na área da Cultura, sobretudo da Pastoral da Cultura, procurando não só compreender o modo de vida do povo brasileiro, mais, sobretudo, as suas profundas expressões da alma, da fé, da espiritualidade, da sua condição humana, que se revela através das tradições, da música, do cinema, de todas as manifestações da cultura e da arte, e, ao mesmo tempo, procura cuidar do imenso patrimônio histórico-cultural desse nosso país, um dos mais ricos, não só da América Latina, mais do mundo, mas também na área da Pastoral da Educação, assim como a cultura, é uma área de fronteira, na qual nós nos fazemos presentes para que, no contato direto com crianças, adolescentes e jovens, na sua formação, desde a mais tenra idade até a formação profissional e a formação de pesquisadores, portanto, mestres e doutores no nosso país, ali marquemos a nossa presença como Igreja e, sobretudo, com a mensagem do Evangelho, procurando articular a Pastoral da Educação".
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso, dom Francesco Biasin, destacou que a Comissão para o Ecumenismo acompanha os diálogos bilaterais entre as Igrejas e também entra em contato com representantes e líderes de outras religiões. "A Comissão mantém viva dentro da Ação Evangelizadora e Pastoral da Igreja a dimensão ecumênica, que é aquela com o diálogo, da tolerância e da valorização de todo o positivo que existe também nas outras tradições religiosas", refletiu.
"A Comissão tem como primeira finalidade animar toda a Igreja do Brasil na Dimensão Missionária, na abertura para além-fronteiras, para olhar também para fora de nosso país. Tentamos realizar essas nossas missões também através de grandes momentos, como o 3º Congresso Missionário Nacional, no mês de julho, em Palmas (TO), que foi uma preparação de toda a Igreja no Brasil para o 4º Congresso Americano Missionário (Cam-4) e para o 9º Congresso Missionário Latino-Americano (Comla-9). Ao lado disso, temos continuado a formação dos conselhos missionários diocesanos, paroquiais, formação para seminaristas e padres com a ótica missionária, e muito outros cursos e formações", disse o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Missionária e Cooperação Intereclesial, dom Sérgio Braschi.
Já o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, dom Sérgio da Rocha, destaca o conhecimento da Palavra de Deus, da doutrina da Igreja, para o crescimento da fé. "Esta é uma Comissão que sempre teve o seu espaço na CNBB, e que agora, por ocasião do Ano da Fé, vai adquirir ainda mais relevância, porque, se todas as Comissões estão em vista de ajudar a Igreja a vivenciar a fé em Cristo, conhecimento, celebração e a vivência da fé, claro que, em especial, a Comissão para a Doutrina da Fé tem um papel importante no contexto do Ano da Fé, que está para ser iniciado no próximo mês de outubro".
E finalizando a reflexão, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, dom Severino Clasen, ressalta a importância do laicato porque faz ver a importância do leigo na Evangelização. "Na graça do batismo, o leigo faz parte do povo de Deus e que deve ser também assumido como sujeito da Evangelização". Falando sobre os projetos e realizações da Comissão, dom Severino destacou seminários com lideranças e também uma preocupação em formar os agentes do Conselho Nacional de Leigos, nas dioceses e nos Regionais, como também na participação das Novas Comunidades, das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), "para que haja uma vida de Igreja mais entusiasta, mais dinâmica, mais fértil e feliz".
CNBB emite nota em defesa dos direitos dos povos indígenas
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou hoje, 30 de agosto, uma nota em defesa dos direitos dos povos indígenas em referência à Portaria 303, da Advocacia Geral da União (AGU), prevista para entrar em vigor no próximo dia 24 de setembro.
Leia abaixo a nota:
Em defesa dos direitos dos povos indígenas
"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10,10)
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 28 a 30 de agosto de 2012, solidário aos povos indígenas ameaçados em seus direitos, vem manifestar sua preocupação e discordância em relação à Portaria 303, da Advocacia Geral da União (AGU), prevista para entrar em vigor no próximo dia 24 de setembro.
Juntamente com o Projeto de Lei 1610/1996 e as Propostas de Emendas Constitucionais 215/00 e 038/1999, que tramitam, respectivamente, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, esta Portaria reflete uma política que beneficia diretamente os interesses de terceiros sobre as terras dos indígenas e das comunidades tradicionais e camponesas. É, portanto, uma violência contra esses povos e uma ameaça à sua vida!
Com a Portaria 303, a AGU dificulta os processos de reconhecimento e demarcação dos territórios tradicionais, facilitando a exploração, especialmente dos recursos hídricos e minerais das terras já demarcadas e desrespeitando o direito de consulta aos povos. Favorece, além disso, a desconstrução da legalidade dos direitos dos povos indígenas e a legitimação da ilegalidade do esbulho das suas terras. Por meio deste instrumento, a AGU ignora o artigo 231 da Constituição Federal e a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Equivoca-se a AGU ao respaldar a Portaria nas "Condicionantes" estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Petição 3388, relativo à demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, uma vez que resta, ainda, aos Ministros da Corte Suprema a apreciação de Embargos de Declaração. As "Condicionantes" não possuem efeito vinculante e, portanto, não se aplicam às demais terras indígenas do país, nem tão pouco, pode a sua aplicação ser retroativa.
A Portaria significa um vilipêndio ao direito irreparável dos irmãos indígenas, posto que quando o Estado Nacional foi instituído essas populações já viviam em terras brasileiras. Pode, além disso, ampliar ainda mais a violência contra os povos indígenas no país que, só neste ano, já tiveram 30 de suas lideranças assassinadas. Sua manutenção fará aumentar a vergonhosa dívida social que o Brasil acumulou com os indígenas ao longo de sua história.
Apelamos, portanto, ao Governo Federal e à AGU que revoguem a Portaria 303, eliminando, assim, a iminente injustiça que se cometerá contra os povos indígenas caso entre em vigor.
A hora é de reparar erros e evitar mortes! Deus, Senhor de todos os povos, nos inspire nos caminhos da vida, da justiça e da paz!Brasília, 30 de agosto de 2012
Dom Raymundo Damasceno AssisArcebispo de AparecidaPresidente da CNBB
Dom José Belisário da SilvaArcebispo de São LuísVice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich SteinerBispo Auxiliar de BrasíliaSecretário Geral da CNBB
Coletiva de imprensa na CNBB marca encerramento do Consep
Na tarde do dia 30 de agosto, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou, em sua sede, em Brasília (DF), uma entrevista coletiva com a imprensa para marcar o encerramento da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) que aconteceu entre os dias 28 e 30 de agosto, e tratou de vários assuntos de grande relevância.
O presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, iniciou a coletiva apresentando, de forma geral, todos os assuntos abordados durante o encontro.
"Durante a reunião refletimos e decidimos sobre temas referentes à nossa caminhada eclesial", disse dom Damasceno. A Campanha da Fraternidade foi um desses temas. "Fizemos uma longa retomada da história e da prática dessa iniciativa da Igreja que, há várias décadas, tem ajudado o povo brasileiro na atenção com temas importantes da nossa realidade". Na reunião também foram tomadas providências para a Campanha da Fraternidade de 2013, que terá como tema "Fraternidade e Juventude", e como lema "Fazei discípulos entre todos os povos".
Outro dos temas abordados pelo conselho foi a 5ª Semana Social Brasileira, que se realizará entre os dias 22 e 25 de maio de 2013. "Vamos tratar do Estado que tem como função estar a serviço de toda nação brasileira. O estado não pode estar em busca de interesses de grupos, ou indivíduos, ou de partidos", afirmou o presidente sobre o evento que terá por tema "Estado para quê e para quem?".
Os bispos membros do Consep refletiram sobre outros temas, como o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentou uma queda no número de católicos no Brasil. A Campanha pelo Voto Limpo, amplamente assumida pelos tribunais eleitorais e por várias entidades da sociedade civil, também foi pauta da reunião.
A reforma do Código Penal foi tratada como tema de preocupação, por ser baseado apenas em sanções. "O Código Penal tem que ser baseado em princípios fundamentos. Que não seja apenas um código condenatório", disse o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner.
Na coletiva foi apresentada uma declaração oficial da CNBB em defesa dos povos indígenas. No documento é manifestado a "preocupação e discordância" em relação à portaria 303, da Advocacia Geral da União, prevista para entrar em vigor no próximo dia 24 de setembro. "[...] esta portaria reflete uma política que beneficia diretamente os interesses de terceiros sobre as terras das indígenas e das comunidades tradicionais e camponesas", diz um trecho da carta.
Conselho Episcopal Pastoral
O Consep é um dos colegiados mais importantes da CNBB, e juntamente com o Conselho Permanente e a Assembleia Geral, esse conselho forma as instâncias de consulta e deliberação da conferência. A reunião é realizada mensalmente para avaliar, aprofundar e orientar a aplicação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.
CNBB e CRB enviam missionária para o Haiti
A CNBB e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) enviam uma nova missionária para fortalecer a missão brasileira da Igreja no Haiti. No final da tarde desta terça-feira, 29 de agosto, os membros do Consep participaram de celebração na qual foi realizado o rito do envio da Ir. Maria Goreth Ribeiro dos Santos.
Ir. Goreth é membro da Companhia de Santa Teresa de Jesus, mais conhecida como congregação das irmãs teresianas. A presença da missão brasileira no Haiti é uma expressão da solidariedade da Igreja nesse período que se seguiu ao terremoto de 2010 e representa também uma ajuda eclesial na reconstrução do país.
Estava presente na missa, a Ir. Márian Ambrosio, presidente nacional da CRB, além de outras irmãs que acompanhavam a nova missionária para o Haiti. A celebração também contou com a participação de assessores da CNBB.
Dom Sergio Arthur Braschi, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária da CNBB, que presidiu a celebração, também enviou carta de apresentação da religiosa ao arcebispo metropolitano de Por-auPrince, dom Guire Poulard e ao Pe. Pierre Garroud, presidente da Conferência dos Religiosos do Haiti. Na carta, dom Braschi reafirma o propósito da missão brasileira: "o objetivo é o de ser presença solidária, acolhedora e evangélica no Haiti, inserindo-se conscientemente na reconstrução e na vigilância por condições dignas para a população pobre. Conhecendo a resistência e o potencial deste povo, o Projeto quer ter como primeiros sujeitos ativos os próprios haitianos, com ações continuadas e efetivas junto a população".
Pastoral da Sobriedade promove o encontro "Todos na Prevenção ao tabagismo"
Em alusão ao dia 29 de agosto, Dia Nacional Contra o Fumo, a Pastoral da Sobriedade do Regional Nordeste 1 da CNBB (Ceará) promoveu um encontro de formação com o tema "Todos na Prevenção ao Tabagismo".
Dia 26 de agosto aconteceu o encontro de formação para os agentes e amigos da sobriedade no estado do Ceará, que contou com o apoio da Secretaria de Saúde do estado, representado por Eurice Marques e Iranilza de Oliveira, integrantes do núcleo de tabagismo do Ceará. Esta formação foi a primeira em nível Regional e contou com a participação de cerca de 60 agentes de todas as diocese do Regional.
A coordenação lançou neste evento o cartaz do Projeto Prevenir, que tem o objetivo de abranger não só a arquidiocese de Fortaleza mais todas as nove diocese do Regional.
A primeira diocese contemplada com este projeto será a diocese de Tianguá, que nos dias 15 a 20 de setembro, contará com uma capacitação, seminários e palestras nas escolas sobre o projeto que tem como objetivo capacitar os agentes para que eles possam dar continuidade nas ações de prevenção da diocese.
Para agendamentos de datas, as dioceses podem entrar em contato com a coordenação do projeto nos telefones (85) 8687-9628 / 97547152.
SE/Sul Quadra 801 Conjunto B
E-mail: imprensa@cnbb.org.br
Site: http://www.cnbb.org.br
Tel.: (61) 2103-8313
Fax: (61) 2103-8303
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