Brasília, 28 de setembro de 2011 – Nº 2641
REFLEXÃO
QUARTA-FEIRA - Lc 9, 57-62
REFLEXÃO
QUARTA-FEIRA - Lc 9, 57-62
Seguir Jesus significa muito mais do que ser um repetidor doutrinário, significa ser capaz de assumir o seu Projeto como algo próprio, ser capaz de olhar para o futuro e visualizar o Reino de Deus, fundamentar a própria existência nesse Reino, fazer da esperança da sua realização o motor propulsor da própria vida e entregar-se de corpo e alma, com tudo o que se é e que se tem na luta em prol da plena realização desse Projeto, renunciando a todas as conquistas humanas obtidas e a todas as formas de segurança que este mundo pode oferecer. É ser totalmente livre de todos os apegos deste mundo para amar a Deus de forma total e exclusiva e fazer desse amor a grande motivação da construção do Reino e a causa da própria felicidade.
Semana de Formação missionária vai discutir “Missão Continental e as DGAE”
Semana de Formação missionária vai discutir “Missão Continental e as DGAE”
“A Missão Profética da Igreja no Brasil”. Com este tema o Centro Cultural Missionário (CCM), as Pontifícias Obras Missionárias (POM), e a Comissão Episcopal para a Ação Missionária da CNBB, irão realizar nos dias 21 a 25 de novembro, a Semana de Formação Missionária sobre a Missão Continental e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O Evento destinado a assessores e coordenadores pastorais dos Regionais e dioceses, além de articuladores da Missão Continental no Brasil, será realizado na sede do CCM, em Brasília.
A formação dá continuidade à Semana Brasileira sobre Missão Continental realizada em setembro do ano passado, evento que discutiu o tema “Vocês são testemunhas destas coisas”, tirado do capítulo 24 do evangelho de São Lucas.
De acordo com o diretor executivo do CCM, padre Estêvão Raschietti, a Semana de Formação vai enfatizar três pontos: o lugar que ocupa a Missão Continental, a partir desse ponto, discutir se as DGAE vêm substituir como Projeto ou a Missão Continental tem que encontrar um lugar dentro das DGAE. Segundo ponto: Será que as DGAE sublinharam bem a questão da missão profética da Igreja no Brasil? E por último: o realce dado à Missão Ad Gentes pelas DGAE.
“Nós queremos criar um debate entre Diretrizes e Missão Ad Gentes (Além-fronteiras). Por isso que vamos fazer essa Semana de Formação. Um estudo sobre as Diretrizes, levantando essas três questões de aprofundamento interior. Queremos apanhar alguns pontos que as DGAE não aprofundaram para ver que aprofundamento podemos dar agora”, justificou padre Estêvão.
As inscrições continuam abertas e podem ser efetuadas pelo site www.ccm.org.br. Mais informações pelo telefone (61) 3274-3009
Símbolos da JMJ nas dioceses de Mogi das Cruzes, Santos e Santo André
Símbolos da JMJ nas dioceses de Mogi das Cruzes, Santos e Santo André
Após passar pela diocese de Mogi das Cruzes, nos dias 26 e 27, foi a vez da Cruz da Jornada Mundial da Juventude e do Ícone de Nossa Senhora, peregrinar pela diocese de Santos (SP). O acolhimento dos símbolos da JMJ foi marcado por alegria, entusiasmo e devoção de milhares de fiéis.
Na diocese de Mogi das Cruzes os símbolos percorreram comunidades, um lixão e o Complexo de Detenção Provisória de Suzano. Foram levados à diocese de Santos por uma comitiva e acolhidos pelo bispo diocesano, dom Jacyr Francisco Braido, pelos padres do Conselho Diocesano de Pastoral, pela Comissão Diocesana de Juventude e por milhares de fiéis que lotaram a igreja São Francisco de Assis, no município de Cubatão.
No dia 26, após a celebração de acolhida, o Seminário Diocesano São José organizou uma caminhada com os jovens das escolas municipais de Cubatão, que percorreu algumas ruas do bairro, lembrando a comunidade da importância da paz e dos direitos dos jovens.
Em seguida, foi apresentada uma peça teatral, em que foram mostradas algumas das cruzes que a juventude carrega: violência, fome, desemprego, drogas, intolerância.
Na terça-feira, 27, às 11h, dom Jacyr Braido, presidiu a missa de despedida dos símbolos, que reuniu mais de 3 mil fiéis de todas as cidades da diocese, na igreja São Francisco.
Na oração dos fiéis, no ofertório e na ação de graças, os jovens deram seu recado, pedindo que a sociedade se preocupe mais com eles e lhes oferecem as condições necessárias para que possam, de fato, construir suas vidas com dignidade e esperança.
Ao final da celebração, o bispo de Santos abençoou a comissão de jovens que levaria a cruz para o próximo destino.
Diocese de Santo André
Os jovens da diocese de Santo André acolheram os símbolos nesta terça-feira, 27. A programação teve início às 14h quando foi feita a montagem da Cruz na catedral Nossa Senhora do Carmo. A entrada solene aconteceu às 14h30. E meia hora depois houve a sua exposição.
Das 15h às 17h o povo em geral conheceu símbolos do Encontro do Papa com a juventude. Às 17h teve espaço especial a apresentação do vídeo: Espiritualidade e história da Cruz. E às 18h a procissão. A missa foi presidida pelo bispo diocesano, dom Nelson Westrupp, às 20h. A despedida no fim da celebração teve a presença dos 90 jovens que estiveram na Jornada Mundial da Juventude de Madri.
Hoje, 28, a Cruz e o Ícone estão na Milícia da Imaculada onde é celebrada missa radiofonizada. Às 14h, padre Alexandre e a Comitiva Jovem levam a Cruz para a diocese de Santo Amaro.
Peregrinação tem história
A Cruz da Juventude foi entregue pela primeira vez aos jovens em 1984, pelo beato João Paulo II. Desde então, ela começou a peregrinar mundo afora, sempre levada pela juventude nas jornadas mundiais. Em 2003, junto com a Cruz, passou a peregrinar também o ícone de Nossa Senhora.
Os dois símbolos vão peregrinar pelo Brasil e por alguns países do Cone Sul, como parte da preparação para a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Rio de Janeiro, em 2013.
CCM finaliza mais um curso para missionários enviados além-fronteiras
CCM finaliza mais um curso para missionários enviados além-fronteiras
Terminou na última quarta-feira, 21, o Curso Ad Gentes para Missionários enviados Além-Fronteiras, formação que acontecia no Centro Cultural Missionário (CCM) em Brasília, desde o dia 28 de agosto com a participação de 33 pessoas, entre sacerdotes, religiosos e leigos de 11 estados.
Os missionários devem atuar agora em países como Moçambique, Angola, Camarões, Quênia e Benin na África; Haiti, México, Paraguai, Peru e República Dominicana, na América Latina; Filipinas e Indonésia, na Ásia. Entre eles, um sacerdote está disponível para trabalhar na Pastoral dos Brasileiros no Exterior (PBE) para servir a algumas comunidades da Europa.
Promovida pelo CCM em parceria com o Instituto Superior de Filosofia Berthier (IFIBE) de Passo Fundo (RS), a formação foi encerrada com uma celebração presidida pelo diretor do CCM, padre Estêvão Raschietti, e pelo diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti.
“A formação é um fator básico para o desenvolvimento do serviço missionário”, sublinhou o diretor do CCM, padre Estêvão Raschietti. De acordo com ele, “é preciso, antes de tudo, capacitar e qualificar as pessoas recorrendo a um debate inter-disciplinar que aponte pistas de ação que mexam com uma renovada identidade eclesial, em sintonia com a atual conjuntura histórica”, destacou.
Dinâmica do curso
Foi desenvolvido seguindo um percurso constituído por sete dimensões da missão: humano-afetiva, bíblica, histórica, antropológica, teológica, prática e espiritual. Cada abordagem contou com 20 horas-aula de exposição, estudo e debate. Também foram realizadas diversas conferências sobre a realidade missionária dos cinco continentes, além de documentários, filmes e testemunhos missionários do Brasil e do mundo.
Nas avaliações conclusivas os participantes ressaltaram que a formação foi decisiva e positiva porque formou uma nova visão sobre a missão, apresentou um novo paradigma, trabalhou as posturas e as atitudes do missionário além-fronteiras como hóspedes na casa dos outros. Segundo padre Estêvão, uma imagem cativou e questionou: “A mala da viagem”. Temos que partir com a mala cheia ou com a mala vazia? Devemos dar ou receber? Precisamos nos dispor a ensinar ou aprender?
“A missão é sempre saber oferecer e saber acolher, saber sair e saber chegar, saber anunciar e saber dialogar. A mala do missionário não deve estar demasiadamente cheia de si, sem mais espaço para nada. Ao contrário, aos poucos cada um aprende a esvaziá-la para deixar lugar ao outro. A missão hoje deve ser leve como uma mala vazia”, frisou o diretor do CCM.
Para Estêvão completou dizendo aos missionários que, para ser um bom missionário é preciso antes de tudo despojamento. “A missão exige um profundo e radical despojamento, humildade, escuta, aprendizagem. Porque a presença e ação do Espírito não atingem apenas os indivíduos, mas também a sociedade e a história, os povos, as culturas e as religiões. Com efeito, Ele está na base dos ideais nobres e das iniciativas benfeitoras da humanidade peregrina: ‘com admirável providência, o Espírito dirige o curso dos tempos e renova a face da terra’”, completou.
Homenagem de Cristãos e Muçulmanos à Virgem Maria já tem data e local marcados
Homenagem de Cristãos e Muçulmanos à Virgem Maria já tem data e local marcados
No último dia 21 de setembro, em Brasília, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou a proposta da Pastoral da Criança de envolver Muçulmanos e Cristãos em celebração para homenagear Maria. O evento será dia 24 de março de 2012, em Foz do Iguaçu, local da tríplice fronteira e com ampla comunidade muçulmana.
Além do louvor à Maria, o encontro será uma oportunidade para os líderes da Pastoral da Criança e famílias acompanhadas conhecerem temas inspiradores dos exemplos de Maria, como a visita às gestantes (Maria visita sua prima Izabel) e o cuidado com a gravidez desde a concepção. O evento também visa colaborar para a Paz entre os povos e fiéis das duas maiores religiões mundiais e servir de referência para a Pastoral da Criança Internacional atuar em países de maioria muçulmana, especialmente na África e Ásia.
A organização do evento pretende contar com o apoio local das duas religiões, a participação da Pastoral da Criança, do secretário geral do movimento Religions for Peace, Wiliam F. Vendley, e Mohammad Sammak, secretário geral do Comitê para o Diálogo Cristão Muçulmano. “Estou pronto para ir onde a abençoada Maria quer que eu vá... para o Brasil e além... gosto de ver que comunidades cristãs e muçulmanas compartilham o amor de Maria e aqui ganham bênçãos”, ressaltou Mohammad Sammak em resposta ao convite feito pela Pastoral da Criança para auxiliar na organização.
Juntamente com a homenagem acontecerá o encontro da coordenação Nacional da Pastoral da Criança com os coordenadores diocesanos e estaduais das regiões Sul e Centro-Oeste e a reunião do conselho executivo Mundial do Dia de Oração e Ação pela Criança, com representantes do Japão, Índia, Europa, Estados Unidos, Oriente Médio e Brasil.
Já estão confirmadas as presenças do cardeal dom Geraldo Agnelo, vários bispos do Paraná, o vice-governador do Paraná e membros do Conselho Executivo Mundial do Dia de oração e Ação pela Criança.
Antecedentes no Islamismo
O Alcorão menciona a Virgem Maria (Mariam) em 34 locais em 12 capítulos. No Líbano, essa celebração acontece desde 2010, com feriado oficial.
Assessoria de Imprensa da CNBB
Assessoria de Imprensa da CNBB
Tel.: (61) 2103-8313
Fax: (61) 2103-8303
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