quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Boletim da CNBB

Boletim Diário da CNBB - 21/02/2013

REFLEXÃO

A oração deve sempre estar vinculada com a prática da vontade do Pai. A nossa oração será ouvida e Deus nos concederá o bem que desejamos somente quando formos capazes de realizar o bem para com os nossos irmãos e irmãs. Sendo assim, Deus somente realizará por nós aquilo que nós queremos que ele nos faça quando formos capazes de realizarmos pelos nossos irmãos e irmãs aquilo que eles esperam de nós, pois estaremos com isso cumprindo a vontade de Deus e ele, como recompensa, cumprirá a nossa vontade.

COMEMORAÇÕES

Nascimento

  • Dom José Lima, Bispo Emérito de Sete Lagoas - MG

Ordenação Presbiteral

  • Dom José Alves da Costa, DC, Bispo Emérito de Corumbá - MS
  • Dom Augusto Alves da Rocha, Bispo Emérito de Floriano - PI
  • Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo de Manaus - AM
  • Dom Oneres Marchiori, Bispo Emérito de Lages - SC

Ordenação Episcopal

  • Dom José Alves da Costa, DC, Bispo Emérito de Corumbá - MS
  • Dom Manoel João Francisco, Bispo de Chapecó - SC
NOTÍCIAS

Papa estuda possibilidade de "Motu Proprio" para esclarecer pontos do Conclave, afirma Pe. Lombardi

Durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, 20 de fevereiro, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, afirmou que "o Papa está considerando a possibilidade da publicação de um Motu Proprio, nos próximos dias, obviamente antes do início da Sé Vacante, para precisar alguns pontos particulares da Constituição apostólica sobre o Conclave, pontos estes que ao longo dos últimos anos foram apresentados".

O religioso não soube dizer se o Pontífice vai considerar necessário ou oportuno fazer este esclarecimento sobre a questão do tempo de início do Conclave. "Se e quando o documento será publicado o veremos. O que me resulta é o estudo, por exemplo, de alguns pontos de detalhe para a plena harmonização com outro documento que diz respeito ao conclave, ou seja, o Ordo Rituum Conclavis", prosseguiu Pe. Lombardi.

De acordo com o porta-voz, a decisão depende apenas da avaliação de Bento XVI, que julgará ou não ser necessária a publicação de um documento como este.


Bento XVI nomeia dois novos bispos para o Brasil nesta quinta-feira

Os monsenhores Marco Aurélio Gubiotti e Gabriele Marchesi foram nomeados, nesta quinta-feira, 21 de fevereiro, novos bispos para o Brasil. Monsenhor Marco Aurélio  como novo bispo da diocese de Itabira-Coronel Fabriciano (MG) e para a  diocese de Floresta (PE), foi nomeado o monsenhor Gabriele Marchesi.

Monsenhor Marco Aurélio Bubiotti é mineiro de Ouro Fino (MG), e tem 49 anos de idade. Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado presbítero em 1989, e exerceu a missão paroquial nas cidades de Brasópolis, Jacutinga, Tocos do Mogi, Bela Vista e Santa Rita do Sapucaí. Obteve o título de Mestre em Estudos Bíblicos pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo (SP). Colaborou com a formação no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre e foi diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Atualmente, padre Marco Aurélio era pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre.

Monsenhor Gabriele Marchesi nasceu em Incisa Valdarno, na Itália, e está com 59 anos de idade. Cursou filosofia no seminário diocesano de Fiesole, e a teologia em Fiorentino. Ordenado sacerdote em 1978, atuou como pároco na diocese de Fiesole até 2003, quando veio para o Brasil. Desde então, está na diocese de Viana (MA) como sacerdote "Fidei Donum". Atualmente, era o pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo e Nossa Senhora do Rosário na cidade de Pedro do Rosário (MA), e também o coordenador de pastoral da diocese.


Saudação da CNBB ao novo bispo de Itabira-Coronel Fabriciano

O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, dirigiu mensagem ao monsenhor Marco Aurélio Gubiotti, nomeado na manhã desta quinta-feira, 21 de fevereiro, como novo bispo de Itabira-Coronel Fabriciano, em Minas Gerais.

Leia a Nota:

Saudação ao novo bispo de Itabira-Coronel Fabriciano

 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil se une ao bispo emérito de Itabira-Coronel Fabriciano (MG), dom Odilon Guimarães Moreira, e ao povo daquela diocese para acolher, com alegria, o comunicado da Santa Sé que nos traz a notícia de que monsenhor Marco Aurélio Gubiotti foi nomeado novo bispo diocesano pelo Papa Bento XVI, na manhã desta quinta-feira, 21 de fevereiro.

O novo bispo tem 49 anos e é mineiro de Ouro Fino. Desde sua ordenação presbiteral em 1989, Monsenhor Marco Aurélio tem se dedicado ao trabalho paroquial e ao ensino das Ciências Bíblicas. No âmbito do magistério, ele atuou no Instituto Teológico Interdiocesano São José e na Faculdade Católica, ambas instituições de Pouso Alegre (MG). No serviço pastoral em paróquias esteve nas cidades mineiras de Brasópolis, Jacutinga, Tocos do Mogi, São Sebastião da Bela Vista, Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre.

O tempo forte de trabalho evangelizador realizado nas comunidades paroquiais onde esteve até agora e do duro e exigente exercício de disciplina próprio do ensino das Escrituras podem ser considerados estágios bastante importantes de preparação para o ministério que agora lhe é confiado. Que o bom Deus o ampare e o fortaleça nessa nova missão e lhe dê as forças para o governo, o ensino e a santificação do povo que o terá como pastor.

Enviamos um abraço agradecido ao Irmão no episcopado, dom Odilon Guimarães, e estamos juntos com as comunidades da diocese na recepção jubilosa do novo bispo.

Leonardo Ulrich Steiner

Bispo auxiliar de Brasília

Secretário geral da CNBB


Saudação da CNBB ao novo bispo de Floresta

Mensagem de acolhimento da CNBB foi enviada ao monsenhor Gabriele Marchesi, nomeado pelo Papa Bento XVI, na manhã desta quinta-feira, 21 de fevereiro, como novo bispo da diocese de Floresta (PE).

Leia a Nota:

Saudação ao novo bispo de Floresta

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acolhe, com satisfação, monsenhor Gabriele Marchesi, nomeado pelo papa Bento XVI, na manhã desta quinta-feira, 21 de fevereiro, como novo bispo de Floresta (PE).

A lida com a pastoral e o contato com o povo das comunidades são o selo do sério serviço prestado até agora por monsenhor Gabriele nos quase 34 anos de vida sacerdotal. Ele foi pároco em vários lugares da diocese de Fiesole, na Itália, até o ano de 2003, quando veio para o Brasil e desde então tem servido na diocese de Viana (MA).

O campo de trabalho no qual o novo bispo tem atuado permanece sendo o cenário diante do qual se apresenta o esforço de toda a Igreja em considerar sua identidade missionária e os desafios dos dias atuais: "a missão deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais de dioceses, paróquias, comunidades religiosas, movimentos e de qualquer instituição da Igreja; nenhuma comunidade deve isentar-se de entrar decididamente, com todas as forças, nos processos constantes de renovação missionária" (DA 365).

Acolhemos Monsenhor Gabriele com os melhores votos de que seu ministério seja proveitoso e de grande valor para a missão da Igreja junto ao povo de Floresta.

Leonardo Ulrich Steiner

Bispo auxiliar de Brasília

Secretário geral da CNBB


Rio de Janeiro é sede do 20º Encontro Nacional de Reitores de Santuários

Desde a última segunda-feira, 19 de fevereiro, o Centro de Estudos do Sumaré recebe responsáveis de Santuários de todo o Brasil todo para o 20º Encontro Nacional de Reitores de Santuários. Até o dia 23 deste mês, eles estarão reunidos e participarão de ciclos de palestras sobre mídia, cultura e religiosidade popular.

O encontro contou com a presença do Arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta que presidiu a missa de abertura.  Com mais de 50 participantes inscritos, o encontro, que acontece a cada dois anos, é promovido com a finalidade de proporcionar um momento de partilha e convivência entre os membros do clero. Anfitrião do evento, o reitor do Santuário Mariano de Nossa Senhora da Penha, padre Serafim Fernandes, expressou a sua satisfação em receber, pela primeira vez, o encontro no Rio de Janeiro.  "É um privilegio receber tantos reitores que tem um papel tão importante na dinâmica da Igreja no Brasil".

Para o reitor do Santuário Nacional de Aparecida, padre Domingos Sávio da Silva, o encontro é uma oportunidade de olhar mais diretamente para o papel dos santuários na cultura e nas novas mídias. "Vamos olhar mais diretamente a religiosidade popular, a cultura popular e as novas mídias com os nossos santuários. Essas são realidades muito presentes nos dias de hoje e, claro, muito presentes nos nossos santuários". A programação inclui uma palestra sobre a Jornada Mundial da Juventude, além de um passeio aos Santuários do Cristo Redentor e de Nossa Senhora da Penha, e outros locais de culto.


"Crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação" (Papa Bento XVI)

Ao proclamar o Ano da Fé, o papa Bento XVI publicou a carta apostólica Porta Fidei, em 11 de outubro de 2011. No texto, ele recorda que o centro da atenção eclesial deve estar no encontro com Jesus Cristo e na beleza da fé nele. "Só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior, porque tem sua origem em Deus".

Retomando a celebração do cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, e os vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, o papa vê essa oportunidade como ocasião para que a Igreja se renove, especialmente através do testemunho de vida de quem crê. "De fato, os cristãos são chamados a brilhar, com sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou (...). Nessa perspectiva, o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo".

O desejo do Santo Padre é de que o Ano da Fé suscite, em cada cristão, o desejo de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. "Esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e refletir sobre o próprio ato com que se crê é um compromisso que cada crente deve assumir".

Ao delinear o percurso que o cristão deve fazer para compreender o conteúdo da fé, o papa elenca aspectos importantes da unidade entre o ato com que se crê e os conteúdos a que damos assentimento. "O professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos". Desta forma, a profissão de fé se torna um ato simultaneamente pessoal e comunitário. "De fato, o primeiro sujeito da fé é a Igreja".

Bento XVI também assinala na carta que o Catecismo da Igreja Católica é um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quem tem a incumbência da formação dos cristãos. "De fato, em nossos dias mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogações, que provêm de uma mentalidade divergente que hoje, de forma particular, reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. A Igreja, porém, nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas, embora por caminhos diferentes, tendem para a verdade".

Por fim, o papa recorda que o Ano da Fé é uma ocasião de intensificar o testemunho da caridade. "A fé sem caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra realizar seu caminho. De fato, não poucos cristãos dedicam amorosamente sua vida a quem vive sozinho, marginalizado ou excluído, considerando-o como o primeiro a quem atender e o mais importante a socorrer, porque é precisamente nele que se espelha o próprio rosto de Cristo".

Confira a íntegra do documento, clicando aqui.


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