terça-feira, 3 de julho de 2012

Boletim da CNBB

Boletim Diário da CNBB - 03/07/2012

COMEMORAÇÕES

Nascimento

  • Dom Armando Bucciol, Bispo de Livramento de Nossa Senhora - BA
  • Dom Dominique Marie Jean Denis You, Bispo de Santíssima Conceição do Araguaia - PA
  • Dom Eugène Lambert Adrian Rixen, Bispo de Goiás - GO
  • A. Apost. Pe. José Garcia Corcuera, OAR, Administrador Apostólico Sede Plena de Lábrea - AM

Ordenação Presbiteral

  • Dom Assis Lopes, Bispo Auxiliar Emérito de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ
  • Cardeal Eusébio Oscar Scheid, SCJ, Arcebispo Emérito de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ
  • Dom João Bosco Oliver de Faria, Arcebispo de Diamantina - MG
  • Dom José Palmeira Lessa, Arcebispo de Aracaju - SE
  • Dom Mário Rino Sivieri, Bispo de Propriá - SE
  • Dom Erwin Kräutler, CPPS, Bispo Prelado de Xingu - PA
  • Dom Girônimo Zanandréa, Bispo de Erexim - RS
  • Dom Francisco Javier Delvalle Paredes, Bispo de Campo Mourão - PR

Ordenação Episcopal

  • Cardeal Paulo Evaristo Arns, OFM, Arcebispo Emérito de São Paulo - SP
NOTÍCIAS

Papa nomeia novo bispo para a Bahia

Na manhã desta quarta-feira, 4 de julho, a Santa Sé anunciou oficialmente a nomeação do novo bispo de Jequié (BA). Trata-se do frade capuchinho Frei José Ruy Gonçalves Lopes, atualmente vigário paroquial na arquidiocese de Feira de Santana (BA).

Veja o breve Curriculum Vitae do novo bispo:

Frei José Ruy Gonçalves Lopes ingressou na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em fevereiro de 1985 e emitiu votos em 10 de janeiro de 1988. Foi ordenado sacerdote em dezembro de 1993.

Logo depois da ordenação, foi pároco em Valéria e Capelão do Leprosário de Águas Claras na arquidiocese de Salvador (BA). Eleito Definidor Provincial esteve no cargo de 1995 a 1988 quando também exerceu a função de Ecônomo Provincial. Neste mesmo período também teve a responsabilidade da promoção vocacional e foi Mestre dos pós-noviços. Entre os anos de 2002 a 2007 foi Ministro Provincial e parte desse tempo foi vice-presidente da Conferência dos Capuchinhos do Brasil (2002 a 2004).

Cursou pós-graduação em Teologia Moral na Faculdade Assunção de São Paulo em 2007 e 2008.  E da conclusão do curso até este ano, ele tem sido membro do Conselho de Formação Internacional dos Capuchinhos e membro do Conselho de Administração das Obras Sociais de Irmã Dulce. Atualmente ele também é professor de Teologia Moral na Faculdade Arquidiocesana e diretor do Colégio Santo Antônio de Feira de Santana (BA).


Saudação da CNBB ao bispo de Jequié

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu, nesta quarta-feira, 4 de julho, uma Nota saudando a nomeação do novo bispo de Jequié (BA), monsenhor José Ruy Gonçalves Lopes, atualmente vigário paroquial, professor universitário e diretor de Colégio em Feira de Santana (BA).

Leia a Nota:

 

Saudação ao novo bispo de Jequié

 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acolhe, com alegria, a nomeação do novo bispo de Jequié (BA), monsenhor José Ruy Gonçalves Lopes. O anúncio da Santa Sé foi feito na manhã desta quarta-feira, dia 4 de julho de 2012. Agradecemos a bondade do Santo Padre, Papa Bento XVI, que olhou para as necessidades pastorais do nosso Brasil e nos envia um irmão para pastoreio da diocese que estava vacante desde a renúncia de dom Cristiano Jakob Krapf.

Monsenhor José Ruiz é frade capuchinho e tem um itinerário de grande dedicação à missão franciscana servindo à Igreja por meio do trabalho feito em sua Província no exercício de várias funções. Pós-graduado em Teologia Moral, ele tem colaborado com esmero na formação do clero e na educação dos jovens. Sobressaem também, em sua biografia, os trabalhos sociais realizados até o momento junto ao Leprosário de Águas Claras, na arquidiocese de Salvador (BA) e do Conselho de Administração das Obras Sociais de Irmã Dulce.

A chegada do novo bispo em Jequié, certamente, vai levar grande alegria para suas comunidades. Desejamos ao monsenhor José Ruy que seu ministério seja fecundo, que sua liderança paterna anime o serviço de seus presbíteros e que confirme, na fé, o laicato. Enviamos também o nosso cumprimento, cheio de gratidão, ao querido bispo emérito, dom Cristiano, desejando-lhe saúde e serenidade no prosseguimento de seu compromisso com Cristo e com a Igreja.

 

 

 

 

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo auxiliar de Brasília

Secretário Geral da CNBB

 

 


Assessoria da CNBB participa de projeto pastoral dos Maristas

Pe. Ari Antonio dos Reis, assessor da Comisssão Episcopal Pastoral para a Caridade, a Justiça e a Paz da CNBB participou de uma videoconferência formativa do projeto "Diálogos Pastorais",  realizada em Brasília (DF), na sexta-feira, 29) de junho.  O projeto é da Província Marista Brasil Centro-Norte.

A assessoria de imprensa dos Maristas, informou que, segundo o Pe. Ari, este espaço de debate é fundamental e necessário para uma compreensão que reforça toda a história de Marcelino Champagnat. "De ver a sociedade com um olhar cristão, que carrega a pergunta: como contribuir para que a sociedade seja melhor? Isso acontece a partir de uma preparação, de uma formação, que este espaço está proporcionado", salientou.

Em sua palestra, o padre destacou a importância do papel da pastoral social, em comunhão com a missão da Igreja. "A pastoral social na Igreja é o meio para tratar das questões sociais, ajudar as pessoas mais sofridas e abandonadas. Precisamos estar inseridos numa pastoral orgânica e de conjunto", pontuou. O convidado destacou também a necessidade de atuação na caridade. "Delegar a outras pessoas, como os jovens, a tarefa, realizando uma experiência pessoal de contato com situações de maior fragilidade na sociedade", enfatizou.

O projeto "Diálogos Pastorais" é uma iniciativa do Comitê de Pastoral da Província Marista Brasil Centro-Norte. O objetivo é contribuir para  a reflexão, o diálogo e a partilha de experiências, com enfoque na Evangelização e na Escola em Pastoral, à luz da Palavra, da Igreja e do Instituto Marista. Participaram desta edição as equipes pastorais e pedagógicas das Unidades Educacionais e Sociais do Marista.

Padre Ari é formado em filosofia e história pela Universidade de Passo Fundo (RS); em teologia pelo Instituto de Teologia e Pastoral de Passo Fundo; especialização em Epistemologia Filosófica – Universidade de Passo Fundo; Mestrado em Teologia Pastoral pela Pontifica Nossa Senhora da Assunção. Atualmente é assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB e secretário do Mutirão Pastoral para superação do Trabalho Escravo.

Outras participações em junho

No dia 11, o Pe. Geraldo Martins Filho, da CNBB, participou do Diálogos em Pastoral, na videoconferência "Por uma consciência política", para as equipes de Pastoral, Pedagógica e Lideranças Juvenis de todas as Unidades da Província Marista Brasil Centro-Norte.

 

Apoiando-se em Documentos da CNBB, o padre demonstrou como o cristão consciente deve aproximar-se da política, criando uma empatia que leve a um "agir político". A partir disso, concluiu que as obras educacionais e sociais devem ajudar às crianças, aos adolescentes e jovens nas reflexões sobre fé e vida. O Pe. Geraldo lembrou ainda a cartilha Eleições Municipais 2012: Cidadania para a democracia, elaborada pelo Conselho Nacional do Laicato - do Brasil CNLB, pela Comissão Brasileira de Justiça e Paz – CBJP, pelo Centro Nacional de Fé e Política "Dom Helder Câmara" – CEFEP e pelas pastorais Sociais.

 

No cronograma do projeto "Diálogos em Pastoral" do mês de junho, estiveram ainda a partilha das monografias do curso de Patrimônio Marista, no dia 1º, com a participação dos Irmãos Paulo Henrique Soares, Delano Costa e a analista pastoral Raquel Pulita; e o lançamento do documento Evangelizadores entre os Jovens, para as lideranças jovens da Província.

 

 


Coordenadores da 5ª Semana Social Brasileira se reúnem na CNBB

Na manhã do dia 03 de julho, a equipe de coordenação da 5ª Semana Social Brasileira se reuniu para tratar dos preparativos e reflexões a serem abordados no evento. Na pauta do encontro estava análise do evento Rio+20, a Cúpula dos Povos, e a construção da pauta e a metodologia de trabalho a serem utilizadas no Seminário das Pastorais Sociais.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz e bispo de Ipameri (GO), dom Guilherme Werlang, estava à frente dos trabalhos e explicou que a apreciação de pontos da conferência Rio+20 e da Cúpula dos povos, tem o objetivo de levar tais pontos à reflexão na 5ª Semana Social Brasileira. "Temos que fazer reflexões e debates para ampliar e aprofundar muitas das pautas discutidas na Rio +20 e na Cúpula dos Povos", disse dom Guilherme.

Ao participar dos dois eventos, dom Guilherme afirmou que um dos pontos de debate que surgiu foi a questão da economia verde. "Nós percebemos que são visões completamente diferentes, até antagônicas, entre o que chefes dos países entendem por economia verde, e o que a Cúpula dos povos entende. Então nós vamos produzir reflexões para esclarecer tanto para dentro da igreja quanto para a população brasileira, o que nós, enquanto CNBB, enquanto Pastorais Sociais, entendemos como economia verde", elucidou.

A 5ª Semana Social será realizada em 2013 e terá como tema 'A participação da sociedade no processo de democratização do Estado – Estado para que e para quem?', e tem como objetivo articular forças populares e intelectuais no debate de questões sociopolíticas e traçar perspectivas para o país, baseadas na Doutrina Social da igreja.

A reunião dos coordenadores também discutiu pontos de preparação para o Seminário das Pastorais Sociais, que será realizado em agosto deste ano. O Seminário das Pastorais Sociais é um momento de proposição de ações de rearticulação das relações entre o Estado e a Sociedade Civil. O evento é destinado a ativistas sociais, líderes religiosos, agentes de pastorais, estudantes e profissionais das áreas sociais, membros de organizações não governamentais e governamentais.

"No Seminário nós vamos trabalhar em torno da 5ª Semana Social Brasileira. Vamos olhar o que nós já conseguimos realizar, quais são as dificuldades que os regionais e dioceses encontram, e o que esperamos construir para o ano que vem quando vai acontecer o grande encontro final", disse o presidente se referindo à 5ª Semana Social Brasileira.

Na reunião, os coordenadores traçam estratégias de como entrar em contato com os assessores das dioceses pelo Brasil, no trabalho de preparação da 5ª Semana Social Brasileira. "Temos que olhar hoje quais os próximos passos na construção da 5ª Semana Social Brasileira, o que devemos fazer além do seminário de agosto, e que outras agendas nós precisamos fazer", finalizou dom Guilherme.


Comunidades Eclesiais de Base da América Latina e do Caribe

No embalo das Comunidades Eclesiais de Base (CEBS) da América Latina e do Caribe, nós, representantes das CEBS do Brasil, acompanhados pela imagem de Nossa Senhora Aparecida e impulsionados pela mensagem de Pedro Casaldaliga, partimos para Honduras para participar do IX Encontro Latino Americano e Caribenho das CEBS. Fomos acolhidos/as pelas comunidades eclesiais de base de Honduras, com muito carinho, na casa Monte Horeb, por sinal, um lugar lindíssimo, situado no meio das montanhas, com jardins belíssimos. Estiveram presentes participantes dos seguintes países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, Alemanha. Foram convidados, Estela Padilla, de Filipinas; bispos presentes: Dom Giovane Pereira de Melo, da Diocese de Tocantinópolis, bispo referencial para o setor CEB's da CNBB; Monsenhor Ángel Garachana Pérez, bispo de San Pedro de Sula. O objetivo geral do encontro foi compartilhar e avaliar, projetar e celebrar a caminhada das CEB's no continente e, assim, continuar semeando a semente e os frutos da nova sociedade e da Igreja em vista do Reino de Deus. Tema: Relançamento das Comunidades Eclesiais de Base; Lema: As Comunidades Eclesiais de Base a Serviço de Justiça e da Vida. Os primeiros dias, apesar da indignação pelos incidentes que sofreram nossos amigos do Haiti, que impossibilitou sua participação no encontro, pois lhes foi negado o visto de entrada em Honduras, foram de muita partilha sobre as experiências vividas no dia a dia das comunidades, considerando as seguintes provocações: qual é a minha história na CEBs, onde e como começamos essa caminhada, o que nos move até hoje. Muitos de nós viemos dos grupos reflexão, dos círculos bíblicos, da luta pela terra e pela água, moradia e outros. Ouvimos histórias e testemunhos belíssimos de pessoas que nem sabiam o que é uma comunidade e, hoje, são discípulas/os de Jesus Cristo em seus países. Vários presbíteros e leigos/as deram testemunho da sua vocação nascida no seio das CEBs. Entre eles, o bispo referencial das CEBs e do laicato brasileiro, Dom Geovane Pereira de Melo, os padres Josivan Arruda Calixto e Benedito Ferraro. São histórias e compromissos ricos para a vida Igreja e, principalmente, para nós, leigos e leigas. São vocações nascidas nas comunidades, ou seja, vieram do meio do povo e continuam, hoje, presentes no meio do povo. Quando a delegação brasileira fez sua apresentação, juntamente com Dom Geovane, os participantes gritavam "queremos os bispos no meio do povo". Isso, para nós, foi um clamor do povo interpelando os nossos pastores para que estejam mais presentes na vida do povo sofrido e esquecido. Nesse sentido, a presença de Dom Geovane foi muito positiva. Ele acompanhou e participou conosco em todos os momentos do encontro, assim, fez Ferraro. Isso marcou o encontro. Algumas pessoas diziam para nós: "aquela é a verdadeira Igreja de Jesus de Nazaré". Essas presenças, a da juventude e das mulheres, foram avaliados positivamente pela equipe continental das CEBs. Outro momento importante do encontro foi a análise de conjuntura. A partir dela partimos para as discussões sobre a ecologia, a luta pela terra, a situação dos povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, mulheres, educação, a importância da nossa presença nos movimentos sociais e na pastoral social. Interpelados por esses temas, continuamos refletindo sobre as nossas fraquezas, debilidades e desafios. Foram momentos muito ricos nos quais percebemos que estamos mais vivos que nunca, somos resistentes e não deixamos a chama das CEBs se apagar, ou seja, a Célula das CEBs permanece viva, e sem perder aquilo que é mais sagrado na caminhada das comunidades Eclesiais de Base, a vivência e a prática do evangelho de Jesus Cristo no meio dos pobres e excluídos/as. Os bispos afirmaram isso no Documento 25 da CNBB: "As CEBS são expressão do amor preferencial da Igreja pelo povo simples". Sabemos também que estamos vivenciando um tempo de muitas mudanças sociais e eclesiais, que dificultam as nossas ações e a nossa identidade. Todavia, neste encontro reafirmamos a nossa identidade. E, diante desses desafios, conclamamos a todos com as mesmas palavras de Dom Pedro Casaldaliga pronunciadas na mensagem de abertura do IX Encontro Latino Americano: "O Espírito nos anima a transformar a hora escura da crise em hora luminosa de Kairós. Ser diálogo, diaconia, evangelização integral, militância e contemplação; a partir do dia a dia da família e do trabalho, da eclesialidade ministerial e da organização popular, da pastoral e da política. Três atitudes maiores nos devem definir nessa hora: Indignação profética, Compromisso militante, Esperança pascal. Com isso reafirmamos nosso compromisso com a Igreja dos pobres, de todos os povos, e com o meio ambiente. As palavras de Dom Pedro Casaldáliga encheram nosso coração de esperança. Podem nos tirar tudo, menos a esperança. Devemos fazer questão de vivermos, todos, agitando, se comprometendo. Cada um de nós é uma célula-mãe, espalhando vida, provocando a vida. A Igreja da libertação está viva, ressuscitada, porque é a Igreja de Jesus. A teologia da libertação, a espiritualidade da libertação, a liturgia da libertação, a vida eclesial da libertação está profundamente arraigada no mistério pascal, que é o mistério da vida de Jesus, o mistério das nossas próprias vidas. Tivemos também um dia de missão. Fomos visitar e conhecer as comunidades de Honduras. Foi uma riqueza imensa conhecer as comunidades. A realidade não é muito diferente da nossa. São muitas comunidades distantes uma das outras, e poucos presbíteros. O que chama a atenção é que as comunidades são bem organizadas e articuladas pela diocese e suas paróquias. As lideranças, as mulheres predominam, são pessoas simples. Uma experiência boa foi vivida em uma paróquia, onde o pároco tinha convidado as lideranças de todas as comunidades para dar seu testemunho de vida comunitária; ou seja, não foi o presbítero quem falou da vida da comunidade, mas sim o animador da comunidade que está no dia a dia da comunidade. Isso, para mim, foi divino perceber a valorização dos animadores das comunidades. Podíamos ver no rosto desses animadores a alegria de estar falando da sua comunidade e da sua experiência de vida comunitária. Quem sabe, nós, brasileiros também poderíamos nos inspirar nesse exemplo. Pois, muitas vezes dizemos o que vamos fazer para a comunidade e não as pessoas que vivem lá falar de sua própria experiência. Nas celebrações da Palavra e da Eucaristia experimentamos uma espiritualidade diversificada. Apesar das diferentes línguas, esses momentos celebrativos nos uniam cada vez mais. Foram momentos muito significativos para todos nós. Dizem que o Céu é muito bom! Eu, particularmente, experimentei um pedacinho do céu. Fui seduzida mais uma vez pelo nosso Deus. O que deixamos em Honduras: Além da imagem de Nossa Senhora Aparecida e a mensagem de Dom Pedro, nosso canto "Peneirei Fubá". Nós, brasileiros, éramos convocados várias vezes para animar o encontro com esse canto e o "Trem das CEBs". Deixamos também a nossa experiência, nossa firmeza, a nossa alegria e paixão em fazer parte dessa grande família do Reino, as CEBS, nossa amizade, a solidariedade e um grande carinho pelo povo e pela equipe das CEBs de Honduras. O que trazemos de volta: mais experiências, alegria e muita esperança; a importância da nossa articulação com os movimentos sociais e com a pastoral social. O sentido de pertença à Pátria Grande. Uma imensa gratidão à equipe das CEBs de Honduras. O compromisso com a ecologia, a articulação entre o Bem Viver e o Bem Conviver, a solidariedade com os migrantes, o desejo de fortalecer as CEBs e acolher os jovens. Termino com as frases do saudoso Dom Luciano Mendes: "O encontro das CEBs é um verdadeiro pentecostes. É a festa da Redenção, o povo pobre e organizado, mulheres, homens, jovens e crianças, se reúnem para dançar a dança da redenção". Maria da Silva Costa RossiCoordenadora das CEBs (Regional Oeste II) Articuladora das CEBs Nacional e Continental

Bispos fazem análise de conjuntura da Amazônia

Foi aberto com uma celebração eucarística na noite desta segunda-feira, 02 de julho, o 10º Encontro da Igreja na Amazônia, em Santarém (PA). A missa foi presidida pelo arcebispo de Belém, dom Alberto Taveira, e concelebrada pelos bispos dos regionais Norte 1, Norte 2 e Noroeste da CNBB, além do presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, Cardeal Cláudio Hummes. O Encontro marca a celebração dos 40 anos do Documento de Santarém, que traçou as linhas prioritárias de ação da Igreja na Amazônia. Para o bispo da prelazia do Xingu, dom Ervin Klauter, o encontro de 1972 foi um marco na história de toda a Amazônia. "Agora, 40 anos depois, estamos diante de novos desafios, talvez mais fortes ainda. Espero que esse encontro aqui mostre alguma luz e pelo menos mostre a unidade dos bispos diante dessa devastação, desse estrago que a Amazônia está sofrendo", destacou.Na manhã desta terça-feira, 03 de julho, os trabalhos foram iniciados também com celebração eucarística, desta vez presidida por dom Luiz Soares Vieira, arcebispo de Manaus. A homilia, preferida por pelo arcebispo emérito de Porto Velho, dom Moacir Grecchi, destacou o pioneirismo do Documento de Santarém. "Foi aqui que surgiram nossas quatro primeiras prioridades que depois foram migrando para a Igreja em todo o Brasil". Durante a manhã de hoje, os bispos realizaram uma retrospectiva do Documento de Santarém, e em seguida a análise de conjuntura da região, discutindo sobre a realidade socioeconômica. Já no período da tarde, divididos em grupos, fazem a reflexão sobre os desafios para o seguimento de Jesus Cristo na realidade da Amazônia. Com informações de Rosa Rodrigues, Joelma Viana e Ercio Santos, da Pascom de Santarém (PA)

CEBs de São Paulo na busca da sociedade do Bem Viver e do Conviver

A cidade de Santo André, na Grande São Paulo, acolheu neste sábado, 30 de junho, o 2º Encontro Estadual das Comunidades Eclesiais de Base - CEBs do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Encontro aconteceu no Ginásio Pedro Dell'Antônia, no centro da cidade, e reuniu mais de mil pessoas, teve como assessores a pastora metodista Nancy Cardoso e o biblista Rafael Rodrigues da Silva, do Centro de Estudo Bíblicos.

Liz Marques, integrante da Colegiada Estadual e Ampliada Nacional das CEBs abriu os trabalhos. O tema do Encontro foi 'CEBs: a vida na cidade em busca da sociedade do Bem Viver e Bem Conviver'. "Estamos aqui como Igreja ecumênica, profética, missionária, libertadora e ecológica. As CEBs estão comprometidas com a edificação de uma nova sociedade, na construção do Reino de Deus, fiéis a Jesus de Nazaré. Queremos, aqui na diocese de Santo André, construir caminhos para o Bem Viver e o Bem Conviver". Segundo Liz, "as CEBs têm vivenciado esta experiência desde a fidelidade no seguimento a Jesus de Nazaré, que colocou a sua vida na dinâmica da construção do Bem Viver e do Bem Conviver". O Bem Viver está em sintonia com o Evangelho de vida digna e possível para todos os povos. "As comunidades nutrem esta grande utopia com as grandes causas do Projeto de Deus, que são a vida plena, terra partilhada, moradia, saúde, educação, trabalho e lazer para todos, uma Igreja de comunhão e participação", argumentou.

O bispo de Santo André, dom José Nelson Westrupp, saudou os presentes desejando que a sua diocese se tornasse casa de comunhão, de fraternidade e acolhida. "Apesar do cansaço, tenho a certeza que vocês estão aqui com o coração aberto para crescer. Sabemos que as CEBs são verdadeiras escolas de formação de cristãos comprometidos com a fé. Nós, como Igreja, abraçamos e acolhemos a Palavra de Deus como fonte de espiritualidade, farol do nosso caminho, a exemplo da primeira comunidade cristã que fazia do ensinamento dos Apóstolos, da partilha do pão e das orações, o fundamento da sua vida", afirmou o bispo que destacou ainda a Eucaristia como lugar privilegiado para aprender a amar.

Ao abordar o tema principal, Rafael Rodrigues perguntou: "como Viver Bem e Conviver na cidade, diante do sistema neoliberal que nos empurra para outra dimensão e determina as convivências e relações na sociedade?" O assessor reafirmou a necessidade de buscar na Bíblia uma avaliação dessa questão. "O que é Conviver e Viver Bem à luz da Bíblia? Quais as provocações que vêm da Palavra de Deus e quais as provocações que vêm da experiência de vida?", indagou para explicar que, na Bíblia esse Viver Bem, em comunidade tem a Lei (a Torá) que orienta a caminhada do Povo. O biblista citou o livro do Deuteronômio (23, 25-26), que assegura a todos o direito aos bens necessários para a sobrevivência. "Ninguém deve passar fome, todos têm o direito de comer. Comida para todos é a marca do Viver Bem. É poder plantar, produzir e comer. Mas aquele que não pode plantar e não consegue produzir, também tem o direito de comer. Isso vai criando uma nova relação social, onde quem não pode plantar e produzir, não é considerado preguiçoso, mas porque lhe foi tirado toda a produção, ele depende da solidariedade do outro. Assim, quem produz deve abrir seu campo para que os necessitados comam. A base da Lei é: não pode haver pobres", destacou o assessor, e observou: "hoje há muita riqueza nas mãos de poucos e isso é a marca da exploração, da corrupção, de que alguém está ganhando mais em cima dos que não têm nada". O Viver Bem não compactua com a lógica do roubo ou do saque.

A seguir, a pastora Nancy Cardoso aprofundou a reflexão ao destacar a necessidade de recolocar a leitura bíblica na caminhada das CEBs. "Por mais que localizemos os textos bíblicos sobre o Bem Viver, se não tivermos a dimensão crítica da interpretação e não entendermos que o Espírito divino nos convoca para a atualização da Palavra que está em nossa vida, o texto vai ficar numa moldura bonita, mas não vai cortar a realidade. A Bíblia é uma faca de dois gumes e tem que ajudar a cortar a nossa própria vida e criticar a sociedade que vivemos. Recuperamos a leitura bíblica para ficarmos incomodados. Temos um conjunto de textos que apresentam o Viver Bem de acordo com a vontade de Deus, mas esse Viver Bem deve ser atualizado". Nancy explicou ainda que a sociedade gera relações em que algumas pessoas não conseguem produzir, ou então se matam de trabalhar e não conseguem comer. "Precisamos resgatar o trabalho como algo fundamental na questão do Bem Viver. Hoje comemos mediados pelas grandes empresas e os supermercados. São eles que garantem o nosso Bem Viver, porque a terra está sequestrada. Vamos ao supermercado e escolhemos as frutas, as verduras, mas não nos perguntamos em que condições os alimentos foram produzidos. O Bem Viver não é só essa casquinha por cima da qualidade da vida, mas é se perguntar pelas estruturas que organizam a forma de produzir, reproduzir, distribuir e consumir a vida". Sobre a leitura popular da Bíblia, Nancy afirmou a importância da leitura crítica, na Bíblia e na realidade, "para que a nossa intervenção seja política e cheia de espiritualidade e contribua com outros na construção do Bem Viver".

Para Maria de Lourdes Pereira, que reside no Assentamento Reunidas, município de Promissão - SP e integra a Equipe colegiada estadual das CEBs, "o objetivo do '2º Paulistão' foi reunir as lideranças para retomar o tema do 8º Encontro Nacional de Fé e Política (Embu das Artes - SP, outubro de 2011), que trabalhou a mesma questão. Isso ajuda as nossas comunidades a trocar experiências e sentir se estamos vivendo bem e se isso está presente também no convívio". Explicou ainda que o Encontro serviu para começar a preparação do Regional rumo ao 13º Intereclesial, marcado para 2014 em Crato (CE).

Na avaliação do padre Felix Manuel dos Santos, assessor das CEBs na diocese de Santo André e pároco na Paróquia São Geraldo, que acolheu o evento, a escolha dos assessores foi acertada. "A dupla já vem trabalhando junto há muito tempo e está habituada à dinâmica que utiliza a Bíblia para refletir sobre a realidade. Pela partilha que o tema provocou eles conseguiram alcançar o objetivo".

A carta final do Encontro resume a escolha das CEBs e denuncia, entre outras coisas, a diferença entre a sociedade capitalista e a sociedade do Bem Viver. "Dessa constatação, emerge a necessidade de escolher o caminho da bênção ou o da maldição. Vimos que o Bem Viver é fruto da profecia, da luta, da solidariedade e de uma nova ética, um novo modo de se relacionar com tudo que vive. Faz-se necessário a construção efetiva de caminhos, através da política, dos movimentos sociais e de todos os organismos que comungam desse sonho, para se chegar à civilização possível e desejada", diz um trecho do documento.

Confira na íntegra a Carta Final do 2º Paulistão das CEBs

As imagens de N. Sra. Aparecida e de Padre Cícero,em meio a faixas, catazes e símbolos da caminhada criaram ambiente para a celebração da Eucaristia, que foi presidida por dom José Luiz Bertanha, bispo de Registro - SP, e referencial das CEBs no Estado, e concelebrada por vários padres. Na homilia, dom José destacou a prática de Jesus. "Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância", recordou. "A vida é um dom de Deus que precisamos cuidar. Então devemos amar a terra que pisamos, a água que tomamos e o ar que respiramos". Para o bispo, o mundo do mercado quer só explorar para tirar proveito e por isso sofremos as consequências do egoísmo. "Vamos respeitar, defender, promover a vida do nosso Planeta. Essa é a missão dos cristãos. Além disso, é necessário que as comunidades cultivem a Convivência para que a vida seja marcada pelo amor a exemplo dos Apóstolos Pedro e Paulo, que por caminhos diferentes descobriram Jesus e se colocaram a serviço da construção do Reino de Deus". O bispo recordou os compromissos das Conferências de Medellín, Puebla, Santo Domingo e Aparecida de fazer o nosso povo redescobrir a pessoa de Jesus Cristo. "Precisamos evangelizar em todos os lugares e entrar em estado permanente de Missão, em particular acolher Jesus nos pobres e necessitados. O primeiro encontro com Jesus é no rosto dos pobres, para depois encontrá-lo na oração e na Eucaristia", sublinhou.

A programação contemplou também um espaço para partilhar alguns trabalhos dos sub-regionais alinhados com o conceito indígena de uma sociedade diferente, mais ecológica, mais humana, mais fiel ao Projeto divino de paz e abundância.


22ª Assembleia Pastoral de Regional discutirá DGAE à Luz do Concílio Vaticano II

Terá início na tarde dessa quinta-feira, 05, a 22ª Assembleia Pastoral Regional, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos dos Bispos do Brasil (CNBB) - Regional Nordeste 4 (Piauí). Durante os dias 5, 6 e 7 de julho, serão discutidas as "Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora à Luz do Concílio Ecumênico Vaticano II". O tema propõe a discussão dessas diretrizes, assim como a sua utilização dentro das ações da Igreja no Brasil. O evento acontecerá no Seminário Interdiocesano de Teologia Sagrado Coração de Jesus, localizado na Rodovia Teresina-Palmeirais, próximo ao quilômetro 08.

O assessor da Comissão Episcopal para Doutrina da Fé, padre. Antônio Luiz Catalan é quem vai apresentar o tema central do evento. A 22ª Assembleia terá início às 16h30 do dia 05, com recepção, com credenciamento e a acolhida dos participantes. Logo após o jantar, o evento será oficialmente aberto, às 19h30, com liturgia da diocese de Bom Jesus (PI). Logo após o presidente do Regional Nordeste 4 da CNBB e bispo de Parnaíba, dom Alfredo Schaffler, e o secretário executivo do Regional Nordeste 4, padre Luiz Eduardo, darão boas vindas aos participantes. Às 21h, dom Celso José Pinto da Silva, bispo Emérito de Teresina (PI), fará uma apresentação sobre o sentido do Concílio Vaticano II.

No dia 06, a assembleia começará suas atividades com uma oração elaborada pela diocese de Picos (PI), logo após haverá uma Exposição da conjuntura socioeconômica e religiosa do Piauí. Às 8h20, padre Antonio Luiz Catalan falará sobre o Concílio Vaticano II e o porquê das urgências na evangelização.

No dia 07 de julho, dom Jacinto, bispo arquidiocesano de Teresina (PI) celebrará a Missa de Encerramento da 12ª Assembleia Pastoral Regional. Logo após, os organizadores farão a Leitura da 1ª versão do Documento: "Luzes para a ação pastoral" e o assessor desenvolverá suas conclusões sobre o tema. Às 10h, dom João Santos Cardoso, bispo de São Raimundo Nonato falará sobre a 50ª Assembleia Geral, e às 14h30 acontecerá a reunião do Conselho  Episcopal Regional – CONSER.

Para o Padre Luiz Eduardo, as reflexões acerca das diretrizes suscitam empenho e esforço "As atividades desenvolvidas na 22ª Assembleia Pastoral Regional serão bastantes proveitosas para concretizar as propostas do evangelho no dia a dia dos trabalhos pastorais junto às dioceses, em suas paróquias e comunidades, como também nas pastorais, movimentos e serviços", afirma.

Participam da Assembleia os bispos do Piauí, o secretário do Conselho Episcopal Regional (CONSER), os membros da Comissão Regional de Presbíteros, os Coordenadores de Pastoral ou membro da Coordenação de Pastoral de cada diocese, um representantes da Conferência dos Religiosos do Brasil, um representante do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, membros das comissões permanentes criadas pelo CONSER, e mais duas pessoas de cada diocese, sendo um representando a Catequese e outro o Setor Juventude.

As cinco Urgências na Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil

1ª Urgência: Igreja em estado permanente de missão.

Temos de sair de nós mesmos, de nossas comunidades, de nossas pastorais, de nossos movimentos, de toda a estrutura que edificamos e ir aonde as pessoas estão; não somente ficar à espera delas, mas procurá-las para falar de Jesus Cristo e dos valores do Evangelho.

2ª Urgência: Igreja: Casa da iniciação à vida cristã.

A catequese, como a conhecemos hoje, está ultrapassada e já não evangeliza mais como eficiência. Isso que dizer que ela estava errada? Não, mas que precisa ser urgentemente atualizada.

3ª Urgência: Igreja: Lugar de animação bíblica da vida e da pastoral.

A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus que ilumina os cristãos enquanto discípulos missionários de Jesus presentes em todo o mundo. Para tanto ela deve ser manuseada, refletida, rezada, vivida, amada. A comunidade é o lugar por excelência aonde devemos nos deixar entusiasmar pela Bíblia e pela sua proposta de um mundo novo, encarnada e concretizada em Jesus.

4ª Urgência: Igreja: Comunidade de comunidades.

Vivemos numa época em que somos orientados ao individualismo e ao subjetivismo, inclusive na fé. Tendo consciência do valor e do significado da adesão pessoal a Jesus, não podemos professar e praticar a fé de forma coerente se não o fizermos em comunidade.

5ª Urgência: Igreja a serviço da vida plena para todos.

O nosso Deus é Deus da vida, e não da morte! Ser cristão é sinônimo de ser anunciador, defensor e promotor da vida. A ambição desenfreada, a avareza desumanizadora e o egoísmo exterminador pisoteiam a vida e ferem a dignidade humana.

Programação

Dia 05 de julho:

16h30 - Recepção, Credenciamento e Acolhida.18h00 - Jantar19h30 - Início dos trabalhos no Auditório. Liturgia de Abertura.  Diocese de Bom Jesus.19h40 - Boas vindas por Pe. Luiz Eduardo e palavras de D. Alfredo20h00 - Acolhida ao novo Bispo Dom João – D. Alfredo20h15 - Apresentação das Dioceses e demais participantes.20h30 - Leitura do Regimento da Assembleia20h40 - Edições/Regionais da CNBB – Pe. Jamil20h55 - Introdução ao tema. Sentido do Concílio Vaticano II. D. Celso21h45 - Orientação da casa21h50 - Mística da Noite. Diocese de Oeiras22h00 - Recolhimento.22h10 - Reunião da Coordenação Geral.

DIA 06 de julho:

06h30 - Despertar07h00 - Café07h30 - Oração da Manhã. Diocese de Picos07h40 - Exposição da conjuntura socioeconômica e religiosa do Piauí.08h20 - O Concílio Vaticano II e o porquê das urgências na evangelização. Assessor09h30 - Trabalho em grupo. 10h00 - Lanche10h20 - Assessor12h00 - Informes: Juventude e 5ª Semana Social12h20 - Almoço14h20 - Oração. Diocese de Parnaíba14h30 - Assessor16h10 - Lanche16h30 - Assessor17h20 - Informes17h50 - Entrega da avaliação18h00 - Eucaristia. D. João - São Raimundo Nonato 19h00 - Jantar 19h50 - Partilhas das Dioceses21h00 - Informações.21h50 - Oração da Noite. Diocese de Campo Maior22h00 - Recolhimento.22h10 - Reunião da Coordenação Geral.

07 de julho:

06h30 - Despertar07h00 - Café07h30 - Missa. Dom Jacinto - Arquidiocese de Teresina08h30 - Leitura da 1ª versão do Documento: "Luzes para a ação pastoral".  08h45 - Conclusões do Assessor09h30 - Síntese da Assembleia09h40 - Lanche10h00 - Repasse da 50ª Assembleia Geral. D. João11h00 - Oração de envio. Diocese de Floriano11h10 - Encerramento dos trabalhos12h30 - Almoço14h30 - Reunião do CONSER


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