Boletim Diário da CNBB - 30/11/2011
REFLEXÃO
No nosso dia a dia devemos estar sempre atentos à presença de Jesus que se aproxima de nós e nos chama para o serviço do Reino. Esta aproximação acontece principalmente a partir dos apelos que chegam até nós nos sofrimentos, nas dores, nas necessidades não satisfeitas, na fome, na miséria, na culpa, na falta de fé, no desconhecimento de Deus, na falta de sentido de vida, na violência, enfim, em tudo o que exige de nós uma resposta de amor, que é o fundamento de todo apostolado, de todo seguimento de Jesus. Deixando tudo o que estamos fazendo, devemos ser a resposta viva de Deus para todos esses apelos.
COMEMORAÇÕES
Nascimento
- Dom Julio Endi Akamine, SAC, Bispo Auxiliar de São Paulo - SP
- Dom Vital João G. Wilderink, OCarm, Bispo Emérito de Itaguaí - RJ
- Dom Moacyr José Vitti, CSS, Arcebispo de Curitiba - PR
Ordenação Presbiteral
- Cardeal Paulo Evaristo Arns, OFM, Arcebispo Emérito de São Paulo - SP
- Dom José Heleno, Bispo Emérito de Governador Valadares - MG
- Dom Jacó Roberto Hilgert, Bispo Emérito de Cruz Alta - RS
- Dom Sebastião Lima Duarte, Bispo de Viana - MA
- Papa Bento XVI faz nomeações para a Igreja no Brasil
- Notas oficiais da CNBB de 30 de novembro
- Saudação aos novos arcebispos de Porto Velho e de Niterói
- CNBB defende povos indígenas e tratamento diferenciado às organizações da sociedade civil
- Formação capacita Agentes de pastoral para a CF-2012
- Regional Leste 1 acolhe novo arcebispo de Niterói
Papa Bento XVI faz nomeações para a Igreja no Brasil
O papa Bento XVI acolheu nesta quarta-feira, 30 de novembro, o pedido de renúncia do arcebispo de Porto Velho (RO), dom Moacyr Grechi, por razão de idade, 75 anos, em conformidade com o cânon 401.1 do Código de Direito Canônico. Foi nomeado para sucedê-lo, dom Esmeraldo Barreto de Farias, 62, que foi transferido da diocese de Santarém (PA).
Também nesta quarta-feira foi aceito, por limite de idade, o pedido de renúncia de dom Alano Maria Pena, bispo de Niterói (RJ). Dom José Francisco Rezende Dias, 55, foi transferido da diocese de Duque de Caxias (RJ) para sucedê-lo.
Dom Esmeraldo
O novo arcebispo de Porto Velho (RO) nasceu no dia 4 de julho de 1949. Ele é natural de Santo Antônio de Jesus (BA). Foi ordenado presbítero em 9 de janeiro de 1977 em sua cidade natal. Sua nomeação episcopal aconteceu em 22 de março de 2000. Estava na diocese de Santarém (PA) desde 2007.
Seus estudos filosóficos foram concluídos na Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Teologia no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador.
Dom Esmeraldo já foi bispo de Paulo Afonso (BA) de 2000 até 2007; no último quadriênio, de 2007 a 2011 foi presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Seu lema episcopal é "Levanta-te e anda" (At 3, 6).
Dom José Francisco Rezende
É mineiro de Brasópolis. Nasceu no dia 2 de abril de 1956. Foi ordenado sacerdote em 10 de novembro de 1979 e nomeado bispo em 28 de março de 2001. Sua ordenação episcopal aconteceu em junho do mesmo ano e logo assumiu a função de bispo auxiliar de Pouso Alegre (MG) onde ficou até 2005. Em seguida foi nomeado para a diocese de Duque de Caxias onde estava até hoje.
Formou-se tem filosofia em Pouso Alegre e Teologia em Taubaté (SP). É especialista em Teologia Espiritual pelo Pontifício Instituto Teresianum de Roma (1987-1989). Seu lema episcopal é "Vivamos por Ele". (I Jo 4, 9).
Notas oficiais da CNBB de 30 de novembro
"Deus vem ao encontro daquele que pratica a justiça" (cf. Is 64,4)
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 29 e 30 de novembro, vem expressar sua profunda consternação pelo vil assassinato do cacique Nísio Gomes e seqüestro de dois adolescentes e uma criança, ainda não encontrados, no dia 18 de novembro, no acampamento Tekoha Guairiry do povo Kaiowá e Guarani, entre os municípios de Amambai e Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. O sangue desta reconhecida liderança, vítima de uma morte anunciada, clama por justiça e pelo fim da violência que há anos atinge e vitimiza este povo. A ninguém, muito menos ao Estado, é permitido assistir passivamente a barbáries como essa, que chocou o país e provocou reações também de comunidades internacionais.
A CNBB, solidária aos Kaiowá e Guarani, reafirma seu compromisso com a defesa de seus direitos constitucionais, especialmente o direito de ter demarcadas e homologadas suas terras ancestrais como assegura a Carta Magna do país. Esta é a condição primeira e fundamental para sua sobrevivência, tanto física como cultural e religiosa. Por meio do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e das pastorais indigenistas nas dioceses de Naviraí e Dourados (MS), a Igreja continua sua ação junto aos povos indígenas, somando-se à sua luta por vida e dignidade.
O relatório "As violências contra os povos indígenas em Mato Grosso do Sul", lançado em outubro deste ano pelo CIMI, revela que, só no ano passado, 34 indígenas foram assassinados no Mato Grosso do Sul. Nos últimos oito anos, este Estado acumulou o deplorável saldo de 250 indígenas assassinados, além de 190 tentativas de assassinato.
É imprescindível tomar com urgência todas as medidas para impedir que essa absurda violência continue a ceifar vidas. Mais grave ainda é permitir que mandantes e executores de crimes contra indígenas sejam, sempre de novo, beneficiados pelo escândalo da impunidade. Compete à Justiça Federal processar e julgar a disputa sobre direitos indígenas, conforme prevê o Artigo 109, inciso XI da Constituição Federal. Fazemos, portanto, um veemente apelo ao Governo insistindo na presença efetiva do Estado brasileiro na região e na imediata demarcação e homologação das terras indígenas.
A CNBB que, na defesa dos povos indígenas, fez sempre do diálogo o caminho para soluções pacíficas, sobretudo no Estado do Mato Grosso do Sul, reafirma a importância desse eficaz instrumento para se chegar a ações concretas em relação à flagrante violação dos direitos humanos sofrida pelos indígenas. Para além de declarações oficiais de solidariedade, o momento e as circunstâncias exigem ações concretas, do contrário, pode-se estar contribuindo para a morte de um povo por omissão ou negligência. O não cumprimento dos parâmetros constitucionais, neste caso, configura-se como genocídio.
Sem justiça não há paz. Para o povo Guarani a justiça consiste no respeito incondicional à sua vida, que está indissoluvelmente ligada à garantia da terra. O tempo do Advento do Senhor que iniciamos nos conclama a uma esperançosa e atuante vigília, alimentada pelo profeta Isaías que proclama: "Deus vem ao encontro daquele que pratica a justiça" (cf. Isaías 64,4). Com o compromisso e a solidariedade de todos, o grito dos Kaiowá e Guarani será ouvido!
Brasília-DF, 30 de novembro de 2011
Nota da CNBB sobre situação das Organizações da Sociedade Civil
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB reconhece a grande contribuição das Organizações da Sociedade Civil na construção de uma sociedade democrática, justa e solidária, em consonância com o previsto na Constituição Federal, especialmente nos artigos 194 e 204.
As diretrizes pastorais da Igreja no Brasil conclamam as comunidades e demais instituições católicas a colaborar e agir em parceria com outras instituições privadas ou públicas, com os movimentos populares e outras entidades da sociedade civil, no sentido de contribuir democraticamente na implantação e na execução de políticas públicas voltadas para a defesa e a promoção da vida e do bem comum.
Medidas tomadas pelo Governo Federal, no intuito de melhorar a gestão pública e combater a corrupção, têm aumentado a burocracia tanto para o próprio Governo quanto para as Organizações da Sociedade Civil, com o estrangulamento destas, seja pelos crescentes custos administrativos seja pela diminuição dos recursos repassados.
Vimos com esperança o compromisso assumido publicamente pela então candidata a Presidente Dilma Roussef de "elaborar, com a maior brevidade possível, no prazo máximo de um ano, uma proposta de legislação que atenda de forma ampla e responsável, as necessidades de aperfeiçoamento que se impõem, para seguirmos avançando em consonância com o projeto de desenvolvimento para o Brasil". Não obstante, o que se percebe é uma série de iniciativas e decisões governamentais que pioraram a situação existente. Recentes atos, como a suspensão unilateral de desembolsos de convênios, determinada pelo Decreto 7592/2011, ampliaram as incertezas e inseguranças das entidades supracitadas, gerando desequilíbrios crescentes para Organizações da Sociedade Civil.
O combate à corrupção e ao desvio é obrigação de todos. Casos isolados de ilícitos não podem ser utilizados para desmoralizar o conjunto das organizações sociais ou sacrificar a maioria de entidades idôneas: deve-se erradicar o joio sem, com isso, destruir o trigo (cf. Mt 13, 24 ss).
O crescimento de restrições, condicionalidades e regras burocráticas de gestão e de prestação de contas tem significado, ao longo do tempo, um acréscimo importante nos custos das entidades que têm, cada vez mais, dificuldades para assegurar o atendimento de todas as demandas.
Percebemos um perigoso esvaziamento da capacidade destas organizações. Poucas poderão sobreviver com vigor, criatividade e autonomia política e social em condições adversas. Ao longo do tempo, isto debilita o tecido social e desmotiva a cidadania. O que está em jogo é a democracia brasileira, pela qual tantos já se sacrificaram.
Entramos no Advento, tempo de esperança renovada. Que esta seja uma época propícia para que nossos dirigentes realizem um esforço extraordinário de superação destes desafios e dificuldades.
Brasília, 30 de novembro de 2011NOTA PASTORAL DA PRESIDÊNCIA DA CNBB SOBRE ALGUMAS QUESTÕES RELATIVAS AO USO INDEVIDO DOS TERMOS: CATÓLICO, IGREJA CATÓLICA, CLERO E OUTROS
A CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL CNBB, na defesa da verdade e da liberdade, considerou oportuno publicar a presente Nota Pastoral, destinada aos membros do episcopado, do clero, aos religiosos e a todos os fiéis leigos.
O uso de nomes, termos, símbolos e instituições próprios da Igreja Católica Apostólica Romana, por outras denominações religiosas distintas da mesma, pode gerar equívocos e confusões entre os fiéis católicos. Nestes casos o uso da palavra "católico", "bispo diocesano", "vigário episcopal", "diocese", "clero", "catedral", "paróquia", "padre", "diácono", "frei", pode induzir a engano e erro. Pessoas de boa vontade podem ser levadas a frequentar tais templos, crendo que se tratam de comunidades da Igreja Católica Apostólica Romana, quando na verdade não o são. Por essa razão a Igreja tem a obrigação de esclarecer e alertar o Povo de Deus para evitar prováveis danos de ordem espiritual e pastoral.
Assim, temos o dever de alertar os fiéis católicos para a existência de alguns grupos religiosos, como é o caso da autointitulada "igreja católica carismática de Belém" e outras denominações semelhantes, que apesar de se autodenominarem "católicas", não estão em comunhão com o Santo Padre, Papa Bento XVI, e não fazem parte da Igreja Católica Apostólica Romana. Por esta razão todos os ritos e cerimônias religiosas por eles realizadas são ilícitos para os fiéis católicos. Assim sendo, recomenda-se vivamente aos féis que não frequentem os edifícios onde eles se reúnem e nem colaborem ou participem de qualquer celebração promovida por esses grupos. Rezemos para que a unidade desejada por Jesus Cristo, aconteça plenamente.
Brasília-DF, 30 de novembro de 2011 Cardeal Raymundo Damasceno de AssisArcebispo de Aparecida Presidente da CNBB José Belisário da SilvaArcebispo de São LuisVice Presidente da CNBB Dom Leonardo Ulrich Steiner Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Saudação aos novos arcebispos de Porto Velho e de Niterói
CNBB defende povos indígenas e tratamento diferenciado às organizações da sociedade civil
No fim da manhã desta quarta-feira, 30 de novembro, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) concedeu uma entrevista coletiva que abordou três temas: apoio da CNBB aos Povos Indígenas Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul; a situação das organizações da sociedade civil após a suspensão do desembolso de convênios, determinada pelo Decreto 7592/2011 do Governo Federal, e, sobre a "Nota Pastoral da Presidência da CNBB sobre algumas questões relativas ao uso indevido, do clero, aos religiosos e a todos os fiéis leigos".
Em nota, a CNBB reafirmou apoio aos Povos Guarani e Kaiowá que, na manhã do dia 18 de novembro teve o acampamento Tekoha Guaviry, de uma comunidade de índios em Amambaí (MS) invadido por um grupo de 40 pessoas armadas. A ação resultou na morte do cacique Nísio Gomes, 59, e o sequestro de dois outros jovens indígenas.
"A CNBB, solidária aos Kaiowá e Guarani, reafirma seu compromisso com a defesa de seus direitos constitucionais, especialmente o direito de ter demarcadas e homologadas suas terras ancestrais como assegura a Carta Magna do país", diz um trecho da nota. "Desejamos que a Constituição seja cumprida; é fundamental que sejam demarcadas realmente as terras indígenas, onde isso ainda não aconteceu. Enquanto os indígenas não tem direito à sua terra, é evidente que sempre se criará uma insegurança, uma instabilidade. Há outros que reivindicam as posses dessas terras como títulos, muitas vezes do Governo, que na verdade pertenciam originariamente a esses povos, o que agrava os conflitos", afirmou o presidente da CNBB, o cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, durante a coletiva.
O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, defendeu que as organizações da sociedade civil não sejam tratadas da mesma maneira quando há repasse de verbas para o desenvolvimento de projetos junto à população brasileira. "A CNBB está preocupada porque todas as organizações sociais foram colocadas no mesmo bolo. Nós, organizações que tem relação com o governo de muitos anos, temos uma probidade inquestionável. A CNBB gostaria que todas as entidades não fossem tratadas do mesmo modo e, naturalmente, muitas dessas organizações são o rosto da nossa Igreja", disse o secretário.
Dom Leonardo também elogiou a forma com que a presidente da República, Dilma Rousseff, vem conduzindo o processo de combate à corrupção no país. "O Governo age de uma maneira muito correta e a CNBB o apoia no desejo de enfrentar a corrupção", mas ressaltou: "há a necessidade de um diálogo para esclarecer como fazer os convênios, os contratos, de modo que o dinheiro repassado chegue àqueles a quem deve chegar que são os pobres".
Uso indevido de termos da Igreja Católica e Código Florestal
Para esclarecer os fiéis sobre o uso indevido de termos por outras denominações que, historicamente pertencem à Igreja Católica, tais como as palavras "católico", "bispo diocesano", "vigário episcopal", "diocese", "clero", "catedral", "paróquia", "padre", "frei" e "diácono", dom Damasceno afirmou que é preciso haver um esclarecimento para que os fiéis não se confundam e freqüentem templos achando que estão na Igreja Católica.
"Há um abuso no uso de certos termos que, dentro de uma longa história, são próprios da Igreja Católica e que são muitas vezes utilizados por outras denominações e confunde os nossos fiéis menos desinformados", disse dom Damasceno. Ainda de acordo com ele, acontece de fiéis católicos, no interior do Brasil, participar de "ritos e cerimônias de determinadas religiões que usam termos que os fazem pensar que estão na Igreja Católica".
Dom Damasceno explicou por que os termos causam confusão. "Há casos de pessoas que se atribuem um determinado título dos membros e da hierarquia da Igreja Católica, tudo isso, claro que causa confusão".
Já sobre a nota da CNBB, que deverá sair no fim da tarde de hoje, 30, sobre o Código Florestal, o secretário geral da CNBB antecipou que o texto irá ressaltar os avanços das discussões no Senado e a insistência da Conferência em pontos que beneficiam a agricultura familiar.
Formação capacita Agentes de pastoral para a CF-2012
A diocese de Umuarama realizou no dia 27, no Centro Diocesano de Formação (CDF 03), em Umuarama, o Encontro de Capacitação da Campanha da Fraternidade 2012, cujo tema é "Fraternidade e Saúde Pública", e o lema, "Que a saúde se difunda sobre a terra" (cf. Eclo 38,8).
O encontro que contou com a participação de 34 pessoas, teve como assessor o padre Sérgio Grigoleto, assessor diocesano da Pastoral da Saúde, pastoral esta que desempenhará trabalhos fundamentais ligados à campanha, visto que o tema está ligado diretamente a sua área de atuação.
Foram utilizados os materiais elaborados para a CF-2012, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e do Encontro Regional da Pastoral da Saúde que também tratou do tema. Os participantes puderam aprofundar o conhecimento nos objetivos da campanha, de forma a se prepararem para a realização dos trabalhos em suas comunidades.
Regional Leste 1 acolhe novo arcebispo de Niterói
Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do regional Leste 1 da CNBB assina nota de saudação e de acolhida ao novo arcebispo de Niterói, Dom José Francisco Rezende Dias, nomeado pelo Santo Padre na manhã desta quarta-feira, dia 30 de dezembro.
"Sendo testemunha da sucessão apostólica em nosso Regional, e, vendo a beleza desse processo e da caminhada de fé de nosso povo, louvamos a Deus por todos os dons concedidos a nós neste tempo de vigilância e espera que é o Advento, na certeza de que todos, acolhendo o Cristo que vem, O anunciamos aos irmãos como Salvador e Vida do Mundo" destacou Dom Orani.
Leia a Nota, na íntegra:
O Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil recebeu hoje, dia 30 de novembro de 2011, a notícia da acolhida da renúncia de D. Alano Maria Pena, OP, e a nomeação de D. José Francisco Rezende como novo Arcebispo de Niterói. Ao receber a notícia, em nome de todas as Dioceses do Estado do Rio de Janeiro, agradeço a D. Alano pela sua missão aqui desempenhada e peço a Deus que continue a iluminar com o Seu Espírito Santo os seus caminhos, que continuará a percorrer aqui dentro de nosso Regional. Que a missão desempenhada com carinho e coragem durante todos esses longos anos em várias Dioceses do Brasil, e agora ultimamente em Niterói, lhe dê as alegrias da consciência tranquila de ter dado a vida e levado até hoje a importante missão que lhe foi confiada pela Igreja.A D. José Francisco, mineiro de Brasópolis, que, após 4 anos como auxiliar em Pouso Alegre, serviu a Diocese de Duque de Caxias durante mais de 6 anos, os nossos cumprimentos e orações pela nova missão que assume como Metropolita em Niterói. Tenho certeza de que a Arquidiocese de Niterói o receberá com alegria e de braços abertos. Continuaremos unidos e no trabalho pela Igreja neste estado, compartilhando das alegrias, sonhos, dificuldades e soluções.D. José Francisco é secretário do nosso Regional, que está unido a ele neste novo tempo e o acompanhará com a unidade de orações. Assim como procurou formar a "Igreja Viva" "vivendo por Ele", Jesus Cristo, a sua missão continuará com renovado ardor neste tempo plural de mudança de época.Sendo testemunha da sucessão apostólica em nosso Regional, e, vendo a beleza desse processo e da caminhada de fé de nosso povo, louvamos a Deus por todos os dons concedidos a nós neste tempo de vigilância e espera que é o Advento, na certeza de que todos, acolhendo o Cristo que vem, O anunciamos aos irmãos como Salvador e Vida do Mundo.Convido todos os irmãos de nosso Regional para se unirem ao povo de Deus que está em Niterói para agradecer, pedir e rezar neste momento de transição, confiando no Deus Providente que dirige as nossas vidas.
Rio de Janeiro, 30 de novembro de 2011
Dom Orani João Tempesta, O.Cist
Arcebispo do Rio de Janeiro e Presidente do Regional Leste 1 da CNBB
SE/Sul Quadra 801 Conjunto B
E-mail: imprensa@cnbb.org.br
Site: http://www.cnbb.org.br
Tel.: (61) 2103-8313
Fax: (61) 2103-8303
Nenhum comentário:
Postar um comentário