Fogo de Deus renova o coração de quem ora
Papa reflete sobre o profeta Eliasna catequese de hoje
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 15 de junho de 2011 (ZENIT.org) - A idolatria é um engano que leva o homem a não sair do círculo de si mesmo para encontrar-se com Deus, ou seja, para rezar realmente, segundo explicou hoje o Papa Bento XVI, durante a audiência geral.
Seguindo com seu ciclo de catequeses sobre a oração, o Santo Padre quis apresentar hoje o episódio bíblico do profeta Elias e seu enfrentamento com os 450 profetas de Baal no Monte Carmelo, para demonstrar quem era o Deus verdadeiro.
“Onde Deus desaparece – afirmou –, o homem cai na escravidão de idolatrias, como mostraram, em nossa época, os regimes totalitários, e como mostram também diversas formas de niilismo, que tornam o homem dependente de ídolos, de idolatrias, o escravizam.”
No entanto, acrescentou, “a verdadeira adoração de Deus, então, é doar-se a Deus e aos homens, a verdadeira adoração é o amor. E a verdadeira adoração de Deus não destrói, mas renova, transforma”.
O ídolo é uma “realidade enganosa”, explicou o Pontífice, pois “está pensado pelo homem como algo de que se pode dispor, que se pode gestionar com as próprias forças, a que se pode aceder a partir de si mesmos e da própria força vital”.
“A adoração do ídolo, ao invés de abrir o coração humano à Alteridade, a uma relação libertadora que permita sair do espaço estreito do próprio egoísmo para aceder a dimensões de amor e de dom mútuo, fecha a pessoa no círculo exclusivo e desesperador da busca de si mesma.”
Este engano, afirmou, “é tal que, adorando o ídolo, o homem se vê obrigado a ações extremas, na tentativa ilusória de submetê-lo à sua própria vontade”. Do site Zenit.org.
Gaza, 15 jun (RV) - O índice de desemprego na cidade de Gaza é o mais elevado do mundo, equivalente a 46%. Mais de 260 mil pessoas, numa população de um milhão e quinhentos mil habitantes, estão sem trabalho e vivem por meio de ajudas humanitárias. Estes são dados os divulgados no relatório da agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA).
O vice-chanceler do Patriarcado Latino de Jerusalém, Pe. Marcelo Gallardo, disse que por causa do bloqueio israelense, a cidade de Gaza está isolada do resto do mundo. "O porto está fechado, as mercadorias não circulam, e para chegar ao confim com Israel são necessárias várias horas. Isso torna impossível qualquer tentativa de desenvolvimento" – sublinhou o sacerdote.
Segundo o relatório da ONU, a administração pública é a única realidade que oferece trabalho, empregando mais de 200 mil pessoas. O sacerdote disse ainda que situação de instabilidade política e econômica desmotiva a iniciativa privada e a busca de trabalho.
O vice-chanceler do Patriarcado Latino de Jerusalém, Pe. Marcelo Gallardo, disse que por causa do bloqueio israelense, a cidade de Gaza está isolada do resto do mundo. "O porto está fechado, as mercadorias não circulam, e para chegar ao confim com Israel são necessárias várias horas. Isso torna impossível qualquer tentativa de desenvolvimento" – sublinhou o sacerdote.
Segundo o relatório da ONU, a administração pública é a única realidade que oferece trabalho, empregando mais de 200 mil pessoas. O sacerdote disse ainda que situação de instabilidade política e econômica desmotiva a iniciativa privada e a busca de trabalho.
Pe. Gallardo ressaltou que a Igreja está entre as poucas realidades ativas nesse campo, oferecendo trabalho a centenas de pessoas através de suas obras de assistência social e três escolas consideradas as melhores da Faixa de Gaza.
O sacerdote julgou como positivas as tentativas de colaboração entre Fatah e Hamas, que podem criar estabilidade, pelo menos no plano institucional, tornando mais ágil o nascimento de um estado palestino.
"Com a colaboração entre os dois partidos talvez se chegue a uma melhoria, mas se o embargo continuar, fica difícil uma mudança substancial da situação econômica e social da Faixa de Gaza" – concluiu Pe. Gallardo. (MJ) do site da Radio Vaticano
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