segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Pesquisa Juventude e Integracao Sul-americana. Ibase

Juventude e integração Sul-americana

Leia os relatórios na íntegra

O que querem e o que pensam os(as) jovens que participam de organizações e movimentos juvenis na América do Sul? A pergunta orientou a pesquisa qualitativa “Juventude e Integração Sul-Americana”, coordenada pelo Ibase e Pólis, que ouviu, ao longo de 2007, 960 jovens e especialistas em juventude em seis países da América do Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia. No Brasil, o trabalho será apresentado oficialmente no próximo dia 18 de fevereiro, em Brasília, às 10:30, no anexo 2 do Palácio do Planalto, durante a posse do novo Conselho Nacional de Juventude (que reúne 60 representantes do poder público e movimentos sociais). Por meio de grupos de discussão e entrevistas, os(as) pesquisadores(as) ouviram desde cortadores de cana (Brasil), passando por integrantes de movimentos hip-hop e estudantis até jovens empregadas domésticas (Bolívia). Foram identificadas seis demandas principais, sendo que educação de qualidade (com ênfase na formação profissional), seguida por trabalho decente, é a principal. Há ainda: ecologia, cultura, segurança e transporte (esta última foco das maiores mobilizações recentes de jovens na América do Sul). O objetivo do trabalho – que tem o apoio do International Development Research Centre (IDRC, do Canadá) e foi executado por instituições locais de pesquisa – é levantar subsídios para a criação e aperfeiçoamento de políticas públicas voltadas para os jovens, especialmente no âmbito do Mercosul (que desde 2006 possui uma instância específica para a formulação de políticas para este segmento). Também foram elaboradas recomendações aos órgãos governamentais que lidam com políticas para a juventude nos países pesquisados.
ResultadosConsiderando as dezenove situações estudadas destacamos as seis principais demandas encontradas (estas demandas— bem como recomendações -- serão encaminhadas às instâncias dos governos que elaboram políticas para a juventude nos países pesquisados). Seis demandas para a construção de uma agenda em comum1 Educação -- A demanda mais presente nas agendas dos segmentos juvenis estudados foi a educacional. A questão da educação se mostra de forma recorrente no vocabulário dos jovens. -- O que principalmente se destaca na fala dos jovens é o reclamo por uma educação pública, gratuita e de qualidade, ainda que suas demandas nessa área se expressem com distintas configurações. -- Os dados demonstram que a universalização do acesso, ou seja, o oferecimento de condições iguais de oportunidades de ingresso, que é uma conquista dos setores mais empobrecidos das populações sul-americanas, não conseguiu responder às desigualdades geradas pelos sistemas educativos. A seleção (inclusão/exclusão) não é mais feita no acesso à escola, mas no seu interior, na trajetória educacional, gerando novas práticas: o desempenho individual, a competição, o chamado fracasso escolar. -- Os jovens denunciam a transitoriedade dos programas, muitos sem o mínimo de garantia de continuidade, que se iniciam gerando grandes expectativas e acabam por desapontar o jovem, levando-o a desacreditar, mais uma vez, na possibilidade de oportunidades. -- Na visão dos jovens, a qualidade pressupõe não só equipamentos e recursos humanos, mas também a aproximação entre educação e qualificação profissional. -- Essas demandas estão nas agendas não apenas de jovens trabalhadores, como o Movimento dos Trabalhadores de Pie (desempregados, na Argentina) e os trabalhadores rurais no Paraguai e do Brasil, mas também nas de jovens vinculados ao hip-hop, do Brasil e da Bolívia. -- A continuidade da formação escolar é vista como modo de conquistar melhores oportunidades de trabalho. -- Os jovens cortadores de cana no Brasil alertam para a necessidade premente em encontrar formas de conciliar trabalho e estudo. De fato, via de regra, os jovens canavieiros entrevistados no Brasil tinham em comum a experiência de abandono da escola. No grupo entrevistado, 80% abandonaram os estudos entre a terceira e a sétima série; -- Entre as variáveis que mais se destacam no que se refere às explicações para o abandono escolar nos países destacam-se: dificuldade de transporte (gratuidade e fácil circulação), migração e conjugação entre o trabalho e a escola. Educação – Recomendações: Mais qualidade para garantir mais aprendizagem nos moldes do século XXI.; Garantia de continuidade do processo de escolarização para além do ensino fundamental. Os jovens se preocupam em ter acesso aos níveis secundário, técnico-profissional e universitário; Maior flexibilidade nas grades curriculares e nos horários para atender diferentes situações de trabalho e condições de vida. Os jovens querem uma escola que “caiba na vida”. 2 – TrabalhoNas 19 situações estudadas, a questão do trabalho está presente de forma contundente. -- De um modo geral, percebe-se um movimento bastante forte de jovens buscando oportunidades no mercado de trabalho, tendo como resposta a precarização das condições de trabalho, o desemprego e um conjunto de discriminações ditadas pelo fato de serem jovens. -- A demanda focalizada pelos jovens não é simplesmente por trabalho, mas, sobretudo, por um “trabalho decente”, colocando como pontos básicos para se discutir o tema a remuneração, a estabilidade e os níveis e graus de informalidade. -- De maneira geral, percebem-se jovens profundamente apreensivos pelo ingresso no mercado (o desemprego entre jovens de 15 a 24 anos é de 16% na América Latina, contra uma média de 5% entre adultos – de acordo com dados da OIT e CEPAL). -- Para os jovens de todas as classes e situações sociais, a pressa parece estar relacionada com a consciência de que, submetidos às transformações recentes no mercado de trabalho, o diploma não é mais garantia de inserção produtiva condizente com os diferentes níveis de escolaridade atingida. -- Um dado importante refere-se ao impacto causado pelas mudanças tecnológicas, que alteram significativamente o mercado e criam nichos de emprego onde predominam trabalhadores jovens (como no caso do telemarketing, em São Paulo -- em 2006, se chegou a cerca de 675.000 empregados no setor, sendo que 72,5% dos trabalhadores são jovens entre 15 e 29 anos – problemas de saúde são freqüentes, principalmente as doenças psicossomáticas e de esforço repetitivo).. Trabalho - Recomendações Investimento em políticas de ampliação das oportunidades de trabalho para os jovens; Controle rígido das condições de trabalho - salubridade, segurança, condições materiais e legais, adequação e respeito à diversidade (gênero, cultura etc.); remuneração, alimentação, carga horária etc. - oferecidas aos jovens; Investimento em educação e formação profissional adequadas às demandas do mercado de trabalho; Garantia de acesso aos meios e bens de produção; Garantia de espaço para as iniciativas e organizações alternativas e de pequeno porte, principalmente no meio rural, onde a “expulsão” dos pequenos agricultores afeta sobremaneira os jovens. 3 TransporteO direito à circulação dos jovens tem sido mote de algumas das mais expressivas manifestações públicas produzidas por jovens nos últimos anos na região. -- Historicamente, a circulação tem estado ligada à demanda por direito ao transporte para estudantes, conforme relatado diretamente nas “situações” do Brasil (Revolta do Buzu, Salvador) e do Paraguai (La demanda del boleto estudiantil, da FENAES, Federação Nacional de Estudantes Secundaristas). Indiretamente, a demanda aparece no Chile (Revolta de los Pingüinos, em 2006), e, de forma bastante explícita, entre os jovens trabalhadores em áreas rurais, como é o caso dos jovens canavieiros, em São Paulo, Brasil, e dos jovens vinculados à ASAGRAPA (camponeses), no Paraguai. -- Os jovens trabalhadores rurais denunciam que, para atingir um nível mais elevado de escolaridade, precisam, por muitas vezes, abandonar suas cidades e famílias, pois não existem escolas de educação secundária em muitas das regiões rurais dos países estudados. -- O foco das demandas está nas discussões relativas ao não pagamento das passagens por parte dos jovens que querem estudar. Tal reivindicação aparece como garantia de permanência no sistema escolar. -- Embora demandem equipamentos e atendimentos descentralizados nos seus bairros ou comunidades, os jovens não querem ficar aí “confinados”, querem poder utilizar os equipamentos, os espaços e oportunidades de outros pontos da cidade, querem, portanto, ter o direito à “cidade”. Transporte – Recomendações * Seja pela escassez de meios de transporte público, seja pelo custo desse transporte, na cidade ou no meio rural, muitos jovens se vêem cerceados em relação às possibilidades de estudo, trabalho, atendimento de saúde, cultura, lazer, diversão. Mais do que isso, têm sua visão de mundo condicionada à exigüidade do espaço físico ao qual têm acesso. * É fundamental desenvolver a consciência de que mobilidade é resultado de política pública. É necessário que se atente a essa demanda como condição básica para o próprio exercício da vida democrática. 4 CulturaA cultura aparece como demanda associada à educação de qualidade na cidade e no campo. Estudantes reivindicam acesso à cultura no espaço escolar e também garantia de acesso a manifestações culturais. -- Na Bahia, Brasil, onde se estudou a movimento de estudantes secundaristas, a reivindicação por subsídio ao transporte para a escola se estende às férias e aos fins de semana justamente como garantia ao acesso às atividades de lazer, cultura e esporte. Entre jovens agricultores da ASAGRAPA (Associação de Agricultores do Alto Paraná, Paraguai), existe a demanda de maior integração da cultura local (guarani) com o sistema escolar. -- Atividades culturais são estratégias de comunicação dos jovens no interior de associações e organizações sindicais. Por exemplo, no Brasil, o SINTRATEL (sindicato), que reúne jovens que trabalham com telemarketing, promove as “assembléias-baladas”. A organização de atividades culturais e esportivas pelo sindicato é uma das primeiras marcas da ‘juvenilização’ de sua diretoria. -- Já o Sindicato dos Empregados Rurais de Cosmópolis, São Paulo, pretende aproximar mais os jovens migrantes canavieiros de suas atividades através de atividades culturais. Na ASAGRAPA (Paraguai) as atividades culturais favorecem a identificação entre os jovens filhos de agricultores. -- No que diz respeito às classes populares urbanas, destaca-se a cultura hip hop que hoje se apresenta como uma marca juvenil mundial. A Família Morro Bom Jesus (Família MBJ), situação estudada nesta pesquisa, é de Caruaru, interior de Pernambuco. A Família MBJ é composta por 13 jovens de dois bairros, cada um destes pertencendo/representando um grupo de rap. Entre estes jovens há uma demanda de educação adaptada à realidade da periferia. Outro caso estudo foi o de grupos de hip-hop aymara (da Bolívia, cidade de El Alto), que expressam pelo rap demandas por direitos. Cultura – Recomendações Ampliar o acesso às NITCs (novas tecnologias de informação e comunicação) . A sigla NTICs começa a freqüentar as pautas de reivindicações juvenis. As NTICs se tornam instrumentos úteis para a circulação de informações sobre vários temas e causas e, ao mesmo tempo, alimentam novas produções culturais. Garantir meios para o lazer e a fruição cultural e acesso ao patrimônio material e imaterial do país em que vivem; * Garantir reconhecimento e meios operacionais para viabilizar que as diferentes manifestações artísticas produzidas e apreciadas pelos jovens sejam geradoras de pertencimentos, identidades e inserções produtivas. 5 SegurançaVia de regra, em todas as situações estudadas, os jovens entrevistados, ao falar de violência, evocam as responsabilidades dos poderes públicos. -- Citada como preocupação por quase todos os jovens entrevistados no Brasil, a questão da violência se destaca em duas situações estudadas, a saber: a dos jovens dos projetos do Rio de Janeiro (Fórum de Juventudes do RJ) e a dos jovens do hip-hop. Nos dois casos, a violência que atinge os jovens está relacionada à ação das policias e ao trafico de drogas ilícitas. -- No grupo de hip-hop estudado no Brasil, por exemplo, as letras das músicas denunciam atos de policiais que os vêem como se todos fossem “naturalmente” envolvidos com o crime, mas a Família MBJ (Caruaru, PE) também se empenha em “mostrar para a sociedade que não são bandidos”. Para eles, o antídoto para a violência (policial e do tráfico) são o fortalecimento e a valorização de sua identidade e de sua produção cultural. -- Os jovens entrevistados (do Hip-Hop) demandam mais “aliados e mediadores: isto é, adultos de fora da comunidade que os defendam e os resgatem de situações de arbitrariedade policial por meio de recursos jurídicos que possam coibir a violência que cotidianamente se repõe nas comunidades onde vivem” (Relatório Nacional do Brasil). Segurança - Recomendações *A analise das diferentes situações-tipo aponta para a necessidade de políticas públicas de juventude que contemplem: (a) a promoção e a garantia de direitos de cidadania; (b) a valorização da diversidade cultural juvenil; (c) a real integração e complementaridade do eixo “vida segura” com os demais eixos da agenda pública de juventude, sobretudo nas áreas de educação, trabalho, cultura, esporte e lazer. * Delinear-se uma agenda profunda de reforma, aperfeiçoamento técnico e gerencial e democratização/humanização das instituições policiais, judiciais e penitenciárias em cada um dos países da América do Sul. Neste contexto, o tema sobre “armas de fogo” e “políticas de desarmamento” também é obrigatório. * Além disso, não há como falar em políticas de redução da violência e de segurança juvenil sem tratar mais profundamente a questão do consumo de drogas ilícitas e da presença do narcotráfico internacional. 6 EcologiaEm todas as situações estudadas, a “questão do meio ambiente”, embora ocupando lugares distintos na hierarquia de prioridades, mereceu considerações dos jovens entrevistados. -- O Relatório Nacional da Argentina reconstitui os protestos (em 2003) contra a instalação de uma fábrica “de pulpa de celulosa Botnia”, de capital finlandês, em Fray Bentos, cidade uruguaia localizada às margens do Rio Uruguai, fronteira com a Argentina. Formou-se, a partir daí, a AJA (Asamblea Juvenil Ambiental), composta por cerca de 20 adolescentes e jovens de 14 a 24 anos, que se reúnem duas vezes por semana e participam das assembléias gerais. Este movimento teve várias repercussões positivas, influenciando decisões do poder público e motivando ações conjuntas de organizações da sociedade civil (local, nacional e internacional). -- Sem dúvida, por toda a América do Sul, registram-se saídas massivas dos jovens do campo. Porém, simultaneamente, em nome da “agroecologia”, observa-se hoje a predisposição de uma parcela da juventude rural de permanecer no campo. -- Os jovens migrantes cortadores de cana (Brasil) dizem que é preciso “ter mais cuidado com a poluição”; “Tem que preservar muito”; “Tem que pensar melhor. Transtorno no meio ambiente, cada dia destrói mais. O aquecimento acaba com o oxigênio”. Ecologia - Recomendações * Recomenda-se a ampliação da noção de “educação ambiental” formal e não-formal. Pensada como espaço de troca de saberes e de experiências, uma educação ambiental criativa deverá favorecer a circulação de informações; * Fortalecimento de novas áreas de profissionalização ambiental (agentes comunitários ambientais, turismo ecológico etc.) Observações Gerais da Pesquisa: Quando perguntados sobre integração latino americana, uma parcela dos jovens entrevistados remete ao passado citando Simon Bolívar e/ou líderes do presente como Evo Morales (presidente da Bolívia) e Hugo Chávez (presidente da Venezuela). No que diz respeito ao movimento estudantil secundarista, a “Revolta dos Pingüins” (movimentação dos estudantes chilenos em 2006) tornou-se um ponto de referência sul-americano. Por fim, o Fórum Social Mundial – em suas diferentes versões regionais e temática – tem se apresentado como uma possibilidade de intercâmbio entre jovens latino-americanos. Recomendações: Incentivar Projetos e Programas governamentais e não-governamentais que visem: aumentar o conhecimento sobre a realidade dos jovens sul-americanos; identificar tensões e pontos de convergência; ampliar as possibilidades de maior intercâmbio entre os jovens e suas iniciativas e, como conseqüência, incluir na agenda pública a questão da integração juvenil sul-americana. Políticas públicas e juventude? Tendo em vista as 19 situações estudadas, nota-se que não há homogeneidade no que diz respeito ao conhecimento ou reconhecimento de políticas públicas de juventude. Vale salientar, entretanto, que, com a presença ou com a ausência da expressão “políticas públicas de juventude”, os/as jovens sempre evocam os poderes públicos para encaminhar as resoluções de seus problemas. -- No que diz respeito ao que é feito em cada país em termos de Políticas Públicas de Juventude, ainda que a criação de espaços institucionais (todos os países pesquisados possuem órgãos governamentais vinculados às questões juvenis) represente um avanço, as respostas dos entrevistados revelam que são grandes os desafios para a plena vigência dos direitos dos jovens sul-americanos.
Publicado em 15/2/2008.



Fonte http://www.ibase.org.br/





Juventude e Integração Sul-Americana: caracterização de situações-tipo e organizações juvenis


O que querem e o que pensam os jovens que participam de organizações e movimentos juvenis na América do Sul? A pergunta orientou a pesquisa qualitativa “Juventude e Integração Sul-Americana - caracterizações de situações-tipo”, coordenada pelo Ibase o Pólis, que ouviu, ao longo de 2007, 960 jovens e especialistas em juventude em seis países da América do Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia. Por meio de grupos de discussão e entrevistas, os pesquisadores ouviram desde cortadores de cana (Brasil), passando por integrantes de movimentos hip-hop e estudantis até jovens empregadas domésticas (Bolívia). Foram identificadas seis demandas principais, sendo que educação de qualidade (com ênfase na formação profissional), seguida por trabalho decente, é a principal. Há ainda: ecologia, cultura, segurança e transporte (esta última foco das maiores mobilizações recentes de jovens na América do Sul). O objetivo do trabalho – que tem o apoio do International Development Research Centre (IDRC, do Canadá) e foi executado por instituições locais de pesquisa – é levantar subsídios para a criação e aperfeiçoamento de políticas públicas voltadas para os jovens, especialmente no âmbito do Mercosul (que desde 2006 possui uma instância específica para a formulação de políticas para este segmento). Também foram elaboradas recomendações aos órgãos governamentais que lidam com políticas para a juventude nos países pesquisados.



Resumo



Relatórios das situações-tipo Brasil

Acampamento Intercontinental da Juventude do Fórum Social Mundial - Porto Alegre (port.)

Fórum de Juventudes - Rio de Janeiro (port.)

Movimento Hip Hop de Caruaru - Pernambuco (port.)

Cortadores de cana do interior do estado de São Paulo (port.)

Revolta do Buzu Movimento de estudantes secundaristas de Salvador (port.)

Sindicato de trabalhadores em telemarketing de São Paulo (port.)


Relatórios das situações-tipo Chile

Movimiento estudantil secundario (esp)

Jóvenes de proyectos en concepción, Chile


Relatórios das situações-tipo Argentina
Movimiento de jóvenes de agrupaciones sociales y políticas – ambientalistas (esp)

Movimiento de Jóvenes participantes de Proyectos sociales (esp)

Movimiento de jóvenes de agrupaciones sociales y políticas – derechos humanos (esp)

Movimiento de jóvenes trabajadores en el mundo urbano (esp)


Relatórios Nacionais
Argentina (esp.)Bolívia (esp.)BrasilChile (esp.)Paraguai (esp.)Uruguai (esp.)



Relatório Final

Relatório Sul-americano (port/esp)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Campanha da Fraternidade 2010

Vem ai a Campanha da Fraternidade 2010

Tema: Economia e vida
Lema: Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro

Oração:

“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” Mt 6,24c

Ó Deus criador, do qual tudo nos vem, nós te louvamos pela beleza e perfeição de tudo que existe como dádiva gratuita para a vida.
Nesta Campanha da Fraternidade Ecumênica, acolhemos a graça da unidade e da convivência fraterna, aprendendo a ser fiéis ao Evangelho. Ilumina, ó Deus, nossas mentes para compreender que a boa nova que vem de ti é amor, compromisso e partilha entre todos nós, teus filhos e filhas.
Reconhecemos nossos pecados de omissão diante das injustiças que causam exclusão social e miséria. Pedimos por todas as pessoas que trabalham na promoção do bem comum e na condução de uma economia a serviço da vida.
Guiados pelo teu Espírito, queremos viver o serviço e a comunhão, promovendo uma economia fraterna e solidária, para que a nossa sociedade acolha a vinda do teu reino.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Em breve mais informes a respeito

Equipe de Formação

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Advento – tempo de esperança

Por Dom Orani João Tempesta

O Ano Litúrgico gira em torno das duas grandes festas do mistério de nossa salvação: o Natal e a Páscoa. A fim de nos prepararmos bem para essas duas solenidades de máxima importância, a Santa Igreja, com seu amor de mãe e sua sabedoria de mestra, instituiu o Advento, que nos predispõe para o Natal, e a Quaresma, que nos prepara para a Páscoa. Praticamente um mês e meio de Advento-Natal e três meses de Quaresma-Páscoa. O tempo chamado “Comum” durante o ano ajuda-nos a caminhar com a Igreja nas estradas da história, iluminados por esses mistérios de nossa fé e conduzidos pelo Espírito Santo.

No tempo de Advento é que a Igreja nos incentiva a colaborar com a Coleta pela Evangelização no terceiro domingo do Advento, preparada nos domingos anteriores. É a nossa corresponsabilidade de levar adiante a encarnação da boa notícia no tempo que chamamos hoje. O tema deste ano: “Ele se fez pobre para nos enriquecer”, já aponta para as reflexões que iremos ter durante a próxima Quaresma, pois a Campanha da Fraternidade de 2010 falará sobre economia.
No decurso dos quatro domingos do Advento, o povo cristão é convidado a preparar os caminhos para a vinda do Rei da Paz. O Cristo Senhor, que há dois mil anos nasceu como homem numa manjedoura em Belém da Judéia, deseja ardentemente nascer em nossos corações, conforme as santas palavras da Escritura: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap 3, 20).
No Advento temos a oportunidade de aprofundar a expectativa do “Senhor que virá para julgar os vivos e os mortos”, e na semana que antecede a festa natalina a preparação próxima para celebrar o “Senhor que nasceu pobre no Oriente”. Entre essas duas vindas, o cristão celebra cada dia o seu coração que se abre para o “Senhor que vem” em sua vida e renova a sua existência.
Celebrar o Natal é reconhecer que “Deus visitou o seu povo” (Lc 7, 16). Tal reconhecimento não se pode efetivar somente com nossas palavras. A visita de Deus quer atingir o nosso coração e transformar-nos desde dentro. A tão desejada transformação do mundo, a superação da fome, a vitória da paz e a efetiva fraternidade entre os homens dependem, na verdade, da renovação dos corações. Somos convidados, em primeiro lugar, a aprender a “estar com Jesus”, e então nossa vida em sociedade verá nascer o Sol da Justiça. Nesse sentido, o Santo Padre Bento XVI chamou a atenção para a relevância social da comunhão pessoal com Cristo: “O fato de estarmos em comunhão com Jesus Cristo envolve-nos no seu ser « para todos », fazendo disso o nosso modo de ser. Ele compromete-nos a ser para os outros, mas só na comunhão com Ele é que se torna possível sermos verdadeiramente para os outros, para a comunidade” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 28).
Enquanto todos se voltam para o lucro comercial neste tempo que antecede o Natal, os católicos se preparam para que em seu coração haja espaço para o Verbo Encarnado que veio para salvar a todos. O festival de presépios feitos por artistas e espalhados pela cidade, além dos presépios das paróquias, quer ajudar a cidade a ter um novo olhar e repensar sobre o que exatamente celebramos no Natal. Dependerão do encontro com “Ele” as mudanças sonhadas para a sociedade hodierna!
O Advento constitui precisamente o tempo favorável para a preparação do nosso coração. Deixemo-nos transformar por Cristo, que mais uma vez quer nascer em nossa vida neste Natal. Celebrar bem a solenidade do Natal do Senhor requer que saibamos apresentar a Deus um coração bem disposto, pois “não desprezas, ó Deus, um coração contrito e humilhado” (Sl 51, 19). Um coração que busca com sinceridade a conversão é fonte de inestimável comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso mesmo, a oportunidade das celebrações penitenciais se multiplicam pelas Paróquias, dando oportunidade de uma renovação interior. Neste tempo de Advento não tenhamos medo de Cristo. “Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira” (Bento XVI, homilia da Missa de início do ministério petrino, 24/4/2005).
Como servidor do rebanho de Cristo que me foi confiado, não poderia deixar de insistir nisso: a vida verdadeira, que todos desejamos, só o Amor no-la pode dar. “O ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: « Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor » (Rom 8,38-39)” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 26).
Que o tempo do Advento predisponha nossos corações a acolher com intensidade o “Amor que move o sol e as outras estrelas” (Dante, Divina Comédia, Paraíso, XXXIII, 145), e que, por pura bondade, manifestou-se com inigualável força no nascimento do frágil menino de Belém para também mover com suavidade e força a nossa vontade para o Bem.



Fonte: site da CNBB

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Vem aí o Seminário Nacional sobre os 30 anos da Conferência de Puebla, participe!
De Puebla a Aparecida: como a Igreja está acolhendo os jovens?
É com este tema que o Setor Juventude da CNBB promoverá de 4 a 6 de dezembro de 2009, no Centro Mariápolis Ginneta, em Vargem Grande Paulista (SP), o Seminário Nacional sobre os 30 anos da Conferência de Puebla, um momento forte de celebração e memória da importante opção que a Igreja da América Latina fez em 1979. A Igreja confia nos jovens. São para ela sua esperança. “A Igreja vê na juventude da América Latina um verdadeiro potencial para o presente e o futuro de sua evangelização. Por ser verdadeira dinamizadora do corpo social e especialmente do corpo eclesial, a Igreja faz uma opção preferencial pelos jovens em vista de sua missão evangelizadora no Continente” (Puebla, 1186).
O Seminário possibilita contextualizar o caminho de 30 anos da opção pelos/as jovens e empobrecidos em nosso Continente; identificar e atualizar a proposta no contexto do cenário eclesial e social hoje, refletindo como a Igreja está acolhendo os/as jovens, de Puebla à Aparecida.
Para Dom Eduardo Pinheiro, bispo responsável pelo Setor Juventude da CNBB, é um tempo para resgatar no coração de todos/as a paixão pela juventude. “Faremos um resgate histórico da efetivação desta opção em nosso país a fim de vislumbrar perspectivas para motivar ainda mais a evangelização da juventude”, explica.
São convidados/as a participar deste encontro, os bispos referenciais da juventude dos regionais da CNBB; responsáveis diocesanos pela juventude; assessores e assessoras das Pastorais da Juventude e dos movimentos eclesiais de trabalho com os jovens; coordenadores e coordenadoras das Pastorais da Juventude e dos movimentos eclesiais de trabalho com os jovens; representantes de outras pastorais e organismos que compõe o Setor Juventude; religiosos e religiosas que trabalhem com a juventude; Centros e Institutos de Juventude.

As inscrições estão abertas até o dia 20 de novembro e as vagas são limitadas. Para obter mais informações sobre o Seminário e fazer sua inscrição, acesse www.puebla.com.br ou escreva para seminario@puebla.com.br.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

DOCUMENTO DE APARECIDA I PARTE - RESUMO

Carta do Papa Bento XVI aos Bispos

Carta de S.S. Bento XVI aos irmãos no Episcopado da América Latina e do Caribe



1. Nesta carta o Papa relembra sua estada em Aparecida, em 13 de maio de 2007, quando inaugurou a V Conferencia Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Ele se colocou ao lado dos Bispos da América latina e dos povos declarando seu profundo afeto.

2. Bento XVI Aprova a publicação do Documento e demonstra seu desejo de que ele seja uma importante ferramenta nos futuros trabalhos pastorais e de evangelização.

3. O Santo Padre destaca que no Documento de Aparecida existem muitas e oportunas inovações pastorais. Entre elas destaca principalmente:

I) A prioridade a Eucaristia e a Santificação do dia do Senhor.

II) Formação cristã dos fieis e dos agentes de pastoral.


III) A Missão Continental e a necessidade de buscar a face do Cristo.

Documento de Aparecida - INTRODUÇÃO
1. Na introdução ao documento, os Bispos reunidos na V Conferencia Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe expressam seu desejo, como pastores, de estimular a ação evangelizadora da Igreja e a transformar "todos os seus membros em discípulos e missionários de cristo," para que "nossos povos tenham vida". Iniciam a construção deste documento demonstrando sua grande devoção a Maria "Perfeita Discípula".

2. Os Bispos destacam a importância de considerarmos o contexto histórico e cultural, no qual o evangélho chegou a nossas terras: em meio ao choque dramático e forçado de culturas. Porem, reconhecem que as "sementes do verbo" já existiam nos povos autóctones, bem como a visitação de nossa senhora de Guadalupe foi uma confirmação da necessidade da inculturação da fé e da renovação do ímpeto missionário. Nesse ínterim relembram também os momentos difíceis e os momentos felizes pelos quais passou a Igreja na América Latina. Seu sofrimento com torturas e perseguições, sua debilidade, compromissos mundanos e incoerências decorrentes do pecado de seus filhos, o que desfigurou sua verdadeira face. No entanto, o que prevaleceu foi "a ação santa do seu Senhor".

3. Nossos pastores entendem a realidade do continente como dom, sua beleza e fecundidade de suas terras, riqueza de humanidade, povos e culturas. As maiores riquezas de nossos povos são a fé no Deus Amor e a tradição católica na vida e na cultura, manifestada na fé de muitos batizados e na piedade popular, que expressa o Amor a Cristo sofredor, o amor a Eucaristia, ao Deus próximo dos pobres, a devoção a Nossa Senhora de Guadalupe e Aparecida, dentre outros títulos; a caridade que anima gestos, obras e caminhos de solidariedade, consciência da dignidade da pessoa, sabedoria, alegria de viver; nas raízes católicas que permanecem na arte, na linguagem, tradição e estilo de vida ao mesmo tempo dramático e festivo. Por tudo isto, nossos Bispos sentiram-se ainda mais responsáveis na "grande tarefa de proteger e alimentar a fé do povo de Deus". "O Dom da tradição católica é um cimento fundamental de identidade, originalidade e unidade da América Latina e do Caribe: uma realidade histórico-cultural, marcada pelo Evangelho de Cristo, realidade na qual é grande o pecado - abandono de Deus, comportamentos viciosos, opressão, violência, ingratidões e misérias - porem, onde é bem maior a graça da vitória pascal. Independente de suas debilidades, nossa Igreja goza de alto índice de credibilidade por parte do povo.

4. Esta V conferencia e um novo passo na caminhada, principalmente após o Concilio Vaticano II. Ela da continuidade e recapitula o caminho de fidelidade, renovação e evangelização a serviço dos povos que já se afirmára nas conferências anteriores: do Rio em 1955, Medellín em 1968, Puebla em 1979, santo Domingo em 1992 e na assembléia geral do sínodo dos Bispos em 1997. "A V conferencia se propõe a grande tarefa de proteger a fé do povo", recordar-lhes que pelo batismo são chamados a ser também discípulos e missionários.

5. Com muitos desafios, entram em um novo período histórico, caracterizado pela desordem generalizada, turbulências sociais e políticas, difusão de uma cultura hostil a tradição cristã e pela variedade de ofertas religiosas. A igreja é chamada a agir com audácia missionária neste novo momento latino-americano e mundial. Não pode ceder aos pessimistas e a ideologias gastas. Deve confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho a partir de um encontro pessoal com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários. Isto depende somente dos homens e mulheres novos que se fazem protagonistas de uma nova vida para a América Latina.

6. Aparecida nos deixa claro que uma fé reduzida a algumas normas, devoções fragmentadas, adesões seletivas e parciais das verdades da fé, participação ocasional em alguns sacramentos, repetição de doutrinas, moralismos brandos, não vão resistir aos embates do tempo. Nossa maior ameaça "é o medíocre pragmatismo da vida cotidiana da Igreja, no qual, aparentemente, tudo procede com normalidade, mas na verdade a fé vai se desgastando e degenerando em mesquinhez." Devemos recomeçar, e isto só pode acontecer partindo do próprio Cristo. No momento que vivemos hoje, nos deparamos com o desafio de revitalizar nosso modo de ser católico, para que a fé crista se enraíze. Cristo se manifesta como novidade de vida e missão em todas as dimensões da vida pessoal e social. Exige-nos uma evangelização mais missionária, em dialogo com todos os cristãos e a serviço de todos os homens. Do contrario a fé no Deus de Amor corre o risco de desgastar-se cada vez mais.

7. Hoje se propõe escolher entre caminhos de morte: que dilapidam os bens que recebemos de Deus, traçam uma cultura sem Deus e inclusive contra Deus, animada pelos ídolos do poder, da riqueza do prazer efêmero. Uma cultura contra o ser humano; E caminhos de vida verdadeira e plena, vida eterna, abertos pela fé e que desenvolve em plenitude a existência humana, em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural. Esses caminhos frutificam nos dons de verdade.

8. Podemos , através dos Bispos, ouvir ecoar a voz de Cristo: "não tenham medo Mt 28,5". A vitória do Senhor nos anima a manter viva a esperança. O desafio fundamental é: "mostrar a capacidade da Igreja para promover e formar discípulos e missionários que respondam a vocação recebida e a comuniquem por toda parte, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo."

9. Celebrada em continuidade com as outras quatro que a precederam _ Rio de Janeiro, Medellín, Puebla e Santo Domingo _ e com o mesmo espírito que as animou, a Conferencia de Aparecida quer dar agora, novo impulso a evangelização, a fim de que estes povos sigam crescendo e amadurecendo em sua fé, para serem luz do mundo e testemunhas de Jesus Cristo com suas próprias vidas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Equipe de Formação

Resultado da I Copa Eclesial da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
2009 – Ano Paulino – Estudo das Cartas Paulinas

Objetivo:

-Incentivar o estudo Bíblico
-Alimentar o Espírito Comunitário
-Promover a Cultura
-Praticar a Caridade Social

Foram organizadas duas equipes: Vermelha, composta pelas comunidades Santa Rita e São João Evangelista, e Amarela, composta pelas comunidades da Matriz, Nossa Senhora de Lourdes e Beato José de Anchieta e, Nossa Senhora das Graças e São Sebastião.

Etapas da Copa:

-No dia 02/09 foram entregues o regulamento e 50 perguntas sobre São Paulo
-No dia 03/10 Foram entregues alimentos não perecíveis, materiais de limpeza e as respostas as 50 perguntas. As equipes receberam o gabarito.
-No dia 04/10 tivemos um delicioso almoço comunitário seguido das etapas finais da gincana. Muita musica e diversão:

- Apresentação teatral da vida de Saulo e Paulo
- Apresentação das maiores quantidades de Bíblias, Catecismos e documentos de Aparecida.
- Respostas orais a 15 perguntas sorteadas dentre as 50 já entregues.
- Apresentação cultural sobre o ano da França no Brasil.
- Equipe mais animada.
- Criação de uma paródia sobre a Copa Eclesial.
- Confecção de uma carta direcionada a outra equipe nos moldes das cartas paulinas.
- Qual é a música.
- Apresentação dos mantimentos arrecadados no dia anterior.

Resultados:

O Resultado de toda arrecadação será direcionado aos Vicentinos e distribuídos entre as famílias assistidas.
A equipe vencedora na contagem final foi a Equipe Amarela, mas a Equipe Vermelha venceu no quesito Equipe mais animada.
Os maiores Vencedores foram a Comunidade Paroquial pelo exemplo de esforço comunitário e as famílias Vicentinas.

Alimentos não perecíveis........................................1,097 kg
Materiais de higiene e limpeza................................700 Unds
Cobertores................................................................55 Unds
Enlatados..................................................................81 Unds
Biscoitos....................................................................93 Pas

Parbéns a todos que que de alguma forma contribuiram para esta grande vitória comunitária.

Segue o gabarito:

I COPA ECLESIAL – ANO DE 2009

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

______ Questões a serem respondidas pelas equipes ______



1. Qual a famosa frase que Jesus usa para interpelar Saulo?

R: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” At. 9, 4-6

2. O que Saulo responde a Jesus quando descobre que era Ele quem interrompera sua viagem?

R: “O que queres que eu faça?” At. 9, 4-6

3. Em que cidade Saulo nasceu?

R: Tarso. (C.E.P. Pág. 20)

4. Qual foi a missão de Paulo?

R: Levar o nome de Deus aos pagãos. (C.E.P. Pág. 28)

5. Qual foi a principal profissão de Paulo após sua conversão?

R: Tecelão ou produtor de tendas. (C.E.P.)

6. Onde aconteceu o encontro de Saulo com Jesus?

R: Na estrada para Damasco. At. 9, 1

7. O que Saulo ia fazer em Damasco quando teve seu encontro com Jesus?

R: Prender seguidores do caminho (Cristãos). At. 9, 1-2

8. Saulo nasceu aproximadamente em que ano?

R: Ano oito ou dez da era Cristã. (Introdução às Epístolas de São Paulo, Bíblia de Jerusalém, C.E.P. pág. 26)

9. Saulo estudou na mais famosa escola de Jerusalém. Quem foi seu grande mestre?

R: Gamaliel. (C.E.P. pág. 21)

10. Quais as principais (ou mais conhecidas) cidades por onde Paulo passou?

R: Arábia, Cesaréia, Antioquia, Galácia, Felipos, Tessalônica, Corinto, Éfeso, Atenas, Ilíria, Roma, Damasco. (C.E.P. pág. 28-32)

11. Onde, na 1ª carta aos Coríntios, pode-se encontrar descritas por Paulo as três virtudes teologais e quais são elas?

R: I Cor. 13-13... Fé, Esperança e Caridade (ou amor).

12. Em que cidade os seguidores de Jesus foram chamados de Cristãos pela primeira vez?

R: Antioquia. At. 11,26

13. Destaque na 1ª Carta aos Coríntios o trecho onde Paulo nos adverte a respeito da participação na Eucaristia de forma digna ou não:

R: “Aquele que come e bebe sem distinguir o Corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação” I Cor. 11,29

14. O que é a Igreja segundo Paulo?

R: Vida, não individual, mas de convivência na fé, esperança e caridade, que expressa pelo corpo, cuja cabeça é Cristo, a alma é o Espírito Santo e os membros sãos os fiéis batizados nela e por ela. (C.E.P. 2ª edição pág 72)

15. Na 1ª Carta aos Coríntios, Paulo trata também da fidelidade de Deus e das tentações. Destaque a frase que fala desse assunto e onde se localiza?

R: “Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação Ele vos dará os meio de suportá-la e sairdes dela.” I Cor. 10,13

16. Quais são as conseqüências da fé?

R: 1ª – Paz, 2ª – Glória, 3ª – Esperança, 4ª – Palavra, 5ª – humildade, 6ª – Acolhida de quem ainda está fraco na fé. Rm 5, 10-12-14 (C.E.P. 2ª edição pág. 87)

17. O que é uma Epístola?

R: É uma carta dirigida a toda a comunidade, com o intuito de exortar e ensinar. Pode ser passada de mão em mão. Um escrito ocasional. (Introdução às Epístolas de São Paulo. Bíblia de Jerusalém)

18. Quem escreveu a 1ª carta aos Corintios?

R: Sóstenes. (I Cor. 1,1)

19. Quanto tempo Paulo permaneceu em Corinto?

R: 18 meses At. 18, 1-11.

20. Quem escreve a carta aos Filipenses junto com Paulo?

R: Timóteo. (Fl. 1, 11)

21. A carta aos Filipenses foi escrita aproximadamente em que ano?

R: Ano 55 d.C. (Introdução a Filipenses)

22. Qual foi a primeira cidade da Europa a ser evangelizada por Paulo?

R: Filipos. At. 16, 9-15

23. Quais os principais assuntos tratados na carta aos Filipenses?

R: Exercício da Cidadania. (Fl. 1,27)
Ter os mesmos sentimentos de Cristo. (Fl. 2, 5)
Realizem a salvação com temor e com tremor. (Fl. 2, 12-14)
Façam tudo sem murmurar nem questionar. (Fl. 2, 12-14)

24. Segundo livro dos Atos dos Apóstolos, qual foi o primeiro grupo encontrado por Paulo, do qual se originou a comunidade dos Filipenses?

R: Um grupo de mulheres. At. 16, 11-15

25. Como se chamava a mulher que liderava o que seria a primeira comunidade de Filipos?

R: Lídia. At. 16, 11-15

26. Onde se localizava Felipos?

R: Macedônia. At. 16,12

27. Para onde foi a primeira viagem missionária de Paulo?

R: Chipre, Panfília, Pisídia e Licaônia. (Introdução às Epístolas de São Paulo, Bíblia de Jerusalém pág. 2105)

28. Quais as principais mensagens do hino Cristológico de Paulo encontrado em Fl. 2, 5-11?

R: Humildade e serviço à comunidade.

29. Em que capítulo e versículos Paulo fala sobre o seu martírio?

R: Fl. 2, 17-18

30. De qual tribo se origina Paulo? E de acordo com a lei judaica, a que grupo os nascidos nesta tribo pertenceriam?

R: Tribo de Benjamim, segundo a lei judaica pertencem aos Fariseus. Fl. 3, 5

31. Qual a 1ª Epístola escrita do Novo Testamento?

R: Carta aos Tessalonissenses. (Introdução às Epístolas de São Paulo, Bíblia de Jerusalém pág. 2108)

32. Em que capítulo dos Atos dos Apóstolos encontra-se o relato do acontecido no Concílio de Jerusalém? Cite um trecho que o identifica, com versículo:

R: Capítulo 15,4 – “Chegados a Jerusalém, foram acolhidos pela Igreja, pelos apóstolos e anciãos e relataram tudo que Deus fizera junto com eles.”

33. Após o Concílio de Jerusalém, Paulo segue em viagem para pregar aos gentios. Cite o trecho onde Paulo repassa as decisões do Concílio às Igrejas:

R: At. 16, 4 – “Ao passarem pelas cidades, transmitiam-lhes, para que as observassem, as decisões sancionadas pelos apóstolos e anciãos de Jerusalém.”

34. Cite o trecho dos Atos dos Apóstolos que relata a prisão de Paulo e Silas:

R: At. 16, 19- “Vendo seus amos que findara a esperança de seus lucros, agarraram Paulo e Silas...”

35. Paulo, no seu discurso aos atenienses, relata ter encontrado um altar “AO DEUS DESCONHECIDO”. Onde Paulo faz este discurso?

R: No Areópago. (tribunal) At. 17, 19-23

36. De que maneira Paulo chega à Ilha de Malta?

R: Após um naufrágio durante a viagem para Roma. At. 27 e 28, 1

37. Que episódio extraordinário acontece com Paulo na Ilha de Malta?

R: Ele é picado por uma víbora e não morre. At. 28, 3-6

38. Paulo é o Apóstolo universalista. Destaque na carta aos Romanos um trecho onde ele diz que “para ser cristão não é necessário ser circuncidado”:

R: Rm. 4, 9-12. “... Para Abraão a fé foi levada em conta de justiça. Não foi quando estava circuncidado, mas quando ainda era incircunciso...”

39. Destaque o trecho na carta aos romanos onde Paulo faz uma analogia entre Adão e Jesus:

R: Rm. 5, 12-15 “... por meio de um só homem o pecado entrou no mundo... Da obra de justiça de um só, resultou para todos os homens justificação que traz a vida...”

40. Destaque o trecho na carta aos romanos onde Paulo fala do uso do corpo como arma de injustiça:

R: Rm. 6, 12-14 “...nem entregueis vossos membros, como armas de injustiça, ao pecado...”

41. Em que capítulo e versículo Paulo trata de nossa filiação divina? E transcreva uma parte do texto encontrado na carta aos romanos:

R: Rm. 8, 14-17 “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus...”

42. Descreva os sofrimentos pelos quais Paulo passou, expostos no capítulo 11 da 2ª carta aos Coríntos:

R: Açoitado, preso, apedrejado, em perigos de rios, de salteadores, em perigos da nação, dos gentios, em perigos no deserto, no mar, em perigos entre os falsos irmãos, fome e sede, frio e nudez. II Cor. 11, 23-27

43. Segundo Paulo, quem são os três notáveis, as colunas do cristianismo, como ele relata na Epístola aos Gálatas?

R: Tiago, Pedro (Cefas) e João. Gl. 2, 1-5

44. Qual o principal assunto tratado na controvérsia entre Paulo e Pedro?

R: A obrigatoriedade ou não da circuncisão dos gentios. Gl. 2, 1-5

45. Segundo Paulo, na Epístola aos Gálatas, como serão identificados os filhos de Agar ou do Sinai e os filhos de Sara?

R: Os filhos de Agar seriam os filhos da escravidão e os filhos de Sara seriam os filhos da promessa, da liberdade. Gl. 4, 21- 31

46. Segundo Paulo, o que é necessário fazer para receber a liberdade, como ele nos descreve no capítulo 5 da Epístola aos Gálatas?

R: É necessário se colocar a serviço do próximo, com amor. Gl. 5, 13-15

47. Em que capítulo e versículo da Epístola aos Colossenses podemos encontrar as orientações de Paulo a respeito do primado (reinado) de Jesus? Transcreva um trecho do texto.

R: Col. 1, 15-20 “... Ele é a imagem do Deus invisível, o Primogênito de toda criatura...”

48. Transcreva a frase, o capítulo e o versículo da Epístola aos Colossenses, onde Paulo descreve qual é a circuncisão de Cristo:

R: Col. 2, 9-12 “Nele fostes circuncidados, por uma circuncisão não feita por mãos de homem, mas pelo desvestimento da vossa natureza carnal...”

49. Na Epístola aos Colossenses, como em outras cartas de Paulo, encontramos orientações a respeito da família. Transcreva o trecho que trata deste assunto e seu respectivo capítulo e versículo:

R: Col. 3, 18-21 “Vós, mulheres, submetei-vos aos maridos... Maridos, amai vossas mulheres e não as trateis com mau humor. Filhos, obedecei aos vossos pais em tudo...”

50. Qual apóstolo foi mandado por Paulo à Tessalônica e com qual finalidade?

R: Apóstolo Timóteo, com a finalidade de fortificar e exortar na fé, para que ninguém desfaleça em meio às tribulações. I Tes. 3, 1-5

BIBLIOGRAFIA
- Bíblia de Jerusalém, texto e notas – Editora Paulus
- Cartilha da Evangelização Paulina 2ª Edição (2008/2009) – Dom Dadeus Grings
- Catecismo da Igreja Católica – Editora Vozes / Loyola
- Carta do coração: Introdução ao estudo da carta aos Filipenses – Editora Paulinas
- A Caridade sustenta a comunidade: Introdução ao estudo da I carta aos Coríntios. – Editora Paulinas

Universidade oferece curso online sobre o Documento de Aparecida
em 06/02/2009 10:37:46 (1704 leituras)

A Universidade Católica de Santos oferece o curso à distância sobre o Documento de Aparecida. Intitulado “Documento de Aparecida: Formação Pastoral”, o curso será acompanhado por tutores e terá uma carta horária de 40 horas.
Destina-se a agentes de pastorais, diáconos permanentes, seminaristas, religiosos, assessores eclesiásticos e leigos.
O curso apresenta o seguinte conteúdo: Concepções antropológicas e a pessoa humana no Documento de Aparecida; Sociedade e Globalização; Doutrina Social da Igreja; Igreja na América Latina e no Caribe: a pedagogia das conferências episcopais; Estrutura temático-conceitual do Documento de Aparecia; Princípios, características e metodologia da Pedagogia Pastoral; e Missão Continental: objetivos, formas de organização e campos da missão no Documento de Aparecida.
Informações: www.unisantos.br/ead

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dicas Culturais Quentíssimas

Dicas Culturais Quentíssimas para o mês de outubro - muito barato ou entrada franca

  1. 7° Festival Internacional de Cinema Infantil de 09 a 18/10
  2. 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
  3. Brasil Rural Contemporâneo de 07 a 12/10
1. 7° Festival Internacional de Cinema Infantil

Programação do Rio de Janeiro no site: www.festivaldecinemainfantil.com.br/progrj.php

2. 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanosna América do Sul - entrada franca

Programação do Rio de Janeiro no site: www.cinedireitoshumanos.org.br/2009/riodejaneiro.php

O desafio foi lançado em dezembro de 2006: celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos por meio da voz, luz, magia e movimentos do cinema.
Foram quatro cidades naquele ano. Passamos a oito em 2007, a doze em 2008. E a 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul estende-se a dezesseis capitais em 2009, renovando mais uma vez a proposta de combinar a arte libertadora de Chaplin, Eisenstein e Glauber Rocha com o sonho da igualdade na diversidade.
A bandeira da inclusão segue presente na 4ª Mostra. Todas as sessões são gratuitas e mesmo os filmes brasileiros apresentam legendas para que possam ser acompanhados por pessoas com deficiência auditiva. Todas as salas de exibição são adaptadas para cadeirantes e cada cidade exibirá mais de uma sessão com áudio-descrição, recurso de acessibilidade destinado a pessoas com deficiência visual.
A 4ª Mostra é uma realização da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com patrocínio da Petrobras e produção da Cinemateca Brasileira, contando com apoio do SESC/SP, da TV Brasil e do Ministério das Relações Exteriores.leia mais

3. Brasil Rural Contemporâneo de 07 a 12 de outubro
O maior evento da agricultura familiar da América Latina

O Brasil Rural Contemporâneo é a sexta edição da Feira Nacional da Agricultura Familiar e eforma Agrária. O evento que retorna ao Rio de Janeiro é o maior espaço de exposição e venda de produtos da agricultura familiar na América Latina. As cinco edições anteriores – quatro em Brasília (DF) e uma no Rio de Janeiro - reuniram 2.350 empreendimentos agroindustriais e artesanais, movimentaram R$ 40 milhões em vendas diretas e Rodadas de Negócios, que promovem negócios diretos entre empreendimentos da agricultura familiar e grupos compradores de redes de supermercados, hotéis e restaurantes. Nas cinco edições, mais de 600 mil pessoas visitaram os estandes, compraram e saborearam produtos e se divertiram com espetáculos e apresentações culturais. 25 mil metros quadrados de área O Brasil Rural Contemporâneo ocupa 25 mil metros quadrados na Marina da Glória. A produção de agricultores familiares e assentados da reforma agrária de todo o País será exposta em cinco ambientes regionais, ocupados por 27 estandes coletivos estaduais de expositores das regiões Centro-Oeste, Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. A área coberta conta com seis espaços temáticos – Amazônia, Praça da Cachaça, Praça dos Orgânicos, Praça do Artesanato/Ofícios, Talentos do Brasil e Organização Produtiva das Mulheres Rurais – e sete espaços de redes de cooperativas e associações. Nestes locais, que reúnem até 16 expositores, o visitante pode ver, degustar e comprar diretamente produtos de qualidade. A área construída abriga também o Espaço Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Espaço Territórios da Cidadania/Territórios Digitais, Casa do Incra, o Espaço NEAD, o Espaço Mais Alimentos, o Espaço Brincante e o Espaço Excelência em ATER. Um espaço de grandes negócios O Brasil Rural Contemporâneo é mais que um ambiente de convivência e lazer. É também um espaço de grandes negócios, que vão além das vendas diretas nos estandes durante os seis dias de Feira. Um desses espaços é a Rodada de Negócios, que proporciona contato direto entre agricultores familiares e atacadistas, varejistas e representantes de redes de supermercados e de hotéis.

Serviços
Brasil Rural Contemporâneo – VI Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária
Quando – De 7 a 12 de outubro de 2009
Local – Marina da Glória – RJ
Ingressos - Na bilheteria da Marina da Glória. A venda dos ingressos começa neste domingo (4), a partir das 10:00 hs.

Horários da Feira
De quarta-feira (7) à sexta-feira (9) – Das 13h ás 22h
De sábado (10) à segunda-feira (12) – Das 10h ás 22h


Caixas Eletrônicos: o Banco do Brasil e a Caixa vão disponibilizar quatro caixas eletrônicos para os visitantes.
Posto Médico: ponto de atendimento médico e com ambulância
Alimentação: Serão cinco espaços onde é possível saborear a alimentação saudável e a culinária típica

• Valores dos Ingressos

Ingressos para a Feira
Inteira – R$ 5,00
Meia – R$ 2,00
Na feira, menores de 12 anos precisam estar acompanhados dos pais

Ingressos para a Feira e shows
Inteira – R$ 20,00
Meia – R$ 10,00
Nos shows, menores de 16 anos precisam estar acompanhados dos pais

Horários dos shows

Palco Multicultural - A partir das 21h Coreto – 19h30
Tablado de Raiz – das 15h às 20h

• Onde posso adquirir os ingressos?

Na bilheteria da Marina da Glória. A venda dos ingressos começa neste domingo (4), a partir das 10:00 hs até as 23:00 hs.

Telefone: (21) 2556 - 0816

• Confira a
programação dos shows

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Outubro: Mês das missões

Outubro: Mês das Missões

Olá! Qua a paz esteja convosco!

Segue abaixo matéria publicada no site da CNBB, para informação de TODOS os cristãos católicos a respeito do mês missionário (outubro):

No decorrer do ano litúrgico, a Igreja nos convida a rezarmos e refletirmos sobre diversas realidades, de modo que para cada mês sempre tem algo específico, como por exemplo, o mês de maio, a quem dedicamos? A Maria, junho? (santos populares; Agosto? (vocação) setembro? (Bíblia) e outubro? Mês missionário! É isso mesmo, o mês de outubro é o mês das Missões. Nele queremos refletir com especial enfoque no nosso compromisso de discípulos missionários (as) até os confins do mundo. Normalmente é produzido vários subsídios para ajudar as comunidades a viverem bem o mês missionário, como por exemplo, a Novena de da Festa de Nossa Senhora Aparecida, a qual estamos iniciando hoje, e traz por temas: Com Maria, discípula e missionária, escolhemos a vida, tem também , Vida para todos os povos, produzido pelas POM, quatro encontros um por semana, em forma de circulo bíblico – celebrações missionárias que ajudam a prepara-se para Campanha Missionária. Sendo que o dia 19 de outubro é o DIA MUNDIAL DAS MISSÕES.
É no coração da humanidade que somos chamados a viver missionariamente o nosso batismo, pois dificilmente encontraremos outro caminho para viver este sacramento, a não ser pelas estradas missionárias, que nos levam a participar de maneira profunda e explícita da natureza da Igreja. Pois a Igreja é por natureza missionária.
Desde 1926, com a instituição do Dia Mundial das Missões pelo papa Pio XI, intensificou-se em toda a Igreja, e em todas as Igrejas particulares, o apelo de renovar e direcionar o próprio ardor e vida missionária para além das próprias fronteiras, em dimensão universal. A V Conferência do CELAM, realizado ano passado em Aparecida, fez um apelo forte, no sentido de que toda Igreja, todos os batizados, se tornem discípulos missionários de Jesus Cristo.
O papa Bento, em sua passagem por São Paulo, Aparecida, falou que são muitos os batizados, mas nem todos são evangelizados.
É mediante realidade como esta que devemos permitir que cresça em nós cada vez mais a consciência missionária. Neste sentido Dom Pedro Casaldáliga numa poesia orante, diz: “se sou batizado, sou missionário, se não sou missionário, não sou cristão”.
A tarefa missionária se abre sempre às comunidades, assim como ocorreu em Pentecostes, diz o DAp 171, daí a grande importância da nossa participação na vida da comunidade, na caminhada da paróquia. A V Conferência Geral se considerou uma oportunidade para que todas as nossas paróquias se tornem missionárias DAp 173, se tornem centros de irradiação missionária, lugares de formação permanente (306) e fonte dinâmica do discipulado missionário DAp 172.
Hoje quando nos deparamos com a pergunta, qual o porquê de um mês missionário, iremos perceber que muito a Igreja já fez neste sentido, mas ainda tem muito mais para ser construído, pois novos desafios exigem novas respostas. Assim sendo, a vivência da missão vai bem além de um mês missionário, perpassa toda a vida da Igreja. Nesta ótica de que muito ainda temos para fazer, é que devemos acolher com carinho e determinação o Projeto Nacional de Evangelização, que foi recentemente aprovado pelo Conselho Permanente, trazendo como título: O Brasil na Missão Continental e o lema: A Alegria de ser Discípulo Missionário.
Para concluir esta simples e breve reflexão sobre o Mês Missionário, me aproprio das palavras de Dom Dimas, quando entrevistado recentemente pelo Católico News sobre a vida da Igreja Católica hoje no Brasil, ele dizia: “A Igreja Católica em nosso País sempre se caracterizou pela vitalidade e pelo o compromisso de tornar o Evangelho uma realidade na vida de nosso povo”.
Isto é viver nosso compromisso missionário.

Setembro - mês da Bíblia

Olá pessoal,Paz e bem!

Há 38 anos a Igreja do Brasil (CNBB) celebra em setembro o Mês da Bíblia. A celebração teve sua origem na arquidiocese de Belo Horizonte, em 1971, e foi se espalhando para todo o Brasil.O objetivo desta celebração no mês de setembro é fazer com que os cristãos católicos façam da Bíblia Sagrada um livro indispensável e que precisa ser inserido no dia a dia e na vida de cada pessoa. Fazer com que as pessoas sintam a real necessidade de ter em casa a Palavra de Deus e buscar o estudo e a vivência desta Palavra viva.Para este ano o livro proposto é a Carta de São Paulo aos Filipenses, cujo tema é “Alegria de servir no amor e na gratuidade” e o lema: “Tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5).Nosso Pároco, Pe. Adilson, em sua primeira homilia do mês de setembro nos deu a seguinte direção espiritual: "Podemos, a cada dia, ler ao menos um versículo da bíblia e meditar sobre ele... E repetir isto sempre, todos os dias ler um versículo diferente."Eu gostei da idéia e vou postar aqui o versículo que li hoje:2 Tm 3, 16-17 "Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, preparado para toda boa obra."Que Deus permaneça conosco.Até a proxima!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

I COPA ECLESIAL

I COPA ECLESIAL
03 E 04 DE OUTUBRO DE 2009
LOCAL: Sítio Nosso Paraíso (sítio dona Mércia) – Av. Padre Guilherme Decaminada nº3451 – Jesuítas

Atenção comunidade!

Equipe VERMELHA: Capela Santa Rita e Capela São João Evangelista
Equipe AMARELA: Matriz, Capela N. Srª das Graças e São Sebastião e Capela N. Srª de Lourdes


CRONOGRAMA


Dia 02/09/2009 (quarta-feira)

Local: Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Entrega do presente regulamento às equipes estabelecidas, após a Missa das 19:00h.


Dia 03/10/2009 (sábado)

Local: Sítio Nosso Paraíso – Av. Padre Guilherme Decaminada nº3451 – Jesuítas (sítio dona Mércia)
07:00h: Início da entrega de alimentos não perecíveis e de limpeza e entrega das respostas às 50 (cinqüenta) questões bíblicas;
12:00h: Encerramento do prazo.
A Equipe de formação entregará o gabarito do questionário.


Dia 04/10/2009 (domingo)

Local: Sítio Nosso Paraíso – Av. Padre Guilherme Decaminada nº3451 – Jesuítas (sítio dona Mércia)
12:00h – Almoço comunitário “JUNTA PRATOS”
14:00h – Início da 2ª etapa da gincana bíblica (contendo parte bíblica, não bíblica e vida do santo) e atividade extra.
17:00h – Final da competição e resultado da gincana.

OBSERVAÇÃO: Cada equipe deverá apresentar com antecedência nome de cinco membros, para que possamos organizar um grupo de ORDEM E LIMPEZA.

Venha participar conosco!

Faça a sua doação e ajude ao próximo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Pastoral da Juventude

Juventude e desemprego...

Olá pessoal!

Recebi uma reportagem muito interessante do nosso colaborador Jorge Damião, que fala sobre o desemprego dos jovens da América Latina. Confira:

Desemprego, informalidade e inatividade ameaçam jovens da América Latina e Caribe
OIT pede aproveitamento do potencial de crescimento, desenvolvimento e luta contra a pobreza representado por 106 milhões de jovens na região

SANTIAGO, Chile (Notícias da OIT) – O desemprego, a informalidade e a inatividade ameaçam o futuro de cerca de 106 milhões de jovens latino-americanos e caribenhos e limitam o potencial da região para impulsionar o crescimento econômico e lutar contra a pobreza, alertou hoje um (4) um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Cerca de 10 milhões de jovens estão desempregados na região, o que equivale a 16 por cento da força de trabalho entre 15 e 24 anos, um nível três vezes superior ao dos adultos, destacou o relatório “Trabalho decente e juventude na América Latina”(*) apresentado nesta terça-feira na capital chilena.
Além disso, cerca de 30 milhões de jovens estão empregados na economia informal, onde predominam as más condições de trabalho, e cerca de 22 milhões de jovens não estudam nem trabalham, frequentemente devido à falta de oportunidades ou a frustrações seguidas, o que poderia colocá-los em situação de risco social.
“Os jovens são essenciais para inserir a região na globalização”, disse o Diretor-Geral da OIT, Juan Somavia. “Em todo o mundo homens e mulheres jovens, quando têm oportunidade, realizam importantes contribuições como trabalhadores produtivos, empresários, consumidores, membros da sociedade civil e agentes de mudanças”.
Ao mesmo tempo, advertiu Somavia, “condenados ao desemprego, a empregos informais ou a condições de emprego precárias, os jovens costumam encontrar-se em meio a um círculo vicioso de pobreza que afeta a auto-estima, gera desalento e limita suas esperanças”.
O relatório, que contém análises, reflexões e propostas para abordar o emprego juvenil na América Latina e Caribe, foi preparado como parte do processo iniciado com a apresentação de uma Agenda Hemisférica durante a reunião regional da OIT em 2006, quando os países concordaram em lançar uma “Década de Trabalho Decente”.
O relatório argumenta que a envergadura e a persistência do problema de desemprego e más condições de trabalho dos jovens representam um desafio que “demanda estratégias coerentes antes de ações isoladas e uma visão integral e integradora antes que aproximações parciais”.
Segundo o relatório, na América Latina e no Caribe:
• Existem 106 milhões de jovens. 58 milhões fazem parte da força de trabalho, dos quais 10 milhões estão desempregados e 30 milhões trabalham na economia informal. Outros 48 milhões estão inativos, isto é, não têm e nem buscam emprego, com frequência porque ainda estudam.
• Estima-se que 22 milhões de jovens não estudam nem trabalham. Isto é, não fazem nada neste momento. Este número inclui 6 milhões de desempregados que tampouco estudam ainda que busquem ativamente um emprego. Mas além disso abrange a outros 16 milhões de jovens que não estudam nem estão buscando trabalho.
• 81 por cento destes 22 milhões de jovens vivem nas cidades e 72 por cento são mulheres.
• Do total da população de jovens, cerca de 49 milhões estudam. Destes, 13 milhões estudam e trabalham, 4 milhões estudam e buscam mas não conseguem trabalho e 32 milhões somente estudam e não buscam trabalho.
• Este é o maior número de jovens que já houve na região. A população desta idade continuará crescendo até 2015. Também se trata da geração de jovens com maior nível educacional.
Entre outras coisas, a OIT considera necessário: o desenvolvimento de um marco institucional efetivo, a melhoria da educação, a maior eficiência dos serviços de emprego e intermediação, a cobertura da proteção social para os jovens, a prioridade à qualidade dos empregos, o desenvolvimento de empresários juvenis, a aprovação de um marco regulatório adequado e a participação de organizações de empregadores e trabalhadores em iniciativas para o emprego dos jovens.
“Os jovens aportam energia, talento e criatividade às economias e nenhum país pode permitir-se desperdiçar este potencial”, destacou o Diretor-Geral da OIT.
(*) Juventude e Trabalho Decente, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lima, 2007.
Mais informações:
Severino Goes
61 2106 4634/9981 2187
goes@oitbrasil.org.br
www.oitbrasil.org.br


Marcelo Honório Virgolino.
Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Vicariato Episcopal Oeste - 3ªRegião Pastoral.
Paróquia Nossa Senhora da Lapa.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

SEJA BEM VINDO!!!

Que a paz de Jesus e o amor de Maria estejam com você!

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sábado, 1 de agosto de 2009

Teste de Criação do Blog

Com o intuito único de colaborar com a paróquia, nós estamos tentado elaborar um blog que permita a divulgação, não só das atividades e notícias referentes, como também de propagar a palavra de Deus.
Para tanto, contamos com a colaboração de todos. Emitam opiniões, façam críticas constrtutivas, nos ajude a trabalhar melhor o nosso blog.
Desde já agradecemos a coloboração de todos.